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  Colunistas
 

 

 


 ANIVERSARIANTES AMIRP –  Dia 9 -  Terezinha Goivinho da Silva; dia 10 -  Helena de Paula Souza,  Reginaldo Carlos Stumpf,  Therezinha Bernardes Freire, dia 13 -  Alcenir Margarida Costa Benjamim,  Maria Lourdes Fagundes Segat,  Ana Cristina Siqueira; dia 14 - 
Elaine Maria Zanatta de Araujo,  Luiz Antonio Caetano; dia 15 - Jorge Luiz Pinheiro,  Regina Maria Figueiredo Carandina. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos, desejando saúde e felicidades. (foto -  aniversariantes)

 

NOSSA GENTE AMIRP  - Isabel Cristina, Marcela, Pedro, Francisco, Therezina   no encontro da associação dos Militares da Reserva de Petrópolis realizado em Itaipava . Foto Ernani de Oliveira. (foto – isabel cristina, marcela, pedro, etc)

 


 “OITO DE MARÇO – DIA INTERNACIONAL DA MULHER” - MULHERES NA FORÇA TERRESTRE  -  Tudo começou com a heroína Maria Quitéria de Jesus Medeiros,  em 1823.  Não é novidade a participação da mulher nas fileiras do Exército Brasileiro (EB). Basta voltarmos os olhos para o passado e veremos, nas terras baianas, o impulso combativo da destemida Maria Quitéria de Jesus Medeiros, que, num altivo rompante, trajou-se tal qual um soldado, arrebatou o fuzil e pôs-se em marcha para ajudar na Guerra da Independência, em 1823. Tempos depois, agora num cenário internacional e defendendo os mesmos valores de Maria Quitéria, brasileiras ombrearam ao lado dos homens e foram combater entre os aliados nas terras europeias, contra o exército alemão, quando da Segunda Guerra Mundial. Eram as enfermeiras brasileiras, jovens que incorporaram o verde-oliva e bravamente apoiaram os nossos pracinhas e a população local, que assim necessitavam. Em 18 de fevereiro de 2018, ingressaram na bicentenária Academia Militar das Agulhas Negras as 34 primeiras cadetes do sexo feminino. Parabéns mulher pelo seu dia! (foto  – mulher na força terrestre)

 

 

 DIA DO CORPO FUZILEIROS NAVAIS – SETE DE MARÇO – “Ad Sumus” – Lema do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha de Guerra do Brasil. Significa: Estamos Presentes! A mensagem é estar sempre a postos, preparados para defender a segurança, o patrimônio e a integridade da nação. Em 7 de março de 1808, a Família Real Portuguesa, fugida da Europa, desembarcou no Rio de Janeiro, com ela as primeiras tropas da Brigada Real de Marinha, embrião do Corpo de Fuzileiros Navais, que ao longo do Império e da República do Brasil recebeu várias denominações, dentre elas o de Batalhão Naval.

O apreço e o carinho do povo pelos seus fuzileiros navais ficaram demonstrados em canções de compositores famosos: “O Teu Cabelo Não Nega”, de Lamartine babo, “Tem Marujo no Samba” de Braguinha e “Mulata Fuzileira”, de Hervê Cordovil e Paulo Netto. Em 1932, por decreto do Presidente Getúlio Vargas foi denominado Corpo de Fuzileiros Navais, força integrante da Marinha do Brasil pronta para entrar em ação em terra, nos rios e nos mares, responsável pela segurança de assuntos que dizem respeito aos interesses navais do País. (nota: naval – referente à navegação e especialmente à marinha de guerra)  (foto 5 – fuzileiros navais)

 

 
 
ÁGUAS DE MARÇO (Cel. RRm Marco Antonio Esteves Balbi) - Tom Jobim já dizia que o Brasil não era para principiantes. Tão certo quanto as águas de março, que o maestro soberano magistralmente musicou, porque elas vêm mesmo, outro fenômeno característico do mês são as inúmeras reportagens que a mídia apresenta sobre versão de fatos relativos ao regime de exceção, 1964 a 1985, iniciado em 31 de março com a reação democrática de toda a sociedade brasileira contra o desgoverno de Jango Goulart. Duas colunas militares, ambas partindo de Minas Gerais, marcharam uma em direção ao Rio de Janeiro, outra em direção a Brasília, puseram Jango em fuga e o Congresso Nacional, reunido em sessão permanente, declarou a vacância do cargo de presidente da República. 

 Os argumentos usados pela mídia, quase toda ela gramscista, formada nas faculdades de letras da vida, por professores do mesmo credo, são os mais variados possíveis. Vale tudo para denegrir aquele período. Considerando que os aspectos mensuráveis, as realizações, são incontestes, partiram então para os não mensuráveis. Primeiro para o humano, houve tortura, perseguição, desaparecimentos, assassinatos. A atuação e o relatório da Comissão da (In) verdade foram tão patéticos que não foi possível sustentar a versão dos direitos dos manos esquerdistas e seus companheiros de viagem e inocentes úteis, alguns que eles mesmos deram cabo. Daí prosseguiram para o campo social. Ah, o país cresceu, mas o bolo ficou concentrado e não foi distribuído, nunca olharam para o pobre etc. Declara o insuspeito, neste caso, Luiz Inácio, o Lula: “a gente saía de um emprego e no minuto seguinte já estava em outro com melhor remuneração”. Mas, vamos ao social. Se hoje nos debatemos com milhões de desempregados, graças aos desgovernos petistas, os governos do regime de exceção criaram cerca de 13 milhões de empregos e substancial redução da inflação. Foi criado o SISTEMA FINANCEIRO DA HABITAÇÃO e o BANCO NACIONAL DE HABITAÇÃO, o primeiro programa efetivo de construção de casas populares. Uma forte atuação na educação com a ampliação das vagas no sistema de ensino em todos os níveis e a criação do MOBRAL, para erradicar o analfabetismo no país. Criou-se, também, o CRÉDITO EDUCATIVO, programa copiado pelos governos da “Nova República” sob diversas denominações. Os universitários passaram a ter contato com a realidade das regiões mais recônditas do Brasil, através do Projeto Rondon, mantido até hoje. A expansão da oferta de energia elétrica propiciou levar luz ao campo para os trabalhadores rurais que foram beneficiados com o FUNRURAL. Por outro lado, os trabalhadores urbanos passaram a participar do FGTS, do PIS e do PASEP. Para levar a paz ao campo foi promulgado o ESTATUTO DA TERRA, a tão falada até hoje reforma agrária. Para expandir a fronteira agrícola foi criado a EMBRAPA, hoje ameaçada de extinção. Os nossos irmãos do Norte, tão distantes e esquecidos pelo poder central, foram integrados por terra, através das rodovias, mas também economicamente com a criação da SUDAM e do BANCO DA AMAZÔNIA. Enfim, parece-me que também no social, os 21 anos do regime foram realmente uma revolução, infelizmente não acompanhada nos governos que se seguiram. Ao lembrar a passagem do 54° aniversário da reação democrática de março de 1964, você meu caro leitor, em especial os jovens, não se deixe levar pela cantilena de qualquer rede de rádio, TV ou jornal, ou por aquilo que o seu professor em sala de aula te contar. Pesquise e estude. (foto 6 – águas de março)

 

“Um falso amigo é mais temível que um animal selvagem; o animal pode ferir o seu corpo, mas um falso amigo irá ferir sua alma.” (Buda)



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