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  Polícia

Polícia prendeu 26 pessoas em flagrante por violência doméstica este ano

Vitor Garcia – Especial para o Diário

A Lei Maria da Penha, que tem como objetivo proteger a mulher da violência doméstica e familiar completou 12 anos. Em Petrópolis, somente em 2018, as delegacias já registraram 429 boletins de ocorrência e 26 prisões em flagrantes. Entre os atendidos estão as pessoas que se identifiquem com sexo feminino, heterossexuais, homossexuais e mulheres transexuais que estejam em situação de vulnerabilidade em relação ao agressor.

De acordo com dados da Polícia Civil, no ano passado foram realizados 794 registros de crimes com base na Lei Maria da Penha e 50 prisões em flagrante.

- Os mais comuns são os crimes de injúria, difamação, ameaça, lesão corporal e delitos contra a honra. São crimes extremamente democráticos, pois não há idade, condição social ou idade para que haja uma vítima – disse Fernanda Marquesi, delegada adjunta da 105ª Delegacia de Polícia.

Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), o Dossiê Mulher deste ano aponta que Petrópolis obteve 2.595 casos de violência. Deste total 37,3% das mulheres sofreram violência psicológica; 35,5% violência doméstica; 17,1% violência moral; 5,9% violência sexual e 4,1% violência patrimonial. Vale ressaltar que a maioria dos crimes contra as mulheres são cometidos por pessoas com algum grau de intimidade ou proximidade com a vítima.

- O caso que ficou mais marcante nos últimos tempos foi o do pai que matou os filhos e a esposa no bairro Floresta. Uma história marcante, que, provavelmente nunca mais teremos nessa cidade. Hoje as mulheres têm mais coragem em realizar denúncias – disse Fernanda Marquesi.

Com orientação jurídica, acompanhamento social e psicológico e com um trabalho em parceria com as delegacias de Petrópolis, o Centro de Referência em Atendimento à Mulher (CRAM), atende as mulheres em situação de violência, seja moral, verbal, patrimonial, física ou sexual.

De janeiro a julho de 2017 foram realizados 213 atendimentos no Cram. No mesmo período deste ano foram 371. Ou seja, um aumento de 74% no primeiro semestre.

- O aumento nas denúncias aconteceu diante dos resultados positivos que temos obtido no município. As mulheres precisam ter coragem e força para botar fim no sofrimento que passam. O importante é que elas não se calem, mas denuncie – concluiu a delegada.

Para denúncias ou solicitação de informações, basta a vítima ligar para o telefone 2243-6152 ou comparecer à sede do Cram, na Rua Santos Dumont, 100 – Centro. Em casos de emergência, a mulher pode ligar em qualquer horário para o 98839-7387. A Polícia Militar também dispõe dos telefones 2291-5071, 2242-8005, além do WhatsApp 99222-1489.



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