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  Turismo

 Turismo de Experiência: uma tendência que veio para ficar

Daniela Curioni - especial para o Diário

A nova tendência de turismo faz o viajante mergulhar nos costumes e tradições de uma região. Nessa modalidade, o mais importante não é voltar com uma mala cheia de compras, mas com uma bagagem com novas experiências.  Esse novo conceito, bastante conhecido no exterior, chegou ao Brasil em 2006 por meio de projetos experimentais coordenados pelo Ministério do Turismo e o Sebrae, para atender ao perfil de um turista que busca por experiências diferenciadas e personalização da viagem, de acordo com seus desejos e preferências. 

O objetivo principal dessa nova modalidade do Turismo é levar as pessoas para uma vivência, na qual elas terão a oportunidade de se envolver com o jeito de viver das comunidades locais, além de terem a oportunidade de aprender bastante sobre sua cultura e suas atividades. 

De acordo com o guia turístico Rafael Barros,  esse novo nicho vai muito além dos circuitos tradicionais, que voltam para o mesmo hotel todos os dias, que incluem pontos de visita obrigatórios e passagem por lojinhas de lembranças padronizadas.

- A ideia é estimular a vivência e o envolvimento com as comunidades locais e o aprendizado de novas atividades. Fazendo que o turista tenha uma experiência cultural, esportiva ou gastronômica, completamente diferente de tudo que ele conhece ou vive em seu cotidiano.

O perfil do “novo viajante”

Conforme levantamento feito pelo Ministério do Turismo, a maior parte das pessoas que buscam roteiros de Turismo de Experiência tem idade entre 35 e 50 anos e pertencem às classes A e B, mas existem roteiros deste tipo para todos os gostos e de todos os valores.

De modo geral, os viajantes com este novo perfil não estão interessados apenas em viajar; por isso, buscam experiências turísticas com as quais não estejam acostumados a vivenciar em seu cotidiano, além de desejarem algo que lhes traga enriquecimento cultural.

Crescimento no país 

O Turismo de Experiência chegou com força ao Brasil há oito anos e, desde então, passou a abrir oportunidades de negócio para pequenas empresas dos mais distantes lugares do país. O conceito foi aplicado pela primeira vez em um projeto-piloto na região de vinhos do Rio Grande do Sul em 2006, organizado pelo Ministério do Turismo e pelo Sebrae, em parceria com o Instituto Marca Brasil e o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Região da Uva e Vinho (RS). Com o sucesso nas vinícolas gaúchas, a iniciativa foi expandida para outras quatro regiões:  a Costa do Descobrimento, Petrópolis, Belém e Bonito. Desde então, vem se difundindo por cidades de diferentes portes, do sertão ao cerrado, passando pelo litoral.

Mercado da profissão

Segundo o Plano Nacional do Turismo (PNT), esse setor tem impacto em mais de 50 segmentos da economia, gerando emprego e renda, para cerca de 7 milhões de pessoas. Com o aumento das viagens domésticas e do número de turistas internacionais no país, o mercado de trabalho também, deverá aquecer e chegar em 2022 com um aumento de 2 milhões de postos de trabalho no setor.

 



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