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  Diário Comunidades

Falta de manutenção  na Estrada União e Indústria preocupa motoristas

Natália Rodrigues natalia.rodrigues@diariodepetropolis.com.br


 Muitos moradores que passam pela Estrada União e Indústria veem a precariedade em que está a via. Além de buracos por todos os lados, o mato ocupa parcialmente ou totalmente em alguns trechos das calçadas. Apesar de acreditarem que a estrada é compromisso da Prefeitura, na verdade ela é responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) que também é o órgão encarregado de zelar por tudo que está nas laterais da pista.

A secretária Quézia Medeiros reside na localidade do Castelo São Manoel, em Corrêas e trabalha em Itaipava e explicou que tem feito reclamações junto a Prefeitura, em uma tentativa de cobrarem ao DNIT pela manutenção, mas sem sucesso. A própria população, cansada de esperar,  tem feito os serviços.

- O problema é antigo, mas acho que nunca estivemos tão abandonados. Outro dia cheguei em casa e vi que que um vizinho tinha capinado um trecho da via – disse.

Devido às condições das calçadas, a população é obrigada a andar pela beira da pista, se arriscando entre os carros, um perigo principalmente pela estrada ser de mão dupla, não possuir acostamento e ter um intenso tráfego de veículos. E os condutores precisam ter atenção ao passarem pela região para evitarem acidentes.

- O matagal toma conta por toda a União e Indústria, fico com medo de um bicho nos atacar quando estivermos esperando o ônibus - explicou.

O DNIT chegou a informar no início de fevereiro que estava contratando uma nova empresa para a realização dos reparos, porém passado quase um mês, nenhum serviço foi feito e a situação se agrava.

Quézia relata que a pista apresenta muitas crateras, mas uma grande localizada em frente a um ponto de ônibus e próximo à segunda entrada do Castelo São Manoel, no sentido bairro apresenta riscos para os motoristas e pedestres.

- Tem um buraco enorme em frente ao ponto de ônibus, quando chove a água empoça e então quem está esperando o ônibus ali fica sujeito a ser molhado por algum veículo - contou.

Outro transtorno denunciado pela secretária é a falta de lixeiras na estrada. Na altura do número 4643, tinha uma caçamba fixa que foi derrubada por um trator contratado por um morador há dois anos, a estrutura ficou no chão durante alguns meses, mas foi levada pela água quando o rio encheu e a Prefeitura não colocou outra no lugar. A área é muito movimentada, tem muitas casas e comércios, por isso, um vizinho colocou de improviso um latão para evitar que os lixos fossem jogados no chão, só que com o alagamento da região no último sábado (03), a estrutura foi arrastada pela correnteza e não foi mais encontrada e agora os detritos estão sendo jogados por algumas pessoas no canto da calçada.

- Neste local tinha uma lixeira instalada pela Comdep, mas teve uma enchente algum tempo atrás e a lixeira foi carregada pela força das águas, depois deste incidente a lixeira nunca mais foi reposta. Já liguei várias vezes para a Comdep solicitando a instalação de outra lixeira, eles prometem que vão resolver, mas nunca cumprem. O problema é que neste trecho tem imóveis residenciais, comércio, academia, igreja e colégio, e apenas um latão que foi colocado por um morador não dava vazão para todo o lixo gerado, só que ele também foi arrastado e agora não temos onde jogar nossos lixos – contou.

Questionados pelo Diário de Petrópolis, até o fechamento desta matéria nem a Prefeitura nem o DNIT haviam se pronunciado sobre o caso.



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