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  Diário Comunidades
Quebras de ônibus da Viação Cascatinha na Comunidade do Alemão acontecem duas vezes por semana

Natália Rodrigues  


 Na manhã de ontem (01), quebrou por volta das 7h50, o único microônibus da empresa Viação Cascatinha que faz a linha 507- Alto da Comunidade do Alemão, localizada no Retiro. A população cobra melhorias no transporte público. Segundo relatos, os transtornos são frequentes, ocorrem pelo menos dois ou mais casos por semana.

A fiscal de prevenção e perdas Joseane Maria da Silva contou o veículo já vem apresentando desgaste há tempos.

- Quase todo dia o ônibus quebra, o problema é que o veículo não tem mais condições de uso, mesmo assim a empresa insiste em deixá-lo na comunidade. Esse que quebrou hoje, na primeira viagem já estava mostrando que não estava legal, porque o motorista quando parava nos pontos para pegar alguém ficava sempre acelerando para o carro não morrer - falou.

A moradora acrescenta que fez reclamações à empresa e inicialmente o problema tinha sido solucionado com a troca do veículo, que depois de um período retornou para a comunidade.

- Quando cheguei ao Centro reclamei com o fiscal da empresa sobre a situação do ônibus, que chegou a ser trocado, mas depois de alguns dias o veículo retornou à linha. E desde então continua apresentando os mesmos problemas e agora novos – disse.

Devido ao estreitamento da rua, o incidente de ontem (01) causou mais aborrecimentos para a população. O motorista Joel Feliciano relatou que o veículo acabou interditando a passagem dos carros que foram estacionados ao longo da Rua Hans Bistritschan até a liberação da pista.

- Levei minha filha ao dentista e ao voltar me deparei com o ônibus quebrado atrapalhando a passagem de todos os carros. Tive que estacionar ali mesmo e levei minha filha em casa, parece pouco, mas é uma boa caminhada – informou.

Joel conta ainda que embora a localidade tenha dois veículos, somente um é designado para atender à população na parte mais alta da comunidade.

- Moro no ponto final, e quando ônibus quebra é difícil para as pessoas terem que andar esse trecho a pé. Descendo são uns 15 minutos, mas voltando para casa o tempo pode demorar até uns 40 minutos, são crianças, mulheres, idosos, todos sofrem com isso. Fizemos uma solicitação há alguns meses solicitando à CPTrans pedindo outro carro, mas não houve resposta – falou.

Em nota, a CPTrans respondeu que notificou a empresa quanto à irregularidade e informa que irá reavaliar o quadro de horários da linha para verificar as melhorias que podem ser aplicadas. A companhia destaca, no entanto, que não há viabilidade técnica para o aumento de ônibus, uma vez que a demanda de ônibus atual é suficiente para atender os moradores. 

Indagada, a empresa não se pronunciou até o fechamento desta matéria.

 

 



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