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Pacientes farão abaixo assinado pedindo melhorias na Farmácia Popular

Roberta Müller/Foto -Alan Alonso —
Pacientes que precisam da Farmácia Popular do Estado, na Rua General Osório, no Centro, continuam reclamando da falta de medicamentos e, principalmente, da fralda geriátrica tamanho M na unidade. Para tentar resolver a situação, manifestantes estarão hoje, a partir de 8h, e permanecerão durante todo o dia no calçadão do Colégio Estadual Pedro II (antigo Cenip) para recolher assinaturas que irão compor um abaixo assinado pedindo a reposição do estoque da farmácia e ainda que ela não seja fechada, já que alguns funcionários informaram que há possibilidade de fechamento da unidade.
Em nota, o Instituto Vital Brazil informou que seriam entregues 500 fardos de fralda ainda ontem e mais 100 hoje em Petrópolis. Disse ainda que “não procede a informação de que a Farmácia Popular irá fechar”. Em todo o estado, alguns medicamentos estão em falta nas Farmácias Populares do Estado. São eles: carbamazepina, hioscina, sinvastatina e benzoato de benzila. Da mesma forma, a Farmácia Popular está com falta de fralda geriátrica. Apenas a unidade de Resende tem fralda tamanho G em estoque. O tamanho M pode ser encontrado nas unidades de Bangu, Campo Grande, Méier, Niterói, Nova Friburgo, Resende e Volta Redonda, ainda de acordo com o instituto. A falta de fraldas se deve a um problema com a matéria-prima, segundo o fabricante.
Esta não é a primeira vez que pacientes reclamam da falta de produtos na unidade de Petrópolis. Na semana passada, uma mulher chegou a instalar uma faixa na Praça Dom Pedro pedindo a reposição das fraldas e remédios. De acordo com uma mãe de um paciente, ela não encontra fraldas no tamanho M na farmácia desde o último dia 2.

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Rio de Janeiro confirma 22 mortes por dengue

Paulo Virgilio/ABr

Já são 22 as mortes por dengue confirmadas no estado do Rio de Janeiro, de acordo com o boletim divulgado hoje (22) pela Secretaria Estadual de Saúde. Desse total, 19 pacientes são do município do Rio de Janeiro e três da região metropolitana: um de Niterói, um de Nova Iguaçu e outro em Belford Roxo. Em relação ao boletim da terça-feira passada (15), houve um acréscimo de três mortes, sendo dois na capital e um na região metropolitana.

De 1º de janeiro a 19 de maio, foram notificados 103.383 casos suspeitos de dengue em todo o estado. No mesmo período de 20 semanas em 2011, foram registrados no estado do Rio de Janeiro 136 mil 665 casos de dengue e 110 óbitos pela doença.

Segundo o Ministério da Saúde, o Rio de Janeiro é o estado brasileiro com o maior número de casos confirmados de dengue registrados este ano. Em segundo lugar aparece Bahia, com cerca de 28 mil casos, e, em terceiro, Pernambuco, com mais de 27 mil casos.

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PROGRAMA DE CIRURGIA BARIÁTRICA GARANTE QUALIDADE DE VIDA

Marcelle Colbert/Imprensa RJ – Foto – Salvador Scofano
Projeto do Hospital Carlos Chagas baterá recorde este ano com 500 cirurgias realizadas
Em funcionamento há um ano e cinco meses, o Programa de Cirurgia Bariátrica do Governo do Estado superou no mês de maio a meta de 300 pacientes atendidos, que era prevista para o fim do ano. Até o momento, 314 pessoas foram beneficiadas, recuperaram sua autoestima e ganharam em qualidade de vida. Até dezembro, o projeto do Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, deve atender 500 pessoas com obesidade mórbida, como o técnico de radiologia Márcio Menezes, que perdeu 80 quilos e teve sua vida transformada pela cirurgia

- Hoje, um ano depois da minha operação, sou outra pessoa. Consigo fazer pequenas coisas que fazem muita diferença no meu dia a dia, como colocar um tênis ou subir uma escada. O resultado foi muito satisfatório. Se me perguntarem se eu iria preferir ganhar na loteria ou fazer a cirurgia de redução do estômago, escolheria a operação, a minha saúde – disse Márcio, de 38 anos e atuais 73 quilos.

