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  Economia

Movimento no Dia das Mães foi positivo, diz Sicomércio

Yuri Lima Yuri.lima@diariodepetropolis.com.br

No último sábado (12), os petropolitanos encheram as principais ruas do centro da cidade para comprar os presentes do Dia das Mães, é o que afirma o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Petrópolis (Sicomércio), Marcelo Fiorini.

- Nós tivemos um retrospecto positivo, chegando a superar um pouco o último ano. Nestas datas emblemáticas é sempre possível esperar um bom movimento. Em locais como a Rua Teresa o fluxo de pessoas foi constante – afirmou.

Ainda assim o Presidente do Sicomércio afirmou que em momentos de crise, como vivemos, não é possível ter muito otimismo, porém os objetivos foram alcançados. Este foi o caso da Cacau Show, segundo a gerente Cristiana Medeiros, a loja atingiu as metas de vendas.

- Estas datas comemorativas nunca são como esperamos, mas o retrospecto foi positivo. No sábado tivemos movimento o dia inteiro – afirma.

Em contrapartida, alguns lojistas não tiveram vendas tão positivas para o Dia das Mães. Para o funcionário Antonio Tavares, da Gisele Jeans, a loja vendeu mais roupas masculinas do que roupas para a data comemorativa.

- Em relação ao ano passado, o movimento foi fraco, acredito que as pessoas preferiram lembrancinhas, como flores. Aqui na loja também tivemos movimento reduzido por culpa do clima, principalmente por que vendemos mais roupas de inverno – declarou.

Para a consultora Caroline Neves, do O Boticário, as vendas não foram como o esperado.

- Não atingimos a expectativa que tínhamos. No último dia, sábado, o movimento foi razoável – disse.

Troca de presentes

Passado o Dia das Mães, o Procon Petrópolis orienta sobre a troca dos presentes ganhos nesta data comemorativa. Produtos com defeito ou não obedecem a regras especificas e é bom que o consumidor fique de olho para não perder prazos ou exigir um direito que não possui. A troca de produtos comprados em loja física, sem defeito, não é obrigatória e as lojas devem informar as regras para o consumidor na hora da compra.

 - Embora a troca não seja obrigatória se o produto não apresentar defeito, a loja deverá fazê-la se houve comprometimento com o cliente. Este compromisso, e as condições para fazer a troca como o prazo, local, dias e horários específicos, devem constar na etiqueta do produto, na nota fiscal ou em um cartaz na loja. Para ter seus direitos resguardados na hora da troca, o consumidor deve guardar a nota fiscal ou recibo de compra, termo de garantia e a etiqueta no produto”, orienta o coordenador do Procon, Bernardo Sabrá.

 Para o produto que apresenta algum defeito a troca ou reparo é obrigatória. Nessa situação o Código de Defesa do Consumidor dá aos consumidores um prazo para reclamar junto ao fornecedor de até 90 dias para produtos duráveis como roupas, eletrodomésticos, móveis, celulares e até 30 dias para produtos não duráveis – que são naturalmente destruídos na sua utilização como, por exemplo, flores, bebidas e alimentos.

A partir desta data, o fornecedor terá até 30 dias para solucionar o problema. Após esse prazo, se o produto continuar apresentando falha no funcionamento, o consumidor pode escolher entre a troca do produto por outro equivalente -  em perfeitas condições de uso, o desconto proporcional do preço, ou a devolução da quantia paga, monetariamente atualizada. No caso de produtos essenciais (geladeira, por exemplo), o fornecedor terá de solucionar o problema imediatamente, ou seja, não terá os citados 30 dias de prazo.

 



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