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  Diário Comunidades

Continua sem solução o problema das lixeiras no Quarteirão Brasileiro

Natália Rodrigues natalia.rodrigues@diariodepetropolis.com.br

Cinco meses já se passaram e até o momento ainda não foram instaladas lixeiras na Rua Professor João de Deus, no Quarteirão Brasileiro. As antigas e únicas caçambas sofreram ação de vândalos no início do ano. E enquanto isso, os lixos são descartados no chão.

A população fez várias reclamações e pedidos junto a Prefeitura, que na ocasião informou que novas lixeiras de metal seriam instaladas na área. Alternativas também não foram tomadas, como por exemplo, colocar caçambas plásticas enquanto a obra não fosse concluída.

O pedreiro Edison Ribeiro Medina contou que no local antigamente tinham seis caçambas, e mesmo assim já viviam cheias, mas com o passar dos meses, foram sendo retiradas e restaram só três. No início do ano, essas únicas restantes foram queimadas por vândalos.

- Não é a primeira vez que queimam as lixeiras, infelizmente o restante dos moradores está pagando pela ação de uns. O ideal seria construir lixeiras de concreto, porque se colocarem fogo irá queimar só o lixo, mas a estrutura vai suportar. Aqui já teve uma de concreto, mas foi tão mal feita, que a parte de trás caiu no rio – disse.

Edison chama a atenção também para o número insuficiente de lixeiras. Segundo informou, a região é populosa e mesmo a Prefeitura reinstalando essas três caçambas o ideal seria que mais lixeiras fossem espalhadas em outros pontos da comunidade.

- Não parece, mas aqui tem muitas casas, só aquelas três lixeiras já não estavam dando conta, acho que tem que colocar outras lixeiras ou barris para evitar que todo mundo despeje o lixo só ali – contou.

Rafael Ferreira Alves Aleixo, autônomo, explicou que quem não descarta o lixo no local, precisa percorrer cerca de 700 metros até a outra lixeira.

- Cheguei de viagem no dia cinco de janeiro e as caçambas ainda estavam pegando fogo. Infelizmente algum vândalo fez isso, e agora estamos pagando, foi prejudicial para a população ficar sem um local adequado para descartar lixo durante tanto tempo porque já estamos há três meses sem lixeiras. Essa semana ainda havia pouco lixo, mesmo assim dá pra ver o transtorno que tem causado – informou.

O autônomo se preocupa também com o acúmulo de lixo na área que influência no aumento de ratos e baratos nos arredores. Além disso, parte desse lixo acaba caindo dentro do Rio Piabanha, colaborando nas formações de alagamentos em lugares como a Avenida Barão do Rio Branco e Corrêas.

- As três caçambas já não davam conta, porque aqui residem muitas famílias. Mesmo tendo coletas durante a semana, sempre uma boa parte fica no chão. Os cachorros que ficam por ali rasgam as sacolas e espalham o lixo pelo chão. O pior é que boa parte desse lixo acaba caindo dentro do rio e contribui para os alagamentos – contou.

Outro transtorno acontece nos dias de chuva, onde o lixo e a sujeira que ficam no chão são levados pela água até a Av. Barão do Rio Branco.

- Parece que não estão se importando com isso. Se pelo menos tivesse alguma caçamba aí, ainda dava pra aguentar. Estamos no quinto mês sem as lixeiras, quando chove forte uns 20% do lixo se espalha na rua e outra parte cai dentro do rio – disse o morador.

 Questionada pelo Diário de Petrópolis, a Prefeitura não havia se pronunciado até o fechamento desta matéria.

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