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ARTESANATO FLUMINENSE SERÁ DIVULGADO NO FASHION BUSINESS

Charline Fonseca – Imprensa RJ
Treze artistas fluminenses expõem suas peças em um estande de 108 metros quadrados montado pelo Estado

Artesãos fluminenses ganharam a oportunidade de divulgar e negociar seus trabalhos na maior bolsa de negócios da América Latina, o Fashion Business, aberto nesta terça-feira (22) no terraço do shopping Fashion Mall, em São Conrado. Em um estande de 108 m², montado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços em parceria com o RIOSOLIDARIO, 13 atrações terão suas peças expostas em busca de oportunidades de expansão de negócios.

A parceria entre a secretaria e o programa de responsabilidade social do Governo do Estado já beneficiava artesãos ao garantir espaço na Feira da Providência, onde as peças são vendidas ao consumidor final. Segundo o coordenador do Programa Estadual de Artesanato, Augusto Cardoso, a diferença é que, no Fashion Business, o público-alvo são as lojas ou empresas que se interessem pela produção em grande escala.

- É fundamental fomentar a atividade, já que ela gera sustento e emprego onde a oferta de postos de trabalho formal é pequena. O objetivo é inserí-los no mercado para que eles tenham condições de se sustentar e crescer sozinhos. Essa foi a forma que o Estado encontrou de colocar os artesãos de frente com os compradores diretos, aumentando o lucro e, consequentemente, a renda desses trabalhadores – explicou o coordenador.

A presidente do RIOSOLIDARIO, Daniela Pedras, ressalta que o objetivo é divulgar o trabalho dos produtores que participam de arranjos produtivos locais, valorizando a marca Rio.

- Esse é um estande inclusivo, autossustentável, que valoriza as regiões turísticas do estado. A expectativa é que grifes nacionais e internacionais possam descobrir aqui talentos e possibilidades de parceria a partir da compra de novos produtos – disse Daniela.

Marcia Rigoni, que confecciona peças de roupa e acessórios com a técnica de patchwork afirma que o programa foi fundamental para o desenvolvimento de sua marca.

- Quando comecei, éramos apenas eu e mais três pessoas. Eu vendia as peças na praia de Geribá, em Búzios, e garantia retorno no verão. O programa ajudou na divulgação do nosso trabalho, através de participação em várias feiras, e nossa produção aumentou muito. Agora, já somos 15 pessoas trabalhando e vendemos o ano inteiro – afirmou a artesã, cadastrada na casa do Artesanato há três anos.

Responsável pela Casa de Arte da Rocinha – que aposta em produtos de decoração criativos, com a cara do Rio – José Luiz Summer espera que a parceria com lojistas agregue ainda mais valor ao trabalho dos artesãos.

O Fashion Business – que acontece até o dia 25 de maio – reafirma a moda como instrumento estratégico para o desenvolvimento econômico e social do estado. A expectativa é que cada marca expositora – são 170 nesta edição – aumente em 20% suas vendas em relação ao mesmo período do ano passado.

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NOVOS SERVIDORES DEVEM AGUARDAR PARA FAZER RECADASTRAMENTO

Apenas quem já foi chamado e não compareceu deve ir à Secretaria de Planejamento
A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão avisa que os servidores civis e militares ativos e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro que ingressaram no Estado a partir de janeiro de 2011 não devem comparecer ao posto do Projeto Identidade Funcional da Secretaria até o dia 25. O recadastramento agora é apenas para aqueles que já foram chamados três vezes e não compareceram. Nesse grupo, só estão aqueles que ingressaram no Estado até 2010.

Além disso, nenhum aposentado ou pensionista impedido de locomoção deve se recadastrar agora. Essas pessoas, que já informaram sua condição ao Rio previdência por telefone ou pelo site, devem aguardar contato do órgão. Elas terão um tratamento especial e não devem se preocupar.

