Edição anterior (1213):
quarta-feira, 07 de março de 2018
Ed. 1213:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1213): quarta-feira, 07 de março de 2018

Ed.1213:

Compartilhe:

Voltar:


  Diário Comunidades

Estado da RJ-117, que liga Petrópolis a Paty do Alferes coloca em risco quem trafega pela rodovia

Natália Rodrigues - natalia.rodrigues@diariodepetropolis.com.br


 A precariedade da rodovia RJ-117, que liga as cidades de Petrópolis e Paty de Alferes, espanta motoristas e moradores que trafegam pela região. Dois trechos localizados na altura do bairro Vale das Videiras, na Estrada Bernardo Coutinho estão cedendo devido a falta de manutenção da via e às fortes chuvas que favorecem a erosão do solo.

O primeiro trecho fica no Km 16, sentido Paty do Alferes, cerca de 100 metros antes da Pousada Riacho Doce. O segundo fica na ‘curva do defunto’, localizada próximo ao sítio Piraquá. A diarista Marcela Machado Ribeiro gravou vídeos de um desses locais e postou nas redes sociais alertando para os perigos que os motoristas estão enfrentando sem saber.

- Por ficar escondido ninguém vê o perigo. A água quebrou as manilhas e a terra em volta está cedendo, tenho receio de daqui a pouco ficarmos sem estrada ou então que algo pior aconteça – disse.

Segundo Selma Cristina de Souza, secretária da Associação de Moradores e Amigos do Vale das Videiras (AMAVALE), a associação pediu no mês passado uma inspeção na área da Defesa Civil para avaliar as condições da via.

- A Associação já entrou em contato com a Prefeitura e com a Defesa Civil, uma engenheira esteve aqui no dia 16 de fevereiro e nos informou que iria encaminhar o laudo da perícia para o órgão responsável, mas até agora não fomos informados de nada a respeito – relatou.

Outro problema que tem afetado a população, é a grande quantidade de buracos na pista, que ocasionam desconforto e prejuízos para quem reside ou precisa passar pela região. O diretor da Associação de Moradores do Vale das Videiras (AMAVALE), John Christer Salén explicou que a obra de restauração com drenagem e sinalização da rodovia RJ-117, no trecho de 19 km de Vale das Videiras a Araras custou mais de sete milhões de reais e foi concluída cerca de dois anos, mesmo assim apresenta muitas irregularidades.

- A situação é lastimável, a obra de recapeamento da RJ-117 foi executada e finalizada há menos de dois anos e já está cheia de crateras – disse.

John relatou ainda que um dos piores trechos é da Estrada Bernardo Coutinho, região onde a pista é extremamente sinuosa, com diversas subidas e descidas.

- A situação é lastimável, a obra de recapeamento da RJ-117 foi executada e finalizada há menos de dois anos e já está cheia de crateras – disse.

Em novembro, o DER informou que iria enviar uma equipe ao local para averiguar as condições de trafegabilidade. Na ocasião, não havia verbas disponível para recapeamento da rodovia, mas o órgão iria tentar levantar recursos para uma operação tapa-buraco. Segundo John, nada foi feito e os antigos buracos aumentaram de tamanho e novos surgiram.

- Isso é um absurdo, pagamos nossos impostos e somos obrigados a andar em uma estrada sem manutenção – contou.

Questionado pelo Diário de Petrópolis, até o fechamento desta matéria, o DER, órgão responsável pela RJ-117 não havia se pronunciado sobre o caso.

 

 



Edição anterior (1213):
quarta-feira, 07 de março de 2018
Ed. 1213:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1213): quarta-feira, 07 de março de 2018

Ed.1213:

Compartilhe:

Voltar:


Casando com Estilo








Rua Joaquim Moreira, 106
Centro – Petrópolis – RJ
Cep: 25600-000

ABRAJORI – Associação Brasileira dos Jornais do Interior