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Diferença da tarifa de ônibus do Rio e de Petrópolis é questão de debate

Para o Setranspetro, as diferenças geográficas e financeiras entre os municípios geram tarifas diferentes

No último mês, alguns municípios do Rio de Janeiro estão revisando o valor das tarifas do ônibus. Em Petrópolis, a proposta de aumento é de R$ 4,20 e, segundo o Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Petrópolis (Setranspetro), não tem prazo para sua sanção pelo Prefeito Bernardo Rossi.

A cidade do Rio de Janeiro também mudou o valor tarifário, que passou a custar R$ 3,95. O valor aprovado pelo prefeito Marcelo Crivella, virou questão de debate em Petrópolis pela diferença do preço da passagem entre o município e a capital.

O Setranspetro informou que a situação da tarifa no Município do Rio envolve uma série de ações judiciais e discussões entre as empresas de ônibus que atuam na capital e o prefeito Marcelo Crivella, incluindo reajustes contratuais que não foram respeitados em 2013, 2017 e 2018.

Para o Sindicato, tal situação acarretou num colapso no sistema de transporte que provocou o fechamento de empresas no Rio e deixou a situação do transporte crítica nos últimos anos.

Em Petrópolis, o Setranspetro afirma que o reajuste tarifário é previsto por lei para garantir o equilíbrio econômico e financeiro do sistema e para possibilitar a continuidade dos serviços e os investimentos em tecnologias e equipamentos. Deste modo, o preço da tarifa técnica leva em conta todos os custos do sistema divididos pelo número de passageiros pagantes.

O sindicato também considera o aumento dos salários dos rodoviários como uma questão importante para o atual valor. Em 2017, logo após o último reajuste da tarifa, houve aumento de 7% dos salários dos rodoviários, que, segundo o Sindicato, impactou em quase R$ 500 mil reais de déficit para o sistema.

Ainda para impactar neste cálculo da tarifa, segundo a Setranspetro, foi concretizada a negociação do acordo coletivo dos rodoviários de 2018, que estabeleceu 2,5% de reajuste nos salários e 10% no benefício da cesta básica. Outros itens da estrutura de custos também tiveram aumento ao longo do último ano.

O Setranspetro registra ainda queda de 3,5% no número de passageiros do sistema, o que faz com que o custo total seja dividido por menos pessoas. Destaca também que existem várias políticas públicas que podem ser adotadas para trazer equilíbrio econômico e financeiro para o sistema de transporte e que envolvem discussões sobre mobilidade urbana, racionalização de operação, fontes de custeio e isenções tributárias.



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