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  Diário Comunidades

Deslizamentos de terra e afundamento do asfalto preocupa usuários de trechos da

RJ-117

Natália Rodrigues natalia.rodrigues@diariodepetropolis.com.br


 Apesar do laudo da Defesa Civil de Petrópolis que visitou a região em fevereiro deste ano, atestar os riscos de queda em alguns trechos da rodovia RJ-117, via que liga as cidades de Petrópolis e Paty de Alferes. Nenhuma medida foi tomada pelo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ), responsável pela estrada.

São dois trechos localizados na altura do bairro Vale das Videiras, na Estrada Bernardo Coutinho, que estão cedendo devido a falta de manutenção da via e às fortes chuvas que favorecem a erosão do solo. O primeiro fica no Km 16, sentido Paty do Alferes, cerca de 100 metros antes da Pousada Riacho Doce. O segundo fica na curva conhecida como ‘curva do defunto’ localizada próximo ao sítio Piraquá.

Uma moradora da região gravou vídeos de um desses locais e com o intuito de trazer a tona o perigo e assim alertar a população, e divulgou as imagens nas redes sociais.

- Apesar de muitas pessoas passarem por ali, poucas notariam o perigo, achei necessário mostrar o que estava escondido. A manilha foi quebrada pela água e a terra acabou cedendo, só que com as chuvas dos últimos meses, a erosão do solo acontece aos poucos, mas podemos ficar sem estrada a qualquer momento, só espero que algo mais grave não ocorra – relatou.

De acordo com a secretária da Associação de Moradores e Amigos do Vale das Videiras (AMAVALE) Selma Cristina de Souza, a Defesa Civil foi ao local à pedido da Associação e constatou a ameaça.

- Solicitamos a Defesa Civil para saber os riscos, já que visualmente aparenta as más-condições. Protocolamos o laudo e quando entrei em contato com a Prefeitura fui informada que o documento já estava na Secretaria de Obras, até hoje não foi nada feito em relação a isso. A resposta que obtive é que eles entrariam em contato com o DER pedindo reparos nos locais que apresentaram problemas – falou.

Selma explica que o laudo foi encaminhado para o DER, que respondeu através de carta enviada no final de abril que se tratava de uma erosão e que um serviço de sinalização foi realizado. Além disso, o órgão reconheceu a necessidade de obras de contenção e drenagem no trecho citado, porém, nenhuma medida foi tomada até o presente momento.

- Enviei em nome da associação uma carta para o DER, que chegou há um mês com a resposta de que algo precisa ser feito. Disso nós sabemos, queremos que o departamento informe quais medidas serão adotadas e quando começarão os trabalhos de recuperação da pista – contou.

As más-condições da pista também são motivos de reclamações. Os inúmeros buracos geram prejuízos e desconforto para quem trafega pela área. Um dos piores trechos é o da Estrada Bernardo Coutinho, região onde a pista possui diversas subidas e descidas sinuosas. A obra de restauração com drenagem e sinalização da rodovia RJ-117, no trecho de 19 km de Vale das Videiras a Araras custou cerca de 7 milhões de reais. Sua conclusão foi há mais de dois anos, mas em poucos meses irregularidades já eram notadas.

- Choveu bastante nessa área e isso aumentou a quantidade de buracos na estrada. Apesar de ter entrado em contato com o DER, continuamos ainda sem previsão dos reparos – disse a secretária.

Em nota, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ) informou que enviará equipes para avaliar as condições da RJ- 117, especialmente nos trechos citados. A previsão é de que os serviços de manutenção na via sejam regularizados no prazo de 15 a 20 dias.

Segundo a Prefeitura, uma vez que a via citada trata-se de uma rodovia estadual, cujas intervenções devem ser realizadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem, a Defesa Civil e Ações Voluntárias realizou, no início de 2016, três vistorias nos locais citados. Os laudos foram encaminhados ao DER na ocasião.

A Secretaria de Obras do município vem reiterando o pedido de intervenções junto ao DER para que as obras na RJ-117 sejam realizadas. O ofício mais recente foi encaminhado no dia 18 de julho.



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