O programa é o primeiro do Rio de Janeiro a oferecer cirurgias por videolaparoscopia, intervenção que reduz o tempo de operação em cerca de uma hora e diminui a incidência de complicações pós-operatórias. Com o uso da nova técnica – feita através de pequenos furos, nos quais são introduzidas uma microcâmera e micropinças – a recuperação dos pacientes leva em média dois dias.

No Hospital Carlos Chagas – que conta com uma moderna enfermaria, leitos especiais no Centro de Terapia Intensiva (CTI) e um tomógrafo computadorizado para obesos – são realizadas de 20 a 30 cirurgias por mês. Os pacientes também realizam consultas antes e depois das cirurgias com uma equipe multidisciplinar formada por vinte profissionais, entre eles cirurgião, nutrólogo, endocrinologista, nutricionista e fisioterapeuta.

- O programa atende a mais de 600 pessoas, incluindo moradores de 72 dos 92 municípios fluminenses. Já operamos obesos de 56 cidades. Até julho, vamos lançar um projeto itinerante, que percorrerá todo o estado para orientar os profissionais da rede municipal de saúde sobre o tratamento para pós e pré-operatório da cirurgia bariátrica – afirmou o cirurgião Cid Araújo Pitombo, coordenador do Programa de Cirurgia Bariátrica.

Qualidade de vida e auto-estima de volta

Poucas horas após a cirurgia de redução de estômago, o estudante Ricardo Mesquita , de 23 anos, já fazia planos para sua nova vida. Para vencer a luta contra a balança, Ricardo procurou o Programa de Cirurgia Bariátrica da Secretaria de Saúde em busca de um tratamento eficaz para sair dos 173 quilos em pouco tempo.

- Sempre fui gordinho e nunca imaginei que pudesse fazer uma cirurgia de redução do estômago na rede pública. Na rede privada, uma cirurgia desse tipo custa muito caro. Poucas horas depois da minha operação, já me sento bem, e sei que vou mudar a minha vida radicalmente em alguns meses. Estou ansioso – contou.

Para voltar a ter uma vida saudável, a dona de casa Sandra da Silva decidiu se inscrever no projeto. Moradora do município de Paraíba do Sul, Sandra começou seu tratamento pré-operatório esta semana para, segundo ela, voltar a viver.

- É muito difícil ser obesa. Passo por muitas situações tristes. Minha saúde é a mais comprometida: sinto muitas dores nos joelhos e tenho pressão alta. Quando descobri o programa, não pensei duas vezes e procurei ajuda – disse Sandra.

Como participar do programa

Para fazer a cirurgia de redução de estômago, os pacientes não precisam ficar em fila de espera. O processo é simples: o interessado deve procurar o atendimento ambulatorial para que um médico faça a primeira avaliação. Se a operação for indicada, um segundo teste é solicitado para a Central de Regulação de Cirurgia Bariátrica do Estado, que encaminha o pedido online. Em seguida, o paciente é contatado e tem uma consulta de avaliação marcada.

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Vacinação contra gripe acaba esta semana em todo o país

Paula Laboissière/ABr —
Brasília – A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe será encerrada sexta-feira (25) em todo o país. De acordo com o Ministério da Saúde, não há previsão de que o prazo seja prorrogado. Idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a 2 anos incompletos, grávidas em qualquer período da gestação, indígenas e profissionais de saúde devem procurar os postos de saúde das 8h às 17h.

A dose protege contra os três tipos de vírus que mais circularam no Hemisfério Sul em 2011, inclusive o causador da influenza A (H1N1) – gripe suína. A meta do governo é imunizar 24,1 milhões de pessoas em todo o país, o equivalente a 80% do público-alvo. O último balanço indica que 13,4 milhões de pessoas já foram vacinadas (44,7% do público-alvo).