O pagamento só será suspenso a partir de junho para os servidores que foram convocados em três oportunidades, através de agendamento disponível no site do projeto e/ou carta solicitando sua presença e não se manifestaram. Para o servidor saber se está na lista dos que terão a remuneração suspensa, basta acessar o site do Projeto Identidade Funcional (www.idfuncional.rj.gov.br) e clicar no link “Terceira Chamada” e depois em “Consulte seu Agendamento”. O servidor ativo ou inativo deverá selecionar o seu órgão e informar a matrícula. Os pensionistas devem selecionar IPERJ-Pensão.

Caso o servidor não se lembre se já fez o recadastramento, basta acessar o site do Projeto Identidade Funcional (www.idfuncional.rj.gov.br) e clicar na opção “Comprovação de Comparecimento”, no menu à esquerda da tela. Quem já compareceu, não precisa se recadastrar novamente.

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APPO promove segundo bazar beneficente do ano

De 28 de maio a 09 de junho, das 9h às 18h a APPO promove bazar beneficente na Galeria Regente localizada à Rua Paulo Barbosa, nº 143 – loja 04 – Centro – Petrópolis/ RJ.
Desde a fundação em maio de 1992, a APPO promove bazares com o intuito de angariar fundos para cumprir sua função que primordialmente é a de prestar apoio e assistência aos pacientes oncológicos e familiares proporcionando uma melhor qualidade de vida e consequentemente um melhor enfrentamento da doença e do tratamento.

Ana Cristina Coelho Mattos, presidente da APPO, explica que a Associação promove anualmente pelo menos quatro grandes bazares. “Costumamos promover dois bazares no primeiro semestre do ano e mais dois no segundo semestre. O mês varia de acordo com a disponibilidade das salas”, detalha.

Normalmente os bazares são realizados na loja que pertencente à Catedral São Pedro de Alcântara, que fica na Galeria Regente e na sala da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Praça da Inconfidência.

De acordo com a presidente todos podem doar roupas, calçados, brinquedos, bolsas, bijuterias, eletrodomésticos e utensílios domésticos, entre outros. Basta deixar a doação na sede da APPO, no Shopping 608 localizado à Rua Teresa, 608 – Alto da Serra, ou na sala de atendimento que fica no CTO – Centro de Terapia Oncológica à Rua Dr. Nelson Sá Earp, 309 – Centro. Ana Cristina apenas frisa é importante que as doações estejam em bom estado para venda. “As roupas precisam estar em perfeitas condições, principalmente limpas”.

Sobre a possibilidade de promover mais de quatro bazares por ano, Ana Cristina explica que uma das maiores dificuldades é encontrar espaços aptos para a realização e em pontos estratégicos favoráveis. “Precisamos da colaboração dos empresários que possam nos emprestar as salas. Nossa maior fonte de lucro é proveniente dos bazares, mas não conseguimos realizar mais quantidade por não termos espaço disponível”, detalhou.

Com relação ao lucro obtido com os bazares, Ana Cristina explica: “a verba do bazar, paga praticamente todas as despesas da APPO. Vale lembrar que a APPO não possui uma receita fixa e é com essa verba que pagamos três funcionárias, impostos, luz, água telefone e o condomínio das salas localizadas no Shopping 608 na Rua Teresa. Além disso, comprarmos medicamentos, pagamos consultas médicas e exames”.

Os interessados em ajudar além das doações também podem se candidatar como voluntários e ajudar a separar as doações, lavar, passar e costurar as roupas que não chegam em bom estado e também fazer parte da escala para apoiar na venda das mercadorias durante as duas semanas do bazar. Mais informações podem ser obtidas através dos telefones (24) 2242-0956 e (24) 2231-1610.

