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  Diário Comunidades

Assoreamento de Rio preocupa moradores do Duarte da Silveira

Natália Rodrigues natalia.rodrigues@diariodepetropolis.com.br


 Sem dragagem do  rio  desde novembro de 2016, moradores e lojistas da Rua Cel. Duarte da Silveira, temem que novas enchentes aconteçam como no ano de 2010. Na época, a altura da água chegou a encobrir o orelhão.

O técnico em eletrotécnica Evanir de Freitas Campos reside na Rua Elizabeth Justen, que é transversal à via principal e relatou que de todos os transtornos, a falta de dragagem na área é o que mais o atormenta.

- Quando a água chega a um nível muito alto junto com o assoreamento da área, não tem passagem. Se não dragarem esse rio, com as chuvas no final do ano com certeza ele vai transbordar. Já foi época que o rio chegou a 1,5 m e temos muito medo de encher novamente. Esse ano transbordou duas vezes, a via chegou até ser interditada – disse.

- Neste último ano não foi feito nada em relação a isso. E a situação só não piorou porque em 2016 foi feita uma boa limpeza. Anoto todos os pedidos e reclamações que faço com a Prefeitura e com os outros órgãos. Tenho todas as informações anotadas em blocos, mas infelizmente nada de melhoria foi realizado – falou.

O morador acredita que as novas obras que foram feitas nas redondezas favorecem a ocorrência das inundações.

- Essa área aqui não dava enchente não, mas depois da obra na BR-040 e do túnel, toda a água vem para cá. O pessoal tem que colocar as barragens todos os dias, se algum dia esquecer e por ventura chover, já era, a água invade a loja encobre as mercadorias e somos obrigados a jogar fora os produtos – disse.

Margarete de Almeida Macedo da Silva, empresária, também possui uma loja às margens do rio e informa que tanto ela como o vizinho de loja buscam, há anos, solução para o problema.

- Já não aguentamos mais ligar, entramos em contato com o INEA e ouvimos que estão sem verbas e que agora isso é de responsabilidade da Prefeitura. Entro em contato com a Prefeitura e sou informada que o responsável é o INEA, ficam naquele famoso jogo de empurra e até agora nada foi feito. Custa fazerem algo aqui? – indagou.

A empresária explicou que nas noites de chuva fica vigiando o nível do rio. Ela acrescenta que precisou mexer na estrutura da loja em uma medida de evitar novas inundações.

- Quantas vezes vim aqui de madrugada para ver se o rio podia transbordar. Claro que se o rio estiver dragado não  há risco que a água saia, agora não estando e vejo que a chuva está aumentando venho pra cá, e fico no carro vigiando o nível da água, porque a força dela é impressionante e acaba fazendo pressão na porta da loja. Então prefiro vigiar, na outra vez a água encobriu o orelhão e porta ficou empenada, não conseguimos entrar para ver os estragos, precisei da ajuda de um serralheiro ver o estado da loja – disse.

Questionada sobre o assunto, a Prefeitura explicou que a Secretaria de Obras está em fase de planejamento para realizar o serviço de dragagem, autorizado pelo Inea, na região da Duarte da Silveira.



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