Edição: quinta-feira, 09/11/2017
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  Educação

Escola SESI Petrópolis leva linguagem da programação para a sala de aula

Estudantes das turmas do Ensino Fundamental participaram da Hora do Código

Mais do que habilitar os jovens nas ciências da computação, as aulas de programação têm como proposta o estímulo da criatividade, raciocínio lógico e do trabalho em equipe. Por isso, estudantes da Escola SESI Petrópolis participam até sexta-feira (11) da Hora do Código – movimento mundial que estimula a prática da lógica de programação.

Criado pela Code.org, a Hora do Código é um movimento global que busca mostrar que a linguagem de programação está ao alcance de todos. A ideia é programar por uma hora a cada dia, durante uma semana, realizando atividades sozinho, em família ou com amigos, mostrando que a tecnologia pode ser uma facilitadora para a educação. Estudantes de toda unidade participam do evento escrevendo linhas de programação ou construindo jogos.

Mais do que ensinar a linguagem dos computadores, a proposta é apresentar as crianças e jovens a lógica por trás de todas elas, enfatizando como se estrutura a “conversa” com os computadores e assim, criar pessoas que pensam, investigam e resolvem problemas.

Cristiane Alves, professora do 1º ano do Ensino Fundamental é uma entusiasta da linguagem da programação e das novas tecnologias educacionais. Segundo ela, o que parece um bicho de 7 cabeças para muitos na verdade é uma forma de evidenciar competências que serão fundamentais para a formação intelectual do aluno. “Esse trabalho nos ajuda a desenvolver certas habilidades que a programação exige dos estudantes, como raciocínio lógico, causa e consequência, raciocínio matemático, linguística, elaboração de projetos e comunicação de ideias, temas que estão inseridos no dia a dia”, explica.

Segundo a professora, os estudantes recebem com facilidade a proposta e colocam em prática suas tarefas, como a criação games, por exemplo. “Temos crianças que já estão realizando atividades que teoricamente seriam mais avançadas dado ao grau de aprendizagem e facilidade em entender aquilo, já que passaram por esse processo durante todo o ano letivo”, completou a professora.

Em um mundo conectado e tecnológico, a metodologia convencional desperta cada vez menos a curiosidade, por isso, é preciso aceitar que unir forças com apps e multiplataformas tem papel decisivo nas escolas.

“A metodologia SESIeduca traz uma abordagem inovadora, centrada nos alunos e focada na construção do seu conhecimento e na busca pelo desenvolvimento da sua autonomia.  Usar as novas tecnologias, games, aplicativos e ferramentas lúdico-pedagógicas vem corroborar essas premissas e contribuir para uma educação diferenciada e completa”, explica a coordenadora da Educação Básica da unidade Petrópolis, Ana Paula Lanhas de Lemos.

Neste ano, a Hora do Código vai atingir dezenas de milhões de alunos em mais de 180 países e não impõe qualquer experiência anterior com a tecnologia. O movimento criado nos Estados Unidos e apoiado por nomes como o fundador da Microsoft, Bill Gates e o criado do Facebook, Mark Zuckerberg. 



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