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  Greve

Bancários não aderem à paralisação em Petrópolis

Cartilhas sobre a fase de negociação serão distribuídas hoje nas agências

Vitor Garcia – Especial para o Diário

Os bancários do Rio de Janeiro rejeitaram a proposta de reajuste salarial feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), na noite de quarta-feira (8). Com a decisão, muitos sindicatos aprovaram fazer uma paralisação até o meio-dia nesta sexta-feira (9). Em Petrópolis, as agências funcionarão normalmente, e cartilhas serão distribuídas aos clientes e usuários, alertando a população sobre as negociações.

Segundo o sindicato da categoria, uma nova negociação está prevista para o dia 17 de agosto. Até o momento, os bancos ofereceram a reposição da inflação de um ano medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) sobre o salário, auxílio alimentação, refeição e programa de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR). O acordo teria validade de quatro anos, sem aumento real durante todo o período salarial.

Com a reprovação à nível nacional, cada sindicato deliberou uma atividade nesta sexta. Em algumas cidades, haverá a paralisação das atividades bancárias até o meio-dia.

- Em Petrópolis estaremos com as agências funcionando, sem nenhum tipo de alteração. Porém, distribuiremos panfletos informativos, para que as pessoas saibam que estamos em negociação, correndo atrás dos nossos direitos. Um carro de som estará circulando próximo a alguns bancos – disse Marcos Alvarenga, presidente do Sindicato dos Bancários de Petrópolis.

As principais reivindicações dos bancários são as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho, fim das demissões, instrumentos mais efetivos de combate ao assédio moral e às metas abusivas e o aumento real de salário e de todas as verbas remuneratórias, inclusive a Participação nos Lucros ou Resultados. O salário base dos bancários hoje é R$2.134, e a demanda do Comando Nacional é a inflação do período entre 1º Setembro de 2017 a 31 de agosto de 2018, mais aumento real de 5% no salário.

- Os bancos continuam lucrando e desvalorizando seus funcionários. Existe uma data para a próxima rodada de negociação, que vai ser no dia 17. Acreditamos que a Fenaban apresente uma nova proposta com avanços e melhorias. Mas, dependendo do que acontecer, após essa data, será decidido se haverá greve ou não – concluiu.

 



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