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Governo tem medidas alternativas à queda de juros para controle da inflação, diz Mantega

Daniel Lima/ABr

Brasília – O governo tem um elenco de medidas para controlar a inflação e fazer a economia crescer, sem, por exemplo, ter que alterar a trajetória de queda da taxa básica de juros, garantiu hoje (10) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele disse que, ao contrário dos países avançados, o Brasil ainda tem várias alternativas nesse sentido. Mantega, no entanto, não quis antecipar se o governo estuda reduzir o compulsório dos bancos, como forma de ajudar as instituições financeiras a reduzir as taxas cobradas em operações de crédito.

“O importante é que a diferença dos países avançados, que, às vezes, já não têm política monetária pra fazer e fizeram tudo que tinham para fazer nesse quesito, o Brasil tem muita política para fazer. Tem muito lastro. Essa é a nossa diferença”, disse, ao retorno para o Ministério da Fazenda após se reunir, no Palácio do Planalto, com a presidenta Dilma Rousseff.

Mantega assegurou ainda que, utilizando os instrumentos que o governo dispõe, a economia brasileira vai crescer mais do que no ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) registrou 2,7% de avanço. “Podemos assegurar que a economia brasileira vai crescer mais do que no ano passado. Não posso mencionar medidas específicas. A imprensa publica todos os dias medidas. E, é claro, várias delas podem ser tomadas e nós estaremos tomando.”

Ele avaliou como incorretas as avaliações de analistas que acreditam que a economia brasileira terá dificuldades de crescer 3% em 2012. Mantega, no entanto, ressaltou que o Brasil ainda sofre o impacto da crise econômica mundial. “Sofremos o impacto do que acontece lá fora, principalmente do lado da indústria, porque os mercados continuam encolhidos. Inclusive os Estados Unidos não estão dando sinais de dinamismo. Então, isso nos afeta. Já nós, dependemos do nosso mercado”, disse.

A recente alta do dólar é um fator, no entender do ministro, que tem ajudado a economia brasileira porque tem dificultado a entrada, no país, de produtos estrangeiros mais baratos, abrindo, assim, espaço para a produção nacional.

“Temos alguns problemas na área do crédito que estão sendo solucionados. Claro que não é do dia para a noite que isso acontece. A escassez de crédito e as taxas estão elevadas, mas eu vejo que existe uma boa vontade do setor financeiro para remediar a situação baixando as taxas e liberando mais crédito”, destacou.

O ministro disse também que não existe previsão por parte do governo para o reajuste dos combustíveis.

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Moagem de cana despenca, mas usineiros garantem que não vai faltar etanol nos postos

Bruno Bocchini/ABr

São Paulo – Na safra atual, a quantidade de cana-de-açúcar processada até 1º de maio pelas usinas do Centro-Sul do país totalizou 13,9 milhões de toneladas. O resultado representa um recuo de 41,7% na produção, em comparação com o mesmo período do ano passado (24 milhões de toneladas). O balanço é da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica).

O número de usinas em operação também caiu. Até 1º de maio, havia 149 usinas ativas no Centro-Sul, contra 212 no mesmo período do ano passado. Para o diretor técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues, além do menor número de plantas em atividade, as chuvas de abril também prejudicaram a produção.

No acumulado do início da safra até agora, o percentual de cana-de-açúcar transformada em etanol alcançou 61,55%, ou 539,57 milhões de litros. Os números indicam uma queda de 40,4% da produção em relação ao ano passado. Foram destilados 74,98 milhões de litros de etanol anidro (-77,6% em relação ao ano anterior) e 464,58 milhões de litros de etanol hidratado (-18,4%). A fabricação de açúcar, por sua vez, somou 541,5 mil toneladas, declínio de 33,7% em relação às 817,5 mil toneladas produzidas no mesmo período de 2011.

Mas a entidade que representa os usineiros garante que, apesar da queda da produção, não vai faltar álcool para ser misturado à gasolina. “Ao setor sucroenergético cabe apenas garantir que a disponibilidade de [etanol] anidro para o abastecimento regular do mercado será plenamente atendida em qualquer cenário de mistura [de etanol à gasolina]”, disse Rodrigues.

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Índice que reajusta aluguéis inicia o mês com alta de 0,89%

Flávia Villela/ABr

Rio de Janeiro – O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) ficou em 0,89% na primeira prévia de maio, acima da taxa de 0,5% registrada no mesmo período de apuração do mês anterior. Os dados foram divulgados hoje (10) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), um dos subíndices que compõem o IGP-M, subiu 1,15% no primeiro levantamento de maio. No mesmo período do mês de abril, a taxa 0,47%.