SERVIÇO
Bacana, Barato, Bazar
Datas: De 28 de maio a 09 de junho
Horário: das 9h às 18h
Local: Galeria Regente
Rua Paulo Barbosa, nº 143 – loja 04
Centro – Petrópolis/ RJ
Mais Informações: (24) 2242-0956/ (24) 2231-1610

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MUTIRÃO PARA A EMISSÃO DE DOCUMENTOS

Floriano Rodrigues/Imprensa RJ
Jardim Gramacho foi o primeiro bairro a receber a ação que acontecerá em todo o estado

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos realizou no último sábado (19) o primeiro mutirão do Projeto de Erradicação do Subregistro Civil, em Jardim Gramacho. O objetivo foi a emissão de documentação básica para os catadores do Aterro sanitário de Gramacho. Ao todo, foram feitos 513 atendimentos. Os serviços oferecidos foram: segunda via da certidão de nascimento (44), CPF (87), Identidade (113), Carteira de Trabalho (63), Certificado de Reservista (26) e o pedido para o registro civil tardio. A Defensoria fez 180 atendimentos como isenção para emissão de segunda via de documentos e outros serviços jurídicos.

Para Tula Brasileiro, gestora do Projeto de Erradicação do Subregistro Civil, a união de todos os órgãos para este serviço é fundamental para o projeto funcionar e estas pessoas passarem a existir legalmente.

- O projeto, com suas várias ações, vai dar mais do que documentação a estas pessoas, vai dar dignidade. Além dos mutirões, que acontecerão em todo o estado, vamos fazer com que o registro ocorra cada vez mais próximo do nascimento. Para isso, serão montadas 60 unidades de cartório interligadas, nas maternidades com alto número de partos em locais com baixo IDH no estado – completa ela.

Júlio César Silva dos Santos foi um dos que fizeram toda a documentação.

- Perdi alguns documentos em um assalto e depois todos os outros quando meu barraco encheu com as chuvas. Cheguei aqui às 6h e sou o primeiro. Achei isso uma maravilha, tudo junto e de graça. Quem não quer isso? – comemorou Júlio.

Maria das Graças Malaquias, 56 anos, estava com seu filho especial Jonatan, de 17 anos. A mãe obteve sua carteira de identidade e o filho fez a identidade e o CPF. Ela, que vive com um salário mínimo do Benefício de Prestação Continuada (BPC) de Jonatan, os R$ 178 de Bolsa Família e R$ 52 do Renda Melhor, comemorou muito a ajuda da Defensoria para solucionar o problema do Minha Casa, Minha Vida.

- Eu fui contemplada pelo Minha Casa, Minha Vida, mas não conseguia resolver por falta de conhecimento. E eu tenho direito. Só assim eu pude fazer isso. Não tenho como deixar o Jonatan sozinho ou ir longe com ele – disse, toda sorridente.

O presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado do Rio de Janeiro (Arpenrj), Cláudio Almeida, comemorou o evento.

“Esta iniciativa tem que acontecer com mais freqüência, para que o problema seja acompanhado de perto e resolvido. Continuidade é fundamental. A reunião de todos estes órgãos evita que os serviços sejam pulverizados e se desperdice tempo e esforços”, concluiu.

O evento foi realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos e pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos de Duque de Caxias , em parceria com a Defensoria Pública do Estado, Cartório de registro Civil de Pessoas Naturais, DETRAN, Ministério do Trabalho, Ministério da Fazenda, Caixa Econômica Federal e Exército Brasileiro.

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Rio lança Plano Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo

Flavia Vilella/ABr —
Rio de Janeiro – A partir de hoje (22) o Disque Denúncia do Rio de Janeiro passará a receber informações sobre locais que abriguem trabalhadores em situação análoga à escravidão em todo o estado. As denúncias podem ser feitas pelo telefone (21) 2253-1177 que funciona 24 horas. A medida faz parte do Plano Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo que será lançado nesta manhã.

A coordenadora do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas da secretaria, Graziella Rocha, explicou que cerca de 60 operadores do Disque Denúncia receberam qualificação para identificar nas denúncias indícios de situação análoga à escravidão.