O maior alcance, de acordo com o Ministério da Saúde, foi verificado entre o público infantil: 2,2 milhões de crianças vacinadas (51,9% do público-alvo). Mais de 1 milhão de trabalhadores de saúde também foram imunizados (43,5%), além de 888,3 mil gestantes (41,1%), quase 9,1 milhões de idosos (44,3%) e 193,3 mil indígenas (32,9%).

Os grupos foram escolhidos para tomar a vacina depois que estudos demonstraram que eles são mais suscetíveis a doenças respiratórias. Crianças que serão imunizadas pela primeira vez devem tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Aquelas que já receberam uma ou duas doses da vacina no ano passado devem receber apenas uma este ano. Os demais grupos devem tomar dose única.

A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo ou apresentou reações adversas às doses anteriores. Pacientes com doenças agudas, neurológicas ou febre devem consultar um médico antes de tomar a vacina. O Ministério da Saúde garante que a dose não provoca efeitos colaterais. A pessoa pode sentir apenas dor leve ou sensibilidade no local da injeção.

Em 2011, de acordo com dados da pasta, 25,134 milhões de pessoas foram vacinadas – 84% do público-alvo definido. No mesmo período, foi registrada uma redução de 64% nas mortes provocadas pelo vírus Influenza H1N1. Ao todo, 53 mortes foram confirmadas. Também no ano passado, houve queda de 44% nos casos graves da doença, que totalizaram 5.230.

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Geriatras: os perigos da medicina antienvelhecimento

Flávia Villela/ABr —

Rio de Janeiro – Além da falta de comprovação científica quanto à sua eficácia, as novas terapias de combate aos efeitos do envelhecimento podem comprometer o bom funcionamento do organismo e aumentar os riscos de câncer, segundo a presidenta da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Silvia Pereira. A reposição de nutrientes e o uso de remédios, como hormônio do crescimento (GH), para ganhar músculos e queimar gordura com facilidade, podem aumentar a incidência de cânceres.

“Estão vendendo ilusão de antienvelhecimento para a população sem nenhuma comprovação científica e que pode fazer mal a saúde. Com a idade, o metabolismo mais lento e a ingestão de algumas substâncias podem aumentar o risco de várias doenças”, alertou a médica.

Segundo ela, estudos sobre vitaminas E, C e betacaroteno, por exemplo, apontam que, se consumidas em excesso, essas substâncias aumentam o risco de câncer e não reduzem doenças crônico-degenerativas. O tema será discutido durante o 18º Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, que reunirá mais de 4 mil pessoas. O encontro começa amanhã (22) e termina na sexta-feira (25). Entre os convidados está o especialista em longevidade Tomas Perls, da Boston University School of Medicine, nos Estados Unidos.

O diretor da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Rubens de Fraga, ressaltou que velhice não é doença e, portanto, não deve ser prevenida. “Hoje os consumidores estão obcecados com o envelhecimento. Esse mercado gera US$ 100 bilhões por ano no mundo. Tem seu lado positivo, que é a busca da alimentação balanceada e do exercício físico. Mas tem o lado negativo, que é o medo das rugas e a idolatria dos ideais de juventude eterna. Os velhos são bibliotecas vivas e em muitos casos sustentam famílias inteiras. Não existe uma pílula mágica. O importante é buscar envelhecer com autonomia e independência.”

Ele criticou a venda dos chamados hormônios bioidênticos para retardar a velocidade do envelhecimento, que são produzidos em laboratório, e passam por um processo industrial de síntese, transformação ou de modificação na sua estrutura química. “Não existe estudo científico sério que ateste qualquer benefício dos hormônios chamados bioidênticos manipulados. A fabricação individualizada de um hormônio é praticamente impossível.”

Na sexta-feira, geriatras, gerontólogos e representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Médica Brasileira (AMB), entre outros, vão discutir a criação de mecanismos para coibir a prática do antienvelhecimento no Brasil. O encontro será aberto ao público. Mais informações podem ser obtidas no site http://www.cbgg2012.com.br/ .

