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  Acidente

Acidentes de trânsito em Petrópolis fazem duas vítimas por dia

 

Philippe Fernandes

 

Após redução no mês de maio, o número de acidentes voltou a crescer em Petrópolis no mês passado, de acordo com dados da Sala de Trauma do Hospital Santa Teresa, única unidade equipada para receber vítimas em estado grave da cidade. No mês passado, foram atendidas 103 pessoas. O índice é 30% superior ao de maio, quando 79 vítimas de acidente de trânsito foram levadas. No primeiro semestre deste ano, 436 pessoas em estado grave já foram levadas para a Sala de Trauma do HST.

A maior parte dos acidentes no sexto mês do ano teve relação com moto. Foram 53 ocorrências, um crescimento de 55% de um mês para o outro. Foram registrados, ainda, 41 acidentes automobilísticos - um aumento de 13% na comparação com o mês anterior. Em junho houve, ainda, nove atropelamentos, mesmo número registrado no quinto mês do ano.

O perfil das vítimas é composto majoritariamente por homens em idade adulta. No caso dos acidentes envolvendo carro, foram 21 dos 32 casos. Nos atendimentos envolvendo motocicleta, 41 das 53 vítimas tinham esse perfil. Só há uma divisão maior quando se analisa os atropelamentos: no mês passado, quatro pessoas (três do sexo feminino e um do sexo masculino) tinham até 18 anos incompletos, e cinco (sendo quatro homens) com idade entre 18 e 60 anos. Nenhum idoso ou idosa foi vítima de atropelamento no mês passado.

Em média, levando-se em conta os seis primeiros meses do ano, 72 pessoas são atendidas por mês, e duas pessoas por dia. No primeiro semestre, foram 215 acidentados após colisões envolvendo moto, 170 com relação aos automóveis, e ainda outros 51 atropelamentos. Junho foi, de longe, o mês com maior número de ocorrências do ano. Em janeiro, foram 71. Em seguida, duas quedas sucessivas: 67 atendimentos em fevereiro e 55 em março. Em abril, novo aumento, para 72 casos. Em maio, o índice voltou a cair para 68 atendimentos.

SUS é responsável por 84% dos atendimentos

Os índices mostram, mais uma vez, que o Sistema Único de Saúde (SUS) foi o grande responsável pelo atendimento às vítimas de trânsito. Foram 87 atendimentos feitos pela rede pública de Saúde, o que representa 84% de todos os casos envolvendo acidentes na cidade.

Os dados mostram, ainda, de todos os atendimentos - que envolvem também agressão, queda, perfuração por arma de fogo, perfuração por arma branca, acidente por queimadura e com linha de pipa - as vítimas de trânsito foram responsáveis por 84% de todas as 140 pessoas que foram levadas à Sala de Trauma.

A procedência da grande maioria dos atendimentos - 102 - é por parte do Corpo de Bombeiros. Outras 16 pessoas foram levadas ao HST pela Concer, 12 pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e outras 10 por meios próprios. Foram 34 internações, sendo que 25 delas foram por conta do Corpo de Bombeiros, sete pelo Samu e duas pela Concer.



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