“Ensinamos aos operadores uma série de conceitos e de perguntas que devem ser feitas no ato da denúncia, como, por exemplo, se tem cerceamento de liberdade, vigilância armada, se essa pessoa recebe salário, se tem o direito de voltar para casa, enfim, meios para identificar se realmente esse caso é de trabalho escravo ou não.”

Segundo a coordenadora, os casos mais comuns no Rio de Janeiro ocorrem na extração de pedras para a construção civil, em Santo Antonio de Pádua, e no cultivo de cana, em Campos de Goytacazes, ambos municípios localizados no Norte do Rio.

O plano foi elaborado ao longo do ano passado pela Comissão Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-RJ) com representantes de 19 entidades civis. É composto de 41 ações a serem implementadas em até dois anos.

Além da criação de redes de enfrentamento e políticas públicas, o plano prevê um mapeamento das práticas de trabalho escravo e uma campanha para conscientizar a população. “Ainda não há previsão de aporte de recursos do estado para a campanha, mas esse é um dos maiores anseios da sociedade civil para que sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre esse tema.”

Após registrada a denúncia, o caso será informado ao Ministérios do Trabalho que enviará auditores regionais para fiscalizar a situação e identificar se há trabalho escravo no local denunciado.

O lançamento do novo serviço ocorre no mesmo dia em que está prevista a votação, na Câmara dos Deputados, do Projeto de Emenda Constitucional 438/2001, conhecida como PEC do Trabalho Escravo (PEC 438/2001). Ruralistas e entidades empresariais são contra a proposta.

Graziella informou que a Coetrae vai divulgar para a imprensa e na internet uma lista dos deputados que votarem contra, a favor e que não comparecerem à votação. “Esse lançamento é justamente para dar força ao movimento social em prol da PEC para que ela seja aprovada sem nenhum acordo, sem que o conceito de trabalho escravo seja posto em discussão, pois esse é um conceito que está mais do que consolidado. Isso tudo é artimanha da bancada ruralista para tentar atrasar essa votação, mas ela é suma importância para a repressão.”

Dados do Ministério do Trabalho apontam que, em 2011, foram libertados 53 trabalhadores em situação análoga à escravidão no Rio. Já no primeiro trimestre de 2012 o município de Vassouras, no Sul do estado, se destacou pela exploração de mão de obra escrava na produção de tomate, ainda sem números consolidados. Em 2009, o estado fluminense liderou os índices de resgate de trabalhadores em situação análoga à escravidão. Dados apontam que 715 trabalhadores foram resgatados pelo Ministério Público do Trabalho no estado, de um total de 4.283 em todo o Brasil.

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Empresa petropolitana lança “Campanha do Agasalho”