Outro subíndice, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve alta de 0,29%, ante 0,47% do mesmo período de abril.
Segundo a FGV, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), terceiro componente do IGP-M, variou 0,61%. No primeiro decêndio de abril, a taxa foi 0,76%.

O IGP-M serve de referência para reajuste no preço do aluguel. Até a primeira prévia de maio, o índice acumula aumentos de 2,37% no ano, e de 4,12% em 12 meses..

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Chegada do dia das mães movimenta o comércio

Shoppings realizam promoções para atrair clientes
O Dia das Mães é garantia de bons negócios. De acordo com o SICOMÉRCIO – Sindicato do Comércio Varejista de Petrópolis -, esta é a segunda data do ano mais movimentada, perdendo apenas para o Natal. E a cidade já está se organizando: lojas, shoppings e restaurantes prepararam novidades para aumentar as vendas e homenagear as mães. Na data, as lojas estão autorizadas a abrir em toda a cidade.
De acordo com o presidente do Sicomércio, Marcelo Fiorini, a data rende boas perspectivas para este ano. “A nossa expectativa é que o Dia das Mães aqueça o comércio, aumentando as vendas. O Dia das Mães é fundamental para dar um gás no movimento”, destacou.
As lojas, por sua vez, já estão repletas de promoções para atrair mais clientes. O Shopping Estação Itaipava, por exemplo, preparou uma promoção especial: serão sorteadas três pessoas, que poderão dar a suas mães uma diária no Portobello Resort ou ganhar pacotes de relaxamento e beleza no Artphysio. Para ganhar é preciso realizar compras acima de R$ 100, preencher o cupom e responder a pergunta: “O que faz sua mãe ser a melhor do mundo?”.
Também em Itaipava, o Don Bistrô aproveita a data para trocar molhos, sopas, massas e a gama de alimentos industrializados por versões naturais, retomando o tradicionalismo da comida caseira. Com o preparo requintado do Bistrô, misturado ao carinho e aconchego que a data proporciona, será oferecido o famoso ‘Picadinho Don Bistrô’, tornando a comemoração mais completa e prazerosa.
Mas as mães modernas, além de trabalho, casa e filhos, também se preocupam com a beleza e saúde. Para se cuidar, elas terão à disposição os descontos especiais e parcelamento em até 10 vezes de dia das mães da Clínica Maurício Baisch. Os tratamentos com preços especiais são: botox (35%), preenchimento (20%) e laser (10 a 20%).

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SECRETARIA DE TURISMO DIVULGA ATRAÇÕES DO INTERIOR DO ESTADO EM ISRAEL

Objetivo é apresentar dezenas de “cidades maravilhosas” que existem a poucos quilômetros da capital

A delegação brasileira da Secretaria de Turismo, chefiada, pelo secretário Ronald Ázaro, em visita a Israel, recebeu nesta quarta-feira (9/5) as boas vindas do ministro do Turismo de Israel, Stas Meseznilcov, e do embaixador de Turismo para a América do Norte e do Sul, Haim Gutin.

Ázaro está em Israel dando continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido pela secretaria no exterior, através de uma ampla divulgação dos atrativos turísticos do interior fluminense.

- A conquista dos diversos mega eventos que a cidade vai receber nos próximos anos, como a Rio+20, em junho deste ano; a Copa das Confederações, junho de 2013; a Jornada Mundial da Juventude, julho de 2013; a Copa do Mundo, junho e julho de 2014; e os Jogos Olímpicos, agosto de 2016 chamaram a atenção do mundo inteiro para o nosso Estado. É uma oportunidade única de colocar as dezenas de “cidades maravilhosas” que existem a poucos quilômetros da capital no roteiro de viagem dos turistas que visitarão o Rio de Janeiro.

De 22 a 24 de maio o material promocional da Secretaria de Turismo e da sua empresa vinculada, TurisRio, estará na Alemanha onde acontecerá a IMEX. Trata-se de uma importante feira de negócios relacionados ao turismo que será realizada no pavilhão de feiras de Frankfurt.

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Câmara pede explicação sobre preço de hotéis no Rio

Ivan Richard/ABr

Brasília – Os donos de hotel do Rio de Janeiro terão de explicar para a Câmara dos Deputados a razão para cobrança de diárias em torno de R$ 1,6 mil fixadas para o período da Rio+20. O parlamento Europeu informou à Câmara que não participará do evento da ONU no Brasil devido ao preço dos hotéis.

O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), também declarou que a Câmara não pagará diárias a esse preço para os deputados que forem representar a Casa. Segundo ele, a Câmara enviaria 100 parlamentares para o evento, mas eles só irão agora se pagarem as diárias do próprio bolso.

