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quarta-feira, 13/09/2017
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Sindicato consegue reajuste salarial e mantém benefícios dos trabalhadores

 A indústria moveleira e da construção civil pesada tiveram aumento de 5% e 5,44%

Leticia Knibel leticia.knibel@diariodepetropolis.com.br

Os trabalhadores da indústria moveleira e da construção civil pesada podem comemorar o novo reajuste salarial. O acordo foi firmado em convenção realizada no início do ano e finalizada, após os trâmites legais, no último mês de julho. As informações foram divulgadas na última segunda-feira (12), pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Petrópolis, José Maria Rabelo, que reafirmou a importância da luta por essas classes que precisam ter seus direitos garantidos.

O aumento dado aos marceneiros e artesão (além de outros encarregados desse setor) foi de 5%. Com o reajuste, o piso da categoria passa a variar entre R$ 1.804,40 a R$ 937 (mínimo garantido por lei), dependendo do cargo exercido. Apesar de não terem obtido o vale-transporte gratuito, os trabalhadores conseguiram manter a participação nos lucros das empresas, além de não terem nenhum valor descontado do salário nos feriados já programados.

Segundo José Maria, ainda foram mantidos os seguintes benefícios: licença remunerada para receber o PIS; associados que já estejam há um ano na empresa terão abono de R$ 315 e, para os demais, o valor é proporcional, como participação nos lucros; e também convênios com farmácias.

Já os trabalhadores da construção civil pesada tiveram um reajuste de 5,44%, com o salário podendo chegar a R$ 2.701,60 dependendo da função. O mínimo pago por grupo é de R$ 1.326,60.

- Todos os associados irão receber os valores retroativos, conforme manda a convenção. A nossa luta é para que esses trabalhadores tenham suas funções valorizadas e devidamente pagas, com o reajuste sempre acompanhando a inflação para que não tenham perda, mas sim ganho real com as mudanças, - explica o presidente do sindicato.

Os trabalhadores da construção civil pesada ainda mantiveram o direito a cesta básica (ou vale alimentação) no valor de R$ 300, desde que não tenham faltado sem justificativa no mês em referência. Eles ainda permanecem com o direito ao vale-transporte, com desconto de até 1% do valor recebido, bem como a licença remunerada para receber o PIS, sem perda do repouso semanal, também remunerado.



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