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  Cidade

Destruição de placas de sinalização de trânsito custou quase R$ 50 mil 

 

 

Balanço realizado pela CPTrans constatou prejuízo de quase R$ 50 mil em 2017 por conta da destruição de equipamentos de sinalização de trânsito como placas, cones, pedestais, grades e toneis. A maioria dos problemas são causados por atos de vandalismo ou furto desses materiais. Só de cones levados ao longo do ano, foram 76 – um prejuízo de mais de R$ 5 mil. Além disso, há casos em que placas são arrancadas de locais em que é proibido o estacionamento para que motoristas utilizem essas áreas.

Exemplos de vandalismo podem ser notados em vários pontos da cidade, seja com adesivagem nas placas, a pichação dos equipamentos, ou até mesmo aquelas placas que são desparafusadas e ficam de cabeça para baixo. No entanto, os danos à sinalização de trânsito afetam não só os cofres da companhia. Quando uma placa é retirada do lugar ou a posição é mudada a segurança de pedestres e motoristas também fica comprometida.

“Esse problema é constante e em tempos de dificuldade financeira tem ficado cada vez mais difícil repor os equipamentos. Além disso, atrapalha o controle do trânsito porque existe casos de motoristas que param em local sem saber que ali é proibido estacionar porque a placa foi removida. Por isso é importante que a população denuncie esse tipo de ação. Destruir o patrimônio público além de pode levar à prisão também demonstra total covardia com sua cidade e seu próximo”, destaca o diretor-presidente da CPTrans, Maurinho Branco.

De acordo com o balanço da CPTrans foram substituídos por conta de inutilização ou resposto devido ao vandalismo 143 equipamentos. Em números exatos foram gastos R$ 44.060,85 ao longo do ano passado – valor que poderia ser empregado na sinalização de outras ruas, por exemplo. Para se ter uma ideia, uma placa de trânsito, dependendo do tamanho, pode chagar a custar R$ 741,55. Isso porque ela deve receber pintura diferenciada, faixas refletivas, entre outras características que obedecem à ABNT ao Denatran.

“Estimamos que cerca de ¼ das placas do município estão com algum problema, seja pichada, com um adesivo, ou até pessoas que goma de mascar coladas ou com objetos pendurados sobre ela. Mesmo assim, algumas ainda apresentam condições de uso. Recebemos diversas solicitações de troca por mês, sem contar as que são identificadas pela nossa equipe e buscamos atender de acordo com a necessidade dos locais”, explica o diretor técnico operacional da companhia, Luciano Moreira.

Vale lembrar que deteriorar placa é caracterizado como vandalismo e os autores podem ter pena de seis meses a três anos de prisão. Já no caso de furto do patrimônio público, a pena pode variar de um a quatro anos de prisão.

Fotos: Marcello Santos

 



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