Ascom —
O frio chegou e promete ficar ainda por um bom tempo, já que o inverno ainda nem começou. Nestas horas a busca por uma roupa mais quente logo começa nos armário e lojas, mas existem muitas pessoas que não têm esta oportunidade e dependem do próximo para estar aquecido nos dias gelados. Pensando nisso a Construtora SOLIDUM decidiu lançar a “Campanha do Agasalho”. No início, este seria apenas um projeto interno, mas verificando a necessidade de muitas pessoas a empresa decidiu ampliar a iniciativa e contar com a colaboração do povo petropolitano.
A empresa irá funcionar como um posto de coleta, com vistas a angariar roupas novas e usadas, de preferência casacos, blusas e calças, além de cobertores, luvas, cachecóis, gorros e meias (novas). Todas as peças recolhidas serão doadas para duas instituições já conhecidas na cidade por realizarem um trabalho sério com crianças e idosos. São eles: o Lar Santa Catarina e a Casa de Benefícios Alcides Castro.
O Lar Santa Catarina, situado no bairro Independência, fundado em 1995 atende hoje 36 crianças e jovens portadores de algum tipo de deficiência mental, em situação de vulnerabilidade social, que foram abandonados ou desassistidos por suas famílias, devido a problemas diversos, cabendo ao juizado à avaliação social e o encaminhamento dos casos.
Praticamente todos eles moram no local e dependem completamente do atendimento da unidade. Lá contam com cinco refeições diárias, dormitórios e uma equipe técnica formada por terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, nutricionista, médica, assistente social, enfermeira, psicóloga, técnicos e auxiliares de enfermagem, além de cozinheira e lavadeira. Para manter toda esta estrutura e atender a todos de maneira digna eles contam com um convênio com o governo do estado e outro com a Fundação da Infância e Adolescência, que cobrem apenas as folhas de pagamento dos funcionários. Para todo o resto eles dependem da boa vontade dos doadores.
Na Casa de Benefícios Alcides Castro, no Quitandinha, a situação é bem parecida. A diferença é que lá o atendimento é prestado aos idosos. Fundada em 1998, a instituição que começou atendendo apenas duas pessoas hoje cuida de 44, entre homens e mulheres. No quadro de funcionários estão também enfermeira, fisioterapeuta, assistente social, técnicas e auxiliares de enfermagem, cuidadores, faxineira, cozinheiras e motoristas. Para cobrir as despesas de folha de pagamento destes profissionais e todos os gastos com alimentação, assistência médica, aluguel e manutenção do imóvel eles recebem pouco mais de R$ 5 mil da Prefeitura de Petrópolis e a ajuda de algumas famílias dos internos. A realidade faz com que dependam constantemente de doações para manter a casa aberta.
Além de roupas, entre as principais necessidades das duas instituições, estão material de limpeza e higiene pessoal. Carnes, legumes, verduras, frutas também são muito bem vindos.
“É muito importante à ajuda de toda população para que a gente possa manter nossa casa aberta e proporcionar qualidade de vida aos nossos idosos. Além das doações, as visitas são importantes tanto para interagir com eles quanto para conhecer de perto o trabalho que desenvolvemos”, disse Míriam Maria Geraldo, tesoureira da Casa de benefícios Alcides Castro.
Fernanda Ávila, presidente do Lar Santa Catarina também faz questão de deixar uma mensagem final e ressaltar a importância da participação de todos.
“Para termos condições de realizar esse trabalho, a instituição necessita realmente do apoio da comunidade. Somente assim e através de uma ação integrada, onde cada um contribui e participa da forma que pode é que temos como dar continuidade a nossa missão”.
As doações da Campanha do Agasalho devem ser feitas até o dia 21 de junho, na sede da Construtora SOLIDUM, situada na Av. Dom Pedro I, nº 157, Centro Petrópolis.

Serviço
Campanha do Agasalho Construtora SOLIDUM

Posto de Coleta – Sede da Construtora SOLIDUM
Endereço: Av. Dom Pedro I, nº 157, Centro
Informações: (24) 2244-6136

Lar Santa Catarina
Endereço: Rua Prefeito Iêdo Fiuza, 650 – Independência
Informações: (24) 2245-2155 ou (24) 2231-0024

Casa de Benefícios Alcides Castro
Endereço: Rua Pará, nº 130 – Quitandinha
Informações: (24) 2243-9923 ou (24) 92667621

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Desrespeito ao ciclista e falta de bicicletários desestimulam o uso de bicicletas no Rio

Vitor Abdala/ABr —
Rio de Janeiro – A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), marcada para o mês que vem, no Rio de Janeiro, terá como um dos temas em debate o incentivo ao uso da bicicleta. Além de bicicletários, os organizadores da conferência prometem disponibilizar bicicletas para os participantes circularem entre os locais do evento.

Mesmo antes da conferência, o município do Rio de Janeiro já tinha decidido fazer da bicicleta um dos principais meios de transporte da cidade. Em quatro anos, a prefeitura ampliou em 120 quilômetros (km) a rede de ciclovias e ciclofaixas do município que, de 150 km em 2008, já soma 270 km.

