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  Maio Amarelo

Simulação de acidente de trânsito quer chocar população e chamar a atenção para as estatísticas de trânsito

Atividade acontece na quinta-feira (17), às 10h, na Praça D. Pedro

 

 

           Em uma das praças mais movimentadas de Petrópolis, a D. Pedro, uma cena promete chamar a atenção de quem passa pelo local na próxima quinta-feira (17.05) a partir das 10h: o choque entre uma motocicleta e um carro. Trata-se de uma simulação de acidente de trânsito, seguido de um socorro do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e CPTrans, que vai envolver sete “vítimas”, sendo uma delas “fatal”. A encenação quer chamar destacar o crescente número de acidentes de trânsito e visa conscientizar a população sobre a importância de um trânsito mais seguro.

            A ação faz parte do Movimento Maio Amarelo, organizado pela Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans). São atividades ao longo do mês que tem, justamente, a intenção de trabalhar, na população, a consciência de que todos são responsáveis pelo trânsito e estão expostos a qualquer tipo de acidente. Para se ter ideia, apenas este mês, quatro vidas foram ceifadas em acidentes de trânsito. Em um dos casos, um adolescente de apenas 16 anos morreu em um acidente de motocicleta.

            “Esse ano o tema é ‘Nós somos o trânsito’ e é justamente para contar com o envolvimento direto da sociedade nas ações e propor uma reflexão sobre uma nova forma de mobilidade. Os acidentes ocorrem todos os dias e são as fatalidades que precisamos combater com urgência. Os números do primeiro quadrimestre deste ano, comparado ao mesmo período do ano passado, já demonstram um recuo de 30%, mas é preciso que todos façam a sua parte para que vidas sejam poupadas”, destaca o diretor-presidente da CPTrans, Maurinho Branco.

            Comparando os anos de 2016 e 2017, houve queda no número de vítimas fatais em cena. Dados do anuário estatístico de acidentes de trânsito do ano 2016 aponta que foram 18 óbitos e uma prévia do documento de 2017 aponta que foram 17 mortes em locais sob jurisdição municipal, sendo outras quatro na BR-040 e uma na RJ-117. Pela primeira vez, a companhia contabiliza o número de mortes pós-cena, ou seja, aquelas pessoas que sofreram um acidente e não morreram no local do sinistro. Os dados levantados apontam que, nessas condições, foram 20 óbitos registrados, totalizando 43 mortes

            Na simulação, além dos atores, a cena vai contar com bombeiros e policiais, além da CPTrans que irá fazer o fechamento da via para tornar a cena a mais real possível.



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