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Sest Senat e PRF realizam Comandos de Saúde nas Rodovias

Com o tema “A Importância da Atividade Física para a Saúde”, o Sest Senat e o Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF) promovem, na quarta-feira, dia 23 de maio, em 24 rodovias do país, a primeira etapa de 2012 da campanha “Comandos de Saúde nas Rodovias”.
A campanha educativa tem por objetivo orientar os trabalhadores em transporte sobre os benefícios da atividade física para evitar doenças como obesidade, hipertensão, diabetes, problemas do coração, problemas respiratórios e até mesmo o câncer. A campanha já atendeu mais de 55 mil motoristas desde 2006.
Os Comandos vão detectar fatores de risco à saúde nos trabalhadores em transporte, como pressão alta, obesidade, estresse e sonolência, e orientar aqueles que apresentam esses fatores a procurar atendimento em uma das Unidades do Sest Senat. Além disso, fisioterapeutas, promotores de esporte e lazer e educadores físicos do Sest Senat vão orientar os motoristas sobre a necessidade de tornar a atividade física um hábito para melhorar a saúde e o bem-estar desse público que trabalha exclusivamente sentado por muitas horas durante o dia.
A abordagem dos motoristas ficará a cargo dos agentes da Polícia Rodoviária Federal, que irão orientar os caminhoneiros sobre a relação entre saúde e trânsito, buscando a redução do número de acidentes nas rodovias.
A estimativa é de que sejam atendidos aproximadamente 2.400 motoristas, em todo o país, durante o evento, oportunidade em que serão distribuídos kits contendo camiseta, toalha de rosto, boné e um livro com orientações sobre os cuidados com a coluna. Antecipando-se à primeira etapa, as Unidades do Sest Senat de Cuiabá (MT) e da rodovia Fernão Dias (SP) realizaram, no último dia 18 abril, o Comandos de Saúde nas Rodovias, atendendo, juntas, 375 caminhoneiros.
Pela sua penetração e pelos resultados que vem obtendo, a campanha vem chamando a atenção de órgãos internacionais de saúde. Na Unidade de Fernão Dias, o evento contou com a presença da representante da Organização Panamericana de Saúde em Washington (EUA), Eugênia Maria Rodrigues, do diretor do Laboratório de Toxicologia Forense da Universidade de Miami (EUA), Chip Walls, e do representante do Instituto Norueguês de Saúde Pública, Gjerde Hallvard.
Abaixo a relação das Unidades do Sest Senat que vão realizar os Comandos de Saúde e, ainda, os locais nas rodovias onde acontecerá a campanha:
SRPRF/DISTRITO 1º C.S.R. 18/04/2012 – Local - UNIDADES SEST SENAT
1ª/GO BR-153 – Km 610, município de Morrinhos – GO Goiânia/GO
3ª/MS BR-163 – Km 453, município de Campo Grande – MS Campo Grande/MS
4ª/MG BR-381 – Km 353, município de João Monlevade – MG João Monlevade/MG
5ª/RJ BR-101 – Km 269, município de Rio Bonito – RJ São Gonçalo/RJ
7ª/PR BR-116 – Km 95, município de São José dos Pinhais – PR Curitiba/PR
8ª/SC BR-470 – Km 135, município de Rio do Sul – SC Blumenau/SC
9ª/RS BR-285 – Km 291, município de Passo Fundo – RS Passo Fundo/RS
10ª/BA BR-324 – Km 604, município de Simões Filho – BA Simões Filho/BA
11ª/PE BR-232 – Km 27, Posto de Moreno – PE Recife/PE
12ª/ES BR-101 – Km 15, município de Viana/ES – Posto e Hotel Flecha Viana/ES
13ª/AL BR-101 – Km 74, município de Rio Largo – AL Maceió/AL
14ª/PB BR-101 – Km 107, município de Alhandra – PB João Pessoa/PB
15ª/RN BR-304 – Km 34, município de Mossoró – RN Natal/RN
16ª/CE BR-116 – Km 019, município de Itaitinga – CE Fortaleza/CE
17ª/PI BR-343 – Km 035, município de Parnaíba – PI Teresina/PI
18ª/MA BR-010 – Km 260, município de Imperatriz – MA Imperatriz/MA
19ª/PA BR-316 Km 24,6, município de Benevides – PA Belém/PA
20ª/SE BR-101 – Km 77, município de Maruim- SE Aracaju/SE
21ª/RO BR-364 – Km 710, município de Porto Velho – RO Porto Velho/RO
1º/DF BR-070 – Km 018, município de Ceilândia – DF Brasília/DF
2º/TO BR-153 – Km 663, município de Gurupi – TO Cariri/TO
3º/AM BR-319 – Km 0, município de Manaus – AM Manaus/AM
4º/AP BR-210 – Km 9, município deMacapá – AP Macapá/AP
5º/RR BR-174 – Km 491, município de Boa Vista – RR Boa Vista/RR