A meta é ampliar para 300 km até o fim do ano e, até 2016, ano das Olimpíadas no Rio, chegar a 450 km. Para José Lobo, presidente da organização não governamental (ONG) Transporte Ativo, que estimula o uso de bicicletas na cidade, números ainda longe do ideal.

Ele destaca, no entanto, que o tamanho da malha cicloviária não está entre os maiores desafios para quem opta pela bicicleta como meio de transporte no Rio de Janeiro. Segundo Lobo, um dos principais problemas enfrentados pelos ciclistas é o desrespeito dos motoristas.

“Capitais como Amsterdã [na Holanda] e Copenhague [na Dinamarca], onde o uso da bicicleta é gigantesco, não têm uma malha muito maior do que a nossa. O que acontece lá é que os motoristas são educados. Todas as ruas e pessoas estão preparadas para lidar com o ciclista, então, você pode circular na cidade inteira com segurança, independentemente de ter uma estrutura segregada [para o ciclista]”, disse Lobo.

Segundo ele, a conscientização dos motoristas é fundamental porque, em determinados lugares, não há como instalar ciclovias. Nessas áreas, os ciclistas precisam dividir espaço com carros e ônibus. “A gente nunca vai conseguir ter ciclovias na cidade inteira. As pessoas precisam saber que aquela bicicleta que está no trânsito não está atrapalhando, mas ajudando o trânsito a fluir melhor”.

Outro problema citado é a falta de estacionamentos específicos para bicicletas, os chamados bicicletários. Ele explica que esses serviços são fundamentais para que as pessoas passem a usar mais a bicicleta como meio de transporte e, também, para facilitar a integração com ônibus, trens, barcas e metrôs. “A bicicleta é um grande veículo de bairro, para distâncias de 3 a 5 quilômetros. Por isso, é importante estar integrada ao transporte público. Eu posso pedalar até o metrô ou o terminal de ônibus, mas, muitas vezes, não tenho onde guardar a bicicleta. Uma legislação do ano passado liberou os ciclistas para prender as bicicletas nos postes, mas não é a mesma coisa”, disse.

Segundo o subsecretário municipal do Meio Ambiente do Rio, Altamirando Moraes, há mais de 3 mil bicicletários públicos (nos quais é possível estacionar pelo menos duas bicicletas por vez) na cidade. Até a Copa do Mundo de 2014, a proposta é instalar mais mil.

Ele explica que a prefeitura também facilitou o processo para que o comércio instale bicicletários nas calçadas. Basta solicitar a instalação, por e-mail, para a Secretaria de Meio Ambiente. Moraes informou ainda que a prefeitura instalou bicicletários em diversas estações de trem e metrô da cidade.

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Forte tremor de terra é sentido em Montes Claros

Sabrina Craide/ABr
Brasília – Os moradores de Montes Claros (MG), que fica a cerca de 400 quilômetros de Belo Horizonte, sentiram na manhã de hoje (19) um forte tremor de terra em todos os bairros da cidade. Segundo o Corpo de Bombeiros do município, o tremor foi registrado às 10h50, e não houve vítimas.

De acordo com o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), a intensidade do tremor ficou entre 3,8 e 4,2 graus na escala Richter. O professor Lucas Barros, chefe do observatório, explicou que a magnitude exata não pôde ser medida no momento do fenômeno, e a avaliação foi feita com base em tremores anteriores e na descrição dos moradores da cidade.

Mais de 50 chamadas foram feitas para os bombeiros na manhã de hoje, a maioria solicitando orientações e vistoria de prédios. Foram registradas rachaduras leves no prédio do shopping popular da cidade e em um dos prédios da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes).

No dia 2 de abril, o Observatório Sismológico registrou uma série de quatro pequenos tremores de terra em Montes Claros, com magnitude máxima de 3 graus na escala Richter.

