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  VACINA

Dia Nacional da Imunização (9): Vacinação pode prevenir e combater doenças

A infectologista da Aliança Instituto de Oncologia, Joana D'arc Gonçalves fala sobre essas enfermidades, quando se vacinar e se há restrições

 

Neste sábado (09) é lembrado o Dia Nacional da Imunização. A data foi criada para conscientizar a população sobre a importância de se vacinar. A médica infectologista da Aliança Instituto de Oncologia, Joana D'arc Gonçalves explica que a vacina ajuda a adquirir anticorpos contra várias doenças, como as hepatites A e B, o sarampo, a rubéola e entre outras.

Ela afirma que há duas formas do nosso organismo adquirir imunidade contra os microrganismos: "Pegando a doença e sofrendo todas as consequências da enfermidade, podendo gerar sequelas ou ate a morte, ou se vacinando e criando anticorpos com segurança", diz. Joana complementa que quando a pessoa adoece o organismo dela pode evoluir de diferentes maneiras, podendo apresentar sintomas, melhorar rápido, piorar ou até morrer, antes de adquirir imunidade.

"A vacina nos ajuda a adquirir anticorpos, contra algumas doenças sem ficarmos doentes. É uma forma de fazer com que nosso organismo conheça alguns vírus e bactérias sem precisar adoecer e correr riscos elevados", destaca. De acordo com Joana, as vacinas podem prevenir diversas doenças, como a difteria, o tétano, a coqueluche, a poliomelite, o sarampo, as hepatites A e B, a rubéola, a caxumba, o rotavírus, o HPV, a dengue e tantas outras.

A médica ressalta que é preciso estar sempre alerta e com a vacinação em dia, como a vacina da gripe, que precisa ser tomada anualmente. "A vacina é a forma mais efetiva de prevenção de doenças infecciosas. Manter o calendário atualizado é garantia de proteção individual e coletiva. Por meio das vacinas a humanidade conseguiu frear grandes epidemias que no passado dizimou civilizações. Vacinar é sinônimo de proteção", pontua.

Há contraindicações?

Segundo a infectologista é preciso atenção. "Algumas vacinas são de bactérias ou vírus vivos atenuados, e ,em pessoas imunossuprimidas ou com doenças graves como câncer e lupos, a doença pode se desenvolver. Outros indivíduos, podem ainda, apresentar quadros alérgicos aos adjuvantes da vacina", finaliza.



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