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SAÚDE CONVOCA MÉDICOS CLASSIFICADOS EM CONCURSO

Classificados deverão se apresentar nos dias 22, 24 e 25 de maio na Uerj
A Fundação Saúde dá continuidade à convocação dos candidatos classificados. Nos próximos dias 22, 24 e 25 de maio (terça-feira, quinta-feira e sexta-feira, respectivamente), serão convocados candidatos classificados para a vaga de médico nas seguintes especialidades: anestesiologia, cardiologia, cardiologia/ hemodinâmica, cardiologia/pediatria, cirurgia cardíaca, cirurgia cardíaca/ pediátrica, cirurgia vascular, clínica médica/medicina intensiva, clínica médica/medicina interna, dermatologia, endocrinologia, endocrinologia/pediatria, gastroenterologia/endoscopia, geriatria, hematologia, hematologia/pediatria, hematologia/TMO, hemoterapia, infectologia, nefrologia, neurocirurgia, neurologia, obstetrícia, oftalmologia, ortopedia e traumatologia, otorrinolaringologia, pediatria, pediatria/medicina intensiva, pediatria/ neonatologia intensiva, pneumologia/broncoscopia, proctologia, psiquiatria, radiologia, radiologia/ultrassonografia e urologia.

Serão convocados 1481 candidatos para 11 unidades. Os classificados deverão comparecer à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), na Capela Ecumênica, e apresentar a documentação exigida pelo Edital nº01/2011 e o telegrama de convocação, além de escolher a unidade de lotação. A efetivação desses profissionais e a realização do exame admissional ocorrerão progressivamente, de acordo com cronograma previamente estabelecido.

A Fundação Saúde iniciou no dia 07/02 o processo de convocação dos classificados no concurso público regido pelo Edital nº01/2011. A relação dos candidatos convocados também está divulgada nos sites da Fundação Saúde: www.fundacaosaude.rj.gov.br e da Ceperj (Fundação Centro Estadual de Estatísticas), www.ceperj.rj.gov.br.

Em caso de dúvida, os candidatos podem entrar em contato diretamente com a Fundação Saúde pelos telefones (21) 2380-1372 e 2380-1358 ou pelo endereço eletrônico: concurso@fundacaosaude.rj.gov.br.

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Rio é o segundo com mair número de pessoas acima do peso

O secretário de Estado de Saúde, Sérgio Côrtes, participou da série de debates Encontros O Globo – Saúde e Bem-Estar, na noite da última quarta-feira (16), na Casa do Saber, na Lagoa, Zona Sul do Rio. Com o tema obesidade em pauta, Côrtes falou ao lado dos médicos Cláudio Domenico e Amélio Godoy, da Nutricionista Virgínia Barroso e da psicóloga Mônica Duchesne.

- O Rio é a segunda capital mais gordinha do país. Os principais fatores de doenças cardiovasculares estão associados à obesidade. Isso sem falar de diabetes e problemas renais, entre outros. O problema atinge, sobretudo, as classes C e D pelo acesso fácil de alimentos de má qualidade e pela dificuldade de armazenamento de frutas, legumes e verduras. A maior intervenção que temos que fazer é na educação – ponderou o secretário.

