Edição: sábado, 14/04/2018
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Fernando Costa
COLUNISTA

Parece que foi ontem!

Petrópolis visitada na infância, a presença às missas na Igreja do Sagrado, na Catedral, os passeios nas tradicionais “vitórias” e os lanches na Casa D`Ângelo. A intimidade com nossas hortênsias e seus bondes, sua gente elegante, culta e refinada. Petrópolis tão amada e incomparável... Esse hábito tornou-se uma constante, até que um dia eu e meu Colega de escritório Célio Barbosa, estudantes do Curso Clássico, em Três-Rios, terra natal, viemos em companhia de um dos nossos Professores, Alcyrus Pinto Barreto, que para nós lecionava História Política e Econômica do Brasil, no Colégio Ruy Barbosa, daquela Cidade, escolhendo a terra de Pedro para complementar nossa pesquisa e vivência com a História. Ali, definimos viver aqui e prosseguirmos nossos estudos. Assim, Célio prestou o vestibular e iniciou a Faculdade de Direito em 1969. Quanto a mim, freqüentei durante alguns meses o curso preparatório do IBE do Professor Geraldo Werneck de quem, mais tarde me tornei amigo além de ex-aluno e nos finais de semana era sabatinado por Célio que me passava todas as lições. Prestei o vestibular e ingressei na Faculdade de Direito em 1970. Era um mundo desconhecido em relação ao convívio. Mas eu trazia no coração muita fé e o espírito de luta junto a uma carta do Pe. Geraldo João Lima, atualmente Pároco em Nova Iguaçu e, outra, com referências de meu ex-patrão, Georgino Salustiano da Silva, sem contar a indicação dos amigos Comendador Bello e Dr. Franklin Silva Araújo, ao escritório “Solvens” do Dr. Hamilton Lopes, onde trabalhei durante os 6 meses iniciais, tendo logo me desligado por motivo de fechamento de dito estabelecimento. Em 1970, 105 alunos iniciaram a Faculdade de Direito, ainda no Prédio da Rua Barão do Amazonas, quando havia a bonita escadaria em sua fachada, onde atualmente está edificado o “relógio de flores”. Foi a última turma em seriado na U.C.P. Logo após, o regime passou a ser em “períodos”. Até aquele ano ainda havia a temida “prova oral”. E nós passamos por tais etapas cheios de esperança, o que mais nos marcou foi a amizade, ela nos une até hoje. Finalmente chegou o dia 14 de dezembro de 1974: nossa formatura! Para mim mais parecia um sonho que realidade. E dos 105, apenas 44 chegamos à reta final. Por isso com carinho reverencio os Colegas Ademar Franco, Adenir Xavier, Aloysio Corrêa da Veiga, +Calau Lopes, Décio Kronenberger, +Dejair Vieira, Denanci Barreto, Eduardo Barbosa, Ernani Gonçalves, Francisco Rangel, Heloisa Oliveira, Iolanda Ferro, José Carlos Feital, +José Luiz Castro, +José Manoel de Miranda, +José Raymundo, Julia Shaefer, Leila de Souza, +Maria Cláudia e Maria Helena Rossi Figueiredo, Marilene Perdomo, Martha Ferreira, Neuza Medeiros, Oswaldo Costa Frias, Regina Medina, Ryan A. Costa, Sidney C. Duarte, Simeão Cruz, Tânia Reis Araújo, Thélio Pereira, Virgínia Schettino Mattos e Virgínia Koslowski. Honro-me em integrar a esta plêiade de personalidades do mundo jurídico e social. Quisera discorrer sobre vida e obra de cada Profissional que enriquece esta página, vários consagrados nomes da Advocacia, outros Eminentes Funcionários Públicos, alguns à Magistratura, Professores Universitários, vitoriosos comerciantes e um deles, nosso Colega Aloysio, ascendeu para alegria nossa hoje Ministro do T.S.T. Todos alçaram vôos por reconhecidos méritos. Agradeçamos aos céus haverem nos permitido chegar aos 43 anos de lutas e vitórias. Aos queridos mestres e direção da U.C.P. a eterna gratidão. 



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