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  Acidente

Em média, cidade tem dois acidentes de trânsito por dia

Em maio, 79 pessoas foram atendidas pela Sala de Trauma do Hospital Santa Teresa; no ano, foram 377 atendimentos

Philippe Fernandes

 

Os dados da Sala de Trauma do Hospital Santa Teresa referentes ao mês de maio, divulgados nesta quinta-feira (7), revelaram que os acidentes de trânsito ainda são uma triste realidade em Petrópolis. No mês marcado pela campanha de conscientização aos motoristas, a única unidade hospitalar equipada para receber vítimas de traumas na cidade realizou 79 atendimentos. Isso significa que, em média, duas pessoas foram para o Santa Teresa após ferimentos graves por dia.

Ao contrário dos outros meses, quando os acidentes envolvendo motocicletas foram os predominantes, em maio as ocorrências envolvendo automóveis foram responsáveis por levar o maior número de acidentados à sala de Trauma: foram 36 atendimentos. O número foi o mesmo registrado em abril, mas os acidentes envolvendo moto diminuíram: em abril, foram 41 e, em maio, 34.

Por outro lado, casos de atropelamento aumentaram no quinto mês do ano: foram 9, ante 6 em abril.

A maioria dos acidentados foi atendida pelo SUS: 86% de quem foi levado após ocorrência envolvendo carro; 82% das vítimas de acidente de moto e 90% dos atropelados. Os acidentes de trânsito corresponderam a 71% do total de atendimentos do Hospital, que cuida de outros traumas, como quedas, agressões, perfurações por arma de fogo e arma branca, acidentes com linha de pipa e queimaduras.

Os Bombeiros foram responsáveis por 75% de todos os atendimentos. Em seguida, aparece a Concer, com 13%, e o Samu, com 6%. Cinco pessoas foram levadas por meios próprios ao hospital. O mesmo se repete com as internações: 19 das 26 foram feitas por equipes de bombeiro militar.

Greve causa redução de acidentes

Em um primeiro momento, os números chamam a atenção pela redução de acidentes durante o mês de maio. Foram 79 atendimentos, contra 83 em abril. Na comparação com o ano passado, a diferença é ainda maior: no quinto mês de 2017, 112 pessoas foram levadas à unidade. Um fator que contribuiu para a redução do número foi a greve dos caminhoneiros, que paralisou o Brasil entre os dias 21 de maio e 1º de junho.

A crise, que culminou na greve, foi provocada pelo alto preço dos combustíveis, o que gerou protestos. Os motoristas de caminhão paralisaram totalmente as atividades e inviabilizaram o transporte de combustível para os postos de todo o país. Preocupados em economizar a gasolina ou o etanol para emergências e tendo como única alternativa de abastecimento o gás natural veicular (GNV), motoristas deixaram os carros em casa e as ruas da cidade ficaram desertas, com uma movimentação que lembrava o período de férias. Da mesma forma, os ônibus circularam em esquema de racionamento - a frota chegou a operar com 25% da capacidade total no dia 27.

CPTrans vai intensificar ações

A Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes comemorou a redução do número de vítimas de acidentes de trânsito. Apesar disso, a CPTrans anunciou ontem que irá intensificar as ações de prevenção aos acidentes, com o objetivo de tornar a população cada vez mais consciente.



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