Esta não é a primeira vez que a Secretaria de Estado de Saúde participa do evento. No dia 18 de abril, o diretor do Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro (Iecac) esteve no debate sobre “Atividades Físicas: benefícios, dicas e riscos do sedentarismo”. As palestras são gratuitas, abertas ao público e abordam temas do cotidiano da população, sempre relacionados à saúde.

Metade da população do Rio está acima do peso – No país, esta proporção avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011, segundo estudo recente do Ministério da Saúde. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8% em todo país. A taxa de sobrepeso na população da cidade do Rio de Janeiro é ainda maior que a média nacional, chegando a 49,6%. Na capital fluminense, 16,5% da população sofre de obesidade.
Programa Estadual de Obesidade

Atenta a esse comportamento da população e à evolução da doença, a Secretaria de Estado de Saúde implantou em dezembro de 2010 o Programa Estadual de Obesidade. Ele funciona no Hospital Estadual Carlos Chagas (HECC), sob a coordenação do médico Cid Pitombo, mestre e doutor em cirurgia e membro do Comitê de Educação Continuada da Sociedade Americana de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e também membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Videoendoscópica.

Tropa de Elite da Saúde

Até hoje, foram atendidas 600 pessoas dentro do projeto e quase 298 tiveram suas vidas completamente alteradas por conta da cirurgia bariátrica. A meta para 2012 era chegar às 300 cirurgias, mas como essa marca deve ser batida nos próximos dias, o resultado de todo o ano será um recorde. O Rio de Janeiro é o único estado do país a possuir uma unidade de saúde com tomógrafo computadorizado para obesos. O equipamento está instalado no Hospital Estadual Carlos chagas (HECC), em Marechal Hermes, Zona Oeste do Rio.

O cirurgião Cid Pitombo é considerado um dos integrantes do grupo de médicos reconhecidos nacional e internacionalmente e que hoje fazem parte do grupo de profissionais que atua na rede pública estadual de saúde. Há exatos 20 anos, ao sair da faculdade, Pitombo foi para os Estados Unidos se especializar em cirurgia laparoscópica. Voltou ao Brasil cinco anos depois para aprender sobre cirurgias da obesidade e, ao final do mestrado e doutorado, passou por grandes centros de cirurgia bariátrica nos EUA. Logo percebeu que os conhecimentos sobre laparoscopia e obesidade eram uma área a ser explorada.

Até chegar ao Hospital Carlos Chagas, a vivência de Pitombo na rede pública foi curta. “Tinha acabado de voltar dos Estados Unidos e foi um choque encarar as deficiências que havia na época. A saúde pública há 15 anos estava completamente abandonada”, conta. Em paralelo ao Carlos Chagas, ele continua operando na rede privada, aonde uma cirurgia chega a custar R$ 100 mil.

O Governo do Estado do Rio de Janeiro tem o primeiro programa com a totalidade das cirurgias bariátricas feitas exclusivamente por vídeolaparoscopia. A utilização da técnica apresenta diversas vantagens na comparação com as técnicas convencionais: reduz o tempo de cirurgia e anestesia; menor incidência de complicações imediatas ou no pós-operatório; retorno mais rápido às atividades cotidianas e ao trabalho e resultado estético superior aos das técnicas convencionais. Além disso, a técnica – feita através de pequenos furos, nos quais são introduzidos uma microcâmera e micropinças – apresenta menos de 1% de mortalidade em grupos operados.

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Mortes provocadas pela dengue caem 80%

Paula Laboissière/ABr

Brasília – Pesquisa divulgada hoje (17) pelo Ministério da Saúde revela uma queda de 87% no número de casos graves de dengue registrados no país nos quatro primeiros meses do ano – foram 8.630 em 2011 contra 1.083 em 2012.
De acordo com o estudo, o número de mortes provocadas pela doença também caiu durante o mesmo período, passando de 374 em 2011 para 74 em 2012. Houve redução de 80%.

Ao todo, 286.011 casos de dengue foram notificados em todo o país entre janeiro e abril deste ano, o que representa uma queda de 44% em relação ao total registrado nos quatro primeiros meses de 2011 (507.798 casos).

