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  Eleições

Flávio Cavalcanti faz balanço da campanha eleitoral

Filho do apresentador de TV é candidato pela primeira vez, pelo PPS, com foco em Petrópolis e no Rio

Philippe Fernandes


 Candidato a deputado federal pela primeira vez, o empresário Flávio Cavalcanti Júnior fez um balanço sobre a sua primeira experiência na política. Filho do comunicador que teve passagem marcante na televisão brasileira nas décadas de 1970 e 1980, ele disputa uma vaga na Câmara por estar "cansado de criticar apenas pelas redes sociais" e para tentar mudar o estado de coisas do país.

- Entre não fazer nada e tentar fazer alguma coisa, eu optei pela segunda opção. Montamos uma página e apresentamos as nossas propostas. Mais da metade da população não tem candidato a deputado. Quando a gente consegue falar com cada eleitor, a receptividade é muito boa, porque sou eu, o candidato, que está na rua. O eleitor para e dialoga com a pessoa - disse.

Flávio, que também é publicitário, disse que o saldo final é positivo.

- Segui a minha intuição: eu vou cuidar da minha campanha e pedir o voto diretamente, e isso está fazendo uma diferença muito grande. Eu me sinto melhor do que entrei. Aprendi muita coisa que não sabia, ouvi coisas fantásticas - disse o candidato, que conquistou o apoio de nomes como o empresário Roberto Medina e a ex-juíza Denise Frossard.

Entre as principais propostas de Cavalcanti, estão uma série de reformas, em especial a política. O candidato do PPS acredita que o atual sistema eleitoral tem o objetivo de manter a classe política que já está em atividade, impedindo a renovação dos quadros. Além disso, na visão de Flávio Cavalcanti Júnior, há um excesso no número de partidos políticos e também de parlamentares.

- Essa é a questão central. Nem Bolsonaro nem Haddad vão resolver os problemas do país, porque precisa do Congresso para aprovar as leis. Precisamos arejar o Congresso e acabar com continuar esse modelo, de troca de nomeações. Isso tem que ser reconstruído, e para isso, só com gente nova no Congresso. Tem que reduzir o número de congressistas, não precisa de 513 deputados - acredita.

O candidato também defendeu a reforma da Previdência.

- A reforma da Previdência é muito controvertida. No que se refere à área privada, acho que não deve mexer em nada. O problema é a previdência pública, onde a conta não fecha. O que se recolhe na previdência pública não dá para pagar a conta do que eles recebem depois. Hoje, 20% do rombo da Previdência corresponde ao setor privado e 80% ao setor público. Aí é que tem que mexer. Claro que para as pessoas que possuem direito adquirido, as regras vão continuar as mesmas. mas é preciso mudar o modelo para as próximas gerações, para quem entrar no regime de previdência daqui pra frente - afirmou.

Outra pauta defendida pelo candidato é com relação à educação em tempo integral.

- A escola de horário integral, concebida pelo Brizola nos anos 1980, precisa voltar. O importante é o conceito de horário em tempo integral, para a criança entrar às 8h, sair às 17h, com alimentação, dever de casa pronto, e não ficar na rua depois de meio-dia. Os pais às vezes não têm condições de acompanhar o ensino, e isso seria tudo resolvido. Temos que retomar esse processo no Brasil inteiro - disse.



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