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  Cidade

Vereadores repudiam ações de vandalismo na cidade

Yuri Lima yuri.lima@diariodepetropolis.com.br

Na sessão plenária da tarde de ontem (2), o vandalismo foi debatido entre os parlamentares. A discussão entrou em pauta após o relato de uma fiscalização feita pelo vereador Marcelo da Silveira (PSB), no banheiro, recém reformado, do Terminal Rodoviário Imperatriz Leopoldina, no centro.

O parlamentar afirmou que objetos, como tampas de vazo sanitário e porta papéis higiênicos, foram arrancados.

- Tem menos de dois meses que aquele banheiro foi reformado e você vê que o local se encontra inadequado para ser usado. Porque, infelizmente, os vândalos, que não tem nada para fazer arrancam até tampas de vazo. Isso é um absurdo – afirmou.

 O vereador Maurinho Branco (PP) também se manifestou. O parlamentar foi presidente da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) e afirmou que o projeto foi iniciado na sua gestão e concluída na gestão de seu sucessor. Para Maurinho, o vandalismo é um problema grave.

- Tem casa que não tem o banheiro que foi feito na rodoviária. Foi feito com maior carinho. Dois meses de obra que deixou o banheiro impecável. Eu mesmo afirmei a necessidade de colocar alguém ali 24 horas. O receio era que algumas pessoas poderiam detonar o banheiro – afirmou.

O parlamentar ainda afirmou que existe o furto de objetos, tal como lâmpadas. O vereador Reinaldo Meirelles (PP), também repudiou a ação de vândalos em locais públicos. Recordando que a necessidade da reforma do banheiro tinha sido pauta de muitos vereadores na Câmara.

- Este tipo de ação não me causa surpresa, vemos muitas ações de vandalismo em nosso dia a dia. Há pessoas que botam fogo nas lixeiras, as pessoas incendeiam as lixeiras. Uma lixeira daquelas custa quase 1 mil reais e um vândalo vai lá e queima. São dezenas por mês, às vezes vinte lixeiras queimadas por mês – lamentou.

Além disto, o vereador lembrou também de outro problema, o despejo de lixo feito de forma irregular, como sofás. Segundo Meirelles, deveria haver mais respeito da população.

 

 



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