O levantamento mostra que dez estados concentram 81,6% dos casos notificados em 2012 – Rio de Janeiro (80.160), Bahia (28.154) e Pernambuco (27.393) lideram o ranking. Já os municípios com o maior número de casos são Rio de Janeiro (64.675), Fortaleza (10.156) e Recife (6.343).

Considerando a incidência da dengue (proporção de caso para cada 100 mil habitantes), as três cidades com as maiores taxas no país são Palmas (2.494,7), Itabuna (1.445,3) e Rio de Janeiro (1.045,4).

O estudo mostra que todos os quatro tipos de dengue permanecem em circulação no país, sendo que, nos quatro primeiros meses deste ano, os tipos 1 e 4 foram os mais comuns, com 59,3% e 36,4% de um total de 2.098 amostras positivas.

A distribuição dos subtipos, entretanto, apresenta variações de acordo com a localidade. No Norte, houve predominância do tipo 4 (85,5%). Nas regiões Sul (83,8%) e na Nordeste (81,5%). Já no Centro-Oeste, a circulação desse tipo de vírus ficou em 53,3% e no Sudeste, 49,7%.

O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, lembrou que o verão constitui o período em que ocorre mais transmissão de dengue no Brasil. Segundo ele, 95% dos casos da doença são registrados no primeiro semestre do ano.

“Foi anunciado, no ano passado, que uma das nossas prioridades era reduzir os casos graves e os óbitos. Uma série de medidas foi adotada”, disse, ao citar o repasse de R$ 92 milhões para 1.158 municípios como adicional de 20% aos recursos regulares. “A gente vê que isso tem impacto”, completou.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a estratégia de combate à dengue por meio do controle do mosquito é ultrapassada. Segundo ele, o novo enfoque da pasta está na integração de ações de cuidado à saúde, como redução do tempo de espera para diagnóstico e início do tratamento.

“Essa tendência [de queda dos números] não pode ser justificativa para retirarmos a frota de campo. Ela só reforça a necessidade de continuarmos com as ações”, ressaltou. Segundo Padilha, o Brasil vai manter os investimentos também na criação de uma vacina contra a dengue. Atualmente, três estudos estão em andamento no país.

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Vacinação contra gripe prossegue com baixa procura no RJ

Agência Brasil —
Rio de Janeiro – A menos de dez dias para o fim da campanha nacional de vacinação contra a gripe, a Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro informou hoje (17) que apenas 29% da população fluminense foi imunizada. O índice é considerado pela secretaria muito baixo em relação à meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, fixada em 80%.

De acordo com superintendente estadual de Vigilância Epidemiológica e Ambiental de Saúde, Alexandre Chieppe, a baixa procura aos postos de vacinação até o momento deve-se ao costume da população de participar da campanha nos últimos dias, como aconteceu em anos anteriores. Chieppe disse que a vacina é extremamente segura, descartando a possibilidade de que o baixo interesse das pessoas possa estar ligado ao medo de reações após a aplicação do imunizante.

Ainda de acordo com Alexandre Chieppe, seria importante que as pessoas procurassem os postos de vacinação o mais rápido possível, para evitar maiores transtornos. “Algumas pessoas podem ter uma síndrome febril, o que inviabiliza a vacinação. Como consequência, acabariam perdendo o prazo da campanha ou enfrentando filas”, destacou.

Segundo Chieppe, a escolha do outono como período da campanha de vacinação é estratégica por anteceder ao inverno. “A gente já está chegando na fase de maior incidência da influenza [gripe]. A temperatura está caindo e as pessoas ficam mais aglomeradas em ambientes fechados, o que é muito propício para a doença”, alertou.

A campanha nacional de vacinação contra gripe acontece até o dia 25 de maio. No Rio de Janeiro, a Secretaria de Saúde está disponibilizando mais de 4 mil pontos de imunização em todo o estado. O alvo da vacinação são idosos de 60 anos ou mais, crianças entre 6 meses e 2 anos de idade, gestantes, indígenas e trabalhadores da área da saúde.

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