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  Cidade

Taxistas cobram regulamentação do Uber em Petrópolis

Vitor Garcia – vitorgarcia@diariodepetropolis.com.br Especial para O Diário


 A Associação dos Taxistas de Petrópolis está tentando desde março uma reunião junto ao município, para discutir a regulamentação do aplicativo Uber. A novidade, que começou a funcionar na cidade no dia 12 de janeiro deste ano, continua sendo alvo de discussões por parte dos taxistas em torno de seu funcionamento. Entretanto, de acordo com representantes da entidade, a solução do problema pode estar longe para acontecer.

Segundo Norival Fraga da Ponte, presidente da Associação dos Taxistas, o projeto de Lei que está parado, visa trazer igualdade aos trabalhadores em suas devidas funções.

- A categoria fica revoltada em ter que cumprir com todas as exigências para obter a autorização de funcionamento, diante do aplicativo, que até o momento não obteve nenhum tipo de regulamentação para funcionar. Hoje, por exemplo, 80% dos veículos que fornecem o serviço do Uber são da Baixada Fluminense. Ou seja, seus devidos impostos não são destinados a Petrópolis – disse.

Norival ainda cita alguns dos principais pedidos da categoria, frente ao Uber.

- Lutamos para que o motorista do Uber tenha que fazer um registro na CPTrans e sejam obrigados a realizar o pagamento de taxas, assim como os taxistas. Além disso, é necessário um limite de veículos. Somos 540 táxis na cidade. Agora, imagine mais de mil motoristas de aplicativo? Certamente vai ser o fim da nossa classe – explicou.

Taxista há sete anos, Almir Santos Carvalho teme que o adiamento no processo venha prejudicar a categoria.

- Infelizmente não é possível acabar com o Uber. Entretanto, medidas simples podem ser realizadas. Por exemplo, eu tenho que realizar quatro vistorias ao ano e o pagamento de todas as taxas necessárias para poder trabalhar. Além disso, não podemos estar envolvidos em crimes, nem processos judiciais, senão somos impedidos de prestar serviço. Então, alguma coisa tem que ser feita. Não se pode cobrar de um lado e omitir o outro – concluiu.

Em nota, o município informou que trabalha na regulamentação deste tipo de serviço, tendo, inclusive, criado uma comissão para discutir o assunto dentro do Conselho Municipal de Trânsito, que deverá dar seu parecer na próxima reunião do grupo.

De acordo com o município, o projeto prevê que o documento passe por órgãos do governo ligados ao planejamento e mobilidade – processo que se encontra em fase de execução. Após esse processo, o documento irá retornar à Procuradoria, para dar andamento ao projeto de lei.



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