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  Eleições
  
 PDT oficializa candidatura de Jamil Sabrá para Câmara Federal

Ex-vereador quer estimular o desenvolvimento econômico da cidade no Congresso Nacional

Philippe Fernandes

O PDT confirmou na sua convenção, realizada na sexta-feira (3), os nomes que irão disputar as eleições deste ano pelo partido. A legenda, que terá Ciro Gomes como postulante à presidência, escolheu o deputado estadual Pedro Fernandes para concorrer ao Governo do Estado, assim como a chapa de deputados federais e estaduais. Em Petrópolis, o nome do PDT é o ex-vereador Jamil Sabrá, que irá postular uma vaga no Congresso Nacional. Em entrevista ao Diário, ele falou sobre as suas ideias e a expectativa com relação à campanha.

 

Jamil Sabrá entrou na vida pública em 2016, quando foi candidato a vereador. Ele alcançou a suplência e assumiu o cargo por um ano e cinco meses. Agora, na disputa por uma vaga no Congresso, ele defende o resgate das vertentes econômicas da cidade.

- Como vereador, tive a oportunidade de ter um trabalho bastante diversificado na questão do desenvolvimento econômico. Sancionamos sete leis, fui relator da lei das microcervejarias e presidi duas comissões. Precisamos resgatar recursos para aprimorar diversos setores da cidade – disse.

Entre esses investimentos, o candidato elenca três prioridades: o fomento às o setor cervejeiro, a tecnologia e a produção rural.

- A história da cerveja em Petrópolis é uma vertente que precisa ser aquecida. Por isso, precisamos de uma lei que desburocratize a instalação e desenvolva o turismo. Outro segmento que precisa ser mais trabalhado é a produção rural. Petrópolis é o maior produtor de orgânicos do Estado. Outro vetor é a parte tecnológica. Precisamos ter capacidade de investimento para tornar Petrópolis uma cidade conectada, porque não é possível que em algumas áreas não tenhamos sequer a disponibilidade do serviço de internet e até telefone! É necessário ter o serviço de dados de alto nível, de primeiro mundo, para que a gente tenha cada vez mais infraestrutura para trazer as empresas – acredita o candidato.

Sobre a BR-040, considerada hoje um dos maiores gargalos à economia de Petrópolis, o pedetista acredita que a briga principal deve ser pela mudança na praça do pedágio, assim que a próxima empresa assuma.

- Dentro do relatório que fizemos quando presidi a comissão especial sobre a estrada na Câmara, detectamos que a praça do pedágio representa quase a metade da arrecadação, muito maior que a praça de Pedro do Rio. Nós queremos que o pedágio fique na Washington Luiz, fazendo com que todo mundo pague, e não só o petropolitano. O morador da Baixada e quem faz uso da rodovia para acessar o Arco Metropolitano tem que pagar pelos investimentos feitos na estrada. Isso é importante até para diminuir o valor do pedágio que é cobrado – propôs.

 

Campanha

 

Na entrevista, Jamil Sabrá mostrou confiança com as candidaturas majoritárias do PDT. Ele diz que o partido busca um caminho diferente do que foi trilhado nos últimos anos no Rio de Janeiro com a candidatura de Pedro Fernandes, que está no seu terceiro mandato na Alerj, já foi candidato a vice-prefeito do Rio em 2008 e foi secretário estadual de Assistência Social e Direitos Humanos tanto na Prefeitura do Rio quanto no Governo do Estado.

- O PDT vem se colocando de forma contrária às práticas que a gente observa hoje no Executivo e no Legislativo. A candidatura do Pedro está dentro desta proposta. Não adianta olhar as práticas que foram feitas nos últimos 20 anos e seguir acompanhando os grupos que lideraram o Estado. Hoje, temos um candidato que representa o ex-governador que está preso, o outro é ex-governador, e por aí vai. O Pedro é jovem, tem pós-graduação, está fazendo doutorado e é uma pessoa preparada na questão política e na questão técnica para assumir a gestão do Rio – disse, destacando que o Estado foi o epicentro da corrupção no Brasil e que esse cenário vai fazer com que o eleitor busque novos quadros.

Com relação à candidatura de Ciro Gomes à Presidência, Jamil disse que o ex-governador do Ceará representa um antagonismo em relação ao que se vive hoje no Brasil.

- Hoje nós temos um Congresso cuja maioria é corrupta, um presidente que atua com o capital especulativo dos bancos. Precisamos de um líder desenvolvimentista, progressista e nacionalista, fortalecendo as vertentes econômicas do Brasil: o agronegócio, o pequeno empresário, o pequeno industrial, e essa é a proposta do Ciro. Acho que ele é o candidato ideal para enfrentar o sistema que destruiu o Brasil – disse, criticando o sistema financeiro.

 



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