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  Polícia

Pai mantém a filha, bebê de seis meses, como refém

Um bebê de seis meses foi mantido refém pelo próprio pai, por quase cinco horas, ontem de manhã, no Bataillard. As polícias Civil, Militar e a equipe de negociação do Batalhão de Operações Especiais – Bope da PM foram mobilizados e a criança foi libertada depois da chegada de uma irmã do homem, o qual estaria sob o efeito de substâncias entorpecentes.

O homem de 40 anos invadiu a casa da ex-mulher, que atualmente mora com a mãe, por volta das 5h. Houve uma discussão e, alterado, pegou a criança e se trancou no quarto da sogra. A princípio, a família acreditava que ele sairia do cômodo em pouco tempo, o que não ocorreu e ainda passou a fazer uma série de ameaças.

Acionada, a Polícia Militar chegou ao local por volta das 7h, iniciando as negociações, lideradas pelo capitão Francisco Kreischer e pelo tenente Coronel Thiago Sardinha, subcomandante do 26ºBPM. De acordo o coronel Oderlei Santos, comandante da unidade, foi necessário acionar o protocolo para ocorrências com reféns.

“Isolamos a área e o pessoal especializado do Bope foi acionado. Mas, enquanto aguardávamos a chegada da equipe, que subiu a serra de helicóptero, conseguimos convencê-lo a abrir a porta. Ele se manteve abraçado a menina e minutos depois nos entregou a criança, no mesmo  instante em que a equipe de negociação do Bope chegava ao local”, explica o coronel Oderlei Santos.

Durante as negociações, que duraram cerca de três horas, a irmã do homem foi chamada e permaneceu ao lado dos policiais durante todo o tempo, contribuindo para convencê-lo a abrir a porta.

A menina foi examinada em uma ambulância do Corpo de Bombeiros, que permaneceu no local durante todo o tempo, mas não apresentou ferimentos. O homem também precisou ser medicado no Pronto Socorro do Hospital Municipal, pois estaria com a pressão arterial alterada. A bebê seria encaminhada a exame de Corpo Delito, no Instituto Médico Legal, em Corrêas.

O casal estava separado há pouco mais de um mês e o homem alegou que cometeu o ato porque estava todo o período sem ver a filha.



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