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CPTrans admite aumento de 7,7% no preço do ônibus

Índice deixaria passagem no valor de R$ 4,20; proposta das empresas de ônibus era de reajustar para R$ 4,45

Philippe Fernandes

A companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) não vai acatar a proposta sugerida pelo Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Petrópolis. Os empresários haviam sugerido um reajuste de 14,10%, o que elevaria a tarifa dos atuais R$ 3,90 para R$ 4,45. Procurada pelo Diário, a CPTrans confirmou que a correção tarifária máxima admitida pela comapnhia é metade do percentual - o que pode elevar a tarifa para R$ 4,20.

As duas propostas técnicas foram debatidas no Conselho Municipal de Trânsito e Transportes (Comutran), que, após estudar as propostas, fará um parecer sobre o assunto nas próximas semanas. Esse parecer vai para a Prefeitura, que analisa o documento e toma a decisão sobre o aumento da passagem do transporte coletivo. Ainda não há previsão de data para o novo valor ser aplicado. 

Composição da tarifa 

CPTrans e Setranspetro fizeram cálculos diferentes para chegarem aos valores propostos. Os técnicos da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes levaram em conta, para chegar nos 7,7%, o reajuste dos rodoviários de 5,4% - os salários incidem em 50% do valor da tarifa - e insumos, como combustíveis e lubrificantes, além de queda no número de pagantes.

Pelas informações do Setranspetro, o cálculo é parecido, mas a conta é diferente. As empresas alegam que o reajuste do salário dos rodoviários teria gerado um impacto de R$ 500 mil para as empresas. Outro argumento é o reajuste no valor do óleo diesel, da ordem de 12,44% entre julho do ano passado e janeiro de 2018, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Além disso, os empresários dizem que houve uma grande queda na demanda pelo transporte coletivo, fato que seria explicado pela crise econômica pela qual o país atravessa.

As empresas destacaram, ainda, no início da semana, que "há várias políticas públicas que podem ser aplicadas, gerando equilíbrio econômico e financeiro para o sistema de transporte, envolvendo vários debates". Entre as políticas, estariam a criação de novas fontes de custeio para subsidiar o sistema, inclusive através da criação de um fundo; a troncalização e a racionalização do transporte e a redução da carga tributária.



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