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Procedimentos de Eutanásia são revistos pelo CFMV

Ascom —

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) editou nova resolução sobre procedimentos e métodos de eutanásia em animais. A Resolução foi publicada hoje, dia 17 de maio, no Diário Oficial da União.
“O Médico Veterinário está qualificado e luta pela vida dos animais, porém, em alguns casos, principalmente, nas doenças em estado terminal ou em casos de traumatismo irreversível, faz-se necessária a eutanásia para que o animal não continue em sofrimento. A atualização da Resolução foi necessária, principalmente, para a incorporação de alguns métodos”, esclareceu o Presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda.
Ele lembra que a regulamentação do CFMV é a única referência legal que o Brasil dispõe para normatizar tal prática. Arruda diz enfaticamente que esta é uma atribuição exclusiva do Médico Veterinário. “Apenas o Médico Veterinário tem formação para fazer o diagnóstico, realizar o procedimento da forma correta e com o menor sofrimento possível, e por fim, atestar o óbito do animal”, completa.
As mudanças também se basearam em recente alteração promovida na legislação da Associação Americana de Medicina Veterinária e de outros países da Europa. “A Resolução do CFMV é uma referência também para as atividades que usem animais com finalidade didática ou científica, no caso da experimentação animal. Por isso a necessidade de estarmos alinhados às normativas internacionais e à incorporação de novos fármacos e procedimentos”, esclareceu o presidente da Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal (CEBEA) do CFMV, Alberto Neves Costa. A Comissão foi a responsável por sugerir as alterações na normativa.
Detalhes – O texto cita os princípios básicos norteadores dos métodos de eutanásia. São eles: elevado grau de respeito aos animais; ausência ou redução máxima de desconforto e dor nos animais; busca da inconsciência imediata seguida de morte. Ausência ou redução máxima do medo e da ansiedade; ausência ou mínimo impacto ambiental; ausência ou redução máxima de riscos aos presentes durante o procedimento e, por fim, ausência ou redução máxima de impacto emocional e psicológico no operador e nos observadores. “Esses princípios tem como base principalmente o bem-estar animal, valor que cada vez ganha importância para os profissionais e para a sociedade”, esclarece o membro da CEBEA/CFMV, Marcelo Weinstein Teix eira.
A Resolução diz que é obrigatória a participação do Médico Veterinário na supervisão ou execução em todas as circunstâncias e detalha as obrigações do profissional. Sobre os métodos e procedimentos, são aceitáveis pelo CFMV apenas aqueles que, cientificamente, produzam a morte humanitária. No Anexo 1, da Resolução CFMV no. 1000, foram detalhadas as metodologias de acordo com a espécie e até os procedimentos para eutanásia de ovos embrionários.

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Anatel: 2,2 milhões de celulares em abril

Sabrina Craide/ABr —
Brasília – No mês de abril foram registrados 2,2 milhões de habilitações de telefones celulares no país. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o número é o maior já registrado no período nos últimos 13 anos e representa um crescimento de 0,86% em relação a março. No total, o Brasil já tem 252,9 milhões de linhas de celulares ativas.

Os terminais 3G (banda larga móvel) totalizaram 54,3 milhões de acessos no país, com um crescimento de 4,47% em relação ao mês anterior. A teledensidade em abril chegou a 129 linhas para cada grupo de 100 habitantes, um a mais que no mês passado. O Maranhão é o único estado onde não existe mais de uma linha ativa para cada morador (85,4 linhas para cada 100 habitantes)

Do total de acessos em operação no país em abril, 206,9 milhões eram pré-pagos (81,79%) e 46,1 milhões pós-pagos (18,21%). A operadora Vivo lidera o mercado brasileiro, com 29,75% de participação, seguida da TIM (26,89%), Claro (24,48%), Oi (18,57%), CTBC (0,28%) e Sercomtel (0,03%).

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Edição de Hoje