“Vamos chamar os representes do setor [hoteleiro do Rio de Janeiro] para explicar o por que dessas tarifas tão elevadas”, disse Marco Maia.

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Alta da inflação em abril não deve se repetir nos próximos meses, diz especialista

Wellton Máximo/ABr —
Brasília – A alta da inflação em abril foi influenciada por fatores sazonais e não deve se repetir nos próximos meses, avaliou hoje (9) o professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Robson Gonçalves. Segundo ele, a aceleração do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi episódica e não é suficiente para ameaçar a trajetória do indicador, que continua a cair no acumulado em 12 meses.

Segundo o professor, a alta de 0,64% no IPCA em abril foi provocada, principalmente, por reajustes que não ocorrerão nos próximos meses, como remédios e cigarros. “O importante é que a inflação caiu na comparação com abril do ano passado como no acumulado em 12 meses, não a variação em relação ao mês anterior, que é afetada por fatores sazonais”, destacou.

Gonçalves acredita que a inflação continuará a cair gradualmente nos próximos meses. De acordo com ele, a desaceleração da atividade no Brasil e o cenário econômico no exterior impedirão uma eventual disparada do IPCA até o fim do ano.

“Com a produção se desacelerando, a criação de empregos caindo e a pressão da inadimplência das famílias, que ainda estão renegociando e quitando dívidas, há pouco espaço para aumento de preços”, avalia o professor. Ele acrescenta que a desaceleração da China não deixará o preço das commodities (bens agrícolas e minerais com cotação internacional) subir, como ocorreu no fim de 2010 e início do ano passado.

O economista admitiu que alguns fatores externos podem pressionar a inflação nos próximos meses, mas em grau insuficiente para interromper a trajetória de queda. “A alta do dólar, que saltou de R$ 1,60 para R$ 1,90, poderá influenciar o IPCA em alguns meses, mas o repasse deve ser pontual“, disse. Para ele, um eventual reajuste da gasolina será adiado ao máximo, diluindo o impacto na inflação final de 2012. “Se o reajuste ocorrer, o governo deve jogar o aumento para o segundo semestre, amenizando o efeito sobre o índice.

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Faturamento do comércio tem retração de 0,3% em março

Ascom/Sicomércio – Foto – Arquivo —
Preços dos fornecedores foram 1,5% maiores do que em fevereiro
Em março, o faturamento do comércio da cidade de Petrópolis apresentou retração de 0,3%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, aponta pesquisa Opinião do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, coordenada pelo SICOMÉRCIO – Sindicato do Comércio Varejista de Petrópolis e pela Fecomércio-RJ. O segmento Açougue (-10%) registrou o recuo mais intenso em relação a 2011. Logo em seguida, vieram Minimercado (-5%), Cine Foto Som (-4%), Lavanderia (-3,8%) e Diversão (-3,5%). Por outro lado, Posto de Combustível (5,8%) e Calçado (5%) registraram os maiores aumentos em seus faturamentos, de um ano para o outro.
Em compensação, os comerciantes pediram mais unidades aos fornecedores do que em fevereiro: o índice apontou 0,5% de alta. Os segmentos que apresentaram as maiores subidas foram Supermercado (10%), Lanchonete (3,6%), Padaria (3,4%) e Posto de Combustível (3%). No entanto, Papelaria (-9,1%), Veículo e Açougue (ambos com –5%) apresentaram queda.
A pesquisa aponta, ainda, que a estimativa dos empresários é de que os preços dos fornecedores foram 1,5% maiores sobre os preços praticados em fevereiro, acumulando alta de 3,2% nos três primeiros meses do ano. No acumulado de 2011, o reajuste foi menos intenso: 2,7%. Os empresários dos segmentos Supermercado (4,4%), Calçado (3,9%), Roupa e Lavanderia (3,6% em ambos) sentiram os maiores reajustes nas tabelas de seus fornecedores. Já o segmento Açougue foi o único a verificar retração nos preços dos fornecedores (-1%). O nível de emprego, por sua vez, apresentou estabilidade na comparação com o mês anterior, onde as demissões que ocorreram foram integralmente compensadas pelas contratações.
A pesquisa Opinião do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, coordenada pela Fecomércio-RJ e pelo Sicomércio, tem por objetivo acompanhar a situação e as expectativas do comércio da cidade de Petrópolis, mensalmente, visando contribuir para a orientação e para a tomada de decisões dos empresários locais. Na pesquisa referente ao mês de março, foram visitados 157 gerentes de 24 diferentes segmentos: Supermercado, Açougue, Ótica, Material de Construção, Roupa, Calçado, Farmácia, Eletrodoméstico, Veículo, Cine Foto Som, Lavanderia, Cabeleireiro, Diversão, Hotelaria, Papelaria, Joalheria, Lanchonete, Autopeças, Minimercado, Posto de Combustível, Restaurante, Perfumaria, Decoração e Padaria. Magazine e CD não são pesquisados desde novembro de 2009 e maio de 2011, respectivamente, devido à escassez de estabelecimentos destes segmentos na cidade.

