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  Economia

Gás de cozinha sofre novo reajuste

Em Petrópolis, preço aumentou 43% em quatro anos; preço médio atualmente é de R$ 61,38

Philippe Fernandes

 

A Petrobras anunciou que irá reajustar hoje, em 7,1%, o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de uso industrial e comercial nas distribuidoras. O aumento é justificado pelo preço de paridade formado pelas cotações internacionais e os custos de transportes e taxas portuárias. Para o consumidor, deve pesar ainda mais no bolso: em quatro anos, o preço do gás de cozinha já subiu mais de 43% em Petrópolis, passando de R$ 43,23%, em abril de 2013, para R$ 62,05, registrado no mês passado.

O valor deste mês é até mais baixo que o registrado em março (quando o preço médio nas lojas de Petrópolis foi de R$ 63,42, índice 2% maior). A maior oscilação aconteceu em outubro do ano passado, quando o gás de cozinha passou de R$ 52,82 para R$ 58,93. Desde então, o valor aumentou 20% até fevereiro deste ano, mês que teve o maior preço já registrado, de R$ 63,58.

Na última pesquisa feita pela Agência Nacional do Petróelo (ANP) na cidade, no dia 30 de abril, a variação foi grande nos postos de Petrópolis, chegando a R$ 25 entre uma unidade e outra. Sete postos foram pesquisados, e o preço mais baixo foi encontrado no Fazenda Inglesa Comércio de Gás, com preço de R$ 50. Em seguida, quatro unidades apresentaram praticamente o mesmo valor: o Ultra Serra Comércio de Gás, no Duarte da Silveira, e o Reis & Chaves, de Corrêas, tiveram preço de R$ 59,90; e o AV Comércio de Gás, em Pedro do Rio, e o Bingengás apresentaram valor de R$ 60. Em seguida, aparece o Imperial Comércio e Transporte de Gás, de Corrêas, com preço de R$ 64,90. O mais caro é o Supergasbras do Bingen, com preço de R$ 75.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) foi comunicado pela Petrobras na tarde de ontem (7) sobre novo reajuste de preço do GLP empresarial, para embalagens acima de 13 quilos.

De acordo com a Petrobras, o aumento será entre 5,8% e 8,6%, dependendo do polo de suprimento, válido a partir de 0h de amanhã (8) nas unidades da petroleira.

Com o aumento, o ágio praticado pela Petrobras está em 31% em relação ao preço praticado no mercado internacional. Na avaliação do Sindigás, “esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando de forma crucial empresas que operam com uso intensivo de GLP”. (Com informações da Agência Brasil)



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