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REDUC RECEBERÁ GÁS METANO CAPTADO NO ATERRO DE GRAMACHO

Marcelle Colbert/Imprensa RJ — Foto – Divulgação —
Parte dos recursos será destinada à recuperação e urbanização em Caxias
A partir deste mês, o gás metano captado no aterro controlado de Gramacho seguirá para a Refinaria de Duque de Caxias (Reduc). O bairro de Jardim Gramacho, na Baixada Fluminense, será beneficiado pela iniciativa. A comercialização do gás proveniente do lixo irá gerar créditos de carbono à refinaria, e 18% desses recursos serão destinados à recuperação e urbanização do bairro.

A parceria inclui ainda a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre o governo estadual e a Reduc no valor de R$ 1 bilhão. O objetivo é fazer com que a refinaria invista, principalmente, em mudanças tecnológicas.

– O TAC da Reduc, o maior já feito no Brasil, vai retirar 90% do esgoto industrial e do óleo lançados Baía de Guanabara. Além disso, as emissões de poluentes serão reduzidas em 85% – afirmou o secretário do Ambiente, Carlos Minc.

O metano do aterro controlado de Gramacho – que funcionou durante 30 anos, recebendo lixo do Rio e de grande parte da Baixada – está sendo explorado pela empresa Nova Gramacho. O primeiro fornecimento, de 18 mil metros cúbicos de gás, acontecerá no fim do mês.

– A Nova Gramacho receberá os créditos de carbono por usar o metano, gás de efeito estufa que é 21 vezes mais potente do que o CO2, industrialmente – disse Minc, ressaltando que recursos do governo federal também devem ajudar na revitalização do bairro.

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Taxa média de juros para pessoa física cai pela terceira vez e atinge menor nível desde 1995

Da Agência Brasil —
São Paulo – O juro médio cobrado de pessoas físicas e jurídicas por instituições financeiras caiu no mês de abril, segundo dados divulgados hoje (9) pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Em 2012, essa foi a terceira redução das taxas para pessoas físicas, que atingiu seu menor nível desde 1995. Para pessoas jurídicas, essa foi a quarta queda no ano.

A taxa média cobrada de pessoas físicas ficou em 6,25% ao mês (106,99% ao ano), uma redução de 0,08 ponto percentual (p.p.) ante março, quando o juro médio cobrado foi 6,33% (108,87% ao ano). Das seis linhas de crédito pesquisadas, apenas a taxa do cartão de crédito rotativo se manteve inalterada em 10,69% ao mês. Todas as demais foram reduzidas, com destaque para o empréstimo pessoal em bancos que passou de 3,84% ao mês na apuração anterior para 3,69% em abril.

O comércio reduziu em 2,05% a taxa média cobrada, passando de 4,87% ao mês, para 4,77%. O juro do crédito direto ao consumidor (CDC) para financiamento de automóveis caiu de 1,97% no mês em março para 1,94% no último levantamento. O cheque especial e o empréstimo pessoal em financeiras sofreram retração de 0,72% (8,34% para 8,28%) e 1,45% (8,26% para 8,14%), respectivamente.

O juro médio sobre as operações de pessoas jurídicas caiu de 3,7% ao mês em março (54,65% ao ano) para 3,63% em abril (53,4% ao ano). As três linhas de crédito consideradas apresentaram reduções nas taxas. A maior queda foi encontrada na taxa média dos descontos em duplicatas, que passou de 2,78% para 2,68%. Em seguida aparece o capital de giro, cuja taxa saiu de 2,24% ao mês para 2,16%. As duas linhas atingiram o menor patamar desde 1999. A conta garantida apresentou uma retração menos expressiva, passando de 6,07% ao mês para 6,05%.

Segundo a Anefac, a retração do juro médio pode ser atribuída à maior competição no sistema financeiro após os bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) promoverem reduções em suas taxas de juros, que foram acompanhadas pelas principais instituições financeiras privadas. A queda da taxa básica de juros (Selic), que foi reduzida em 0,75 p.p., passando de 9,75% para 9%ao ano, e a redução nos índices de inadimplência, também são fatores de influência.

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Edição de Hoje