Edição anterior (1306):
sexta-feira, 08 de junho de 2018
Ed. 1306:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1306): sexta-feira, 08 de junho de 2018

Ed.1306:

Compartilhe:

Voltar:


  Colunistas
Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 

 

 ANIVERSARIANTES AMIRP –  Dia 1 -  Geraldo Campos Serra,  Darly Vieira Machado Bento;  dia 3 - Jobel Emilião,  Maria Aparecida Torres Viana,  Marina Lucia Barros,  Maria Elena Teixeira Torres,  Antonio Cláudio Rocha de Oliveira; dia 4 -  João Paulo de Oliveira Santos,  Eliane Fátima Luis; dia 5 -  Maria de Lourdes Karl Clemente,  Luciane dos Santos Sanado Santana; dia 7 -  Francisco Laurindo da Silva; dia 8 -  Alcíria Nogueira Elmer,  Carmem Lúcia de Farias Thaiss; dia 9 -  Maria Amélia Guerra; dia 10 -  Vera Regina França Pinto; dia 11 -  Carlos Alberto Gonçalves Ribeiro; dia 12 -  Ilse Walter Silveira,  José Ailton Teixeira Paulo,  Lourival Eckhardt; dia 13 - Flavia Rocha Bordeira,  Malu Nogueira Martins de Medeiros Loureiro; dia 14 -  Orlando Oscar Couto Vieira.   A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e   felicidades. (foto 2 -  aniversariantes)

  

 NOTA DO REDATOR – A seção “ANIVERSARIANTES AMIRP” publica hoje a relação dos aniversariantes da quinzena de 1º de junho a 14 de junho. Tal se deveu ao feriado de “Corpus Christi”, no dia 31 de maio, quinta-feira, quando não houve expediente na redação do Diário de Petrópolis que, em consequência, não circulou na sexta-feira,  dia 1º de junho. (foto 3 – nota do redator)

 
 
 APRESENTAÇÃO ANUAL – OP/32º BIL – Os militares da reserva e pensionistas, aniversariantes no mês de junho, vinculados à OP/32BIL (ex SIP/32), não se esqueçam da obrigatória apresentação anual até o fim deste mês. (foto  4 –atenção)

NOSSA GENTE AMIRP – Suely, Therezinha, Lavigne e Neyde em  encontro da Associação dos Militares da Reserva de Petrópolis realizado em Itaipava. Foto Ernani de Oliveira. (foto 5 -  suely, therezinha, etc)

 

 

 MARINHA DO BRASIL  - BATALHA NAVAL DO RIACHUELO – 11 DE JUNHO DE 1865 – “O BRASIL ESPERA QUE CADA UM CUMPRA O SEU DEVER” -  Almirante Francisco Manoel Barroso participou da Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai. Comandou a Força Naval Brasileira que venceu, em 11 de junho de 1865, a Batalha Naval do Riachuelo, no Rio Paraná. A vitória foi alcançada graças à coragem e a iniciativa de Barroso, que após sair da armadilha montada pelos paraguaios, nas proximidades da foz do Riachuelo, retornou ao local e empregou a Fragata Amazonas, sua capitânia, para abalroar e destruir navios inimigos.

 
A batalha foi decisiva para o aniquilamento da esquadra paraguaia e o curso da guerra. O bloqueio naval impediu o Paraguai de receber armamento e os navios encouraçados que encomendara no exterior. As tropas paraguaias retrocederam para dentro do território do Paraguai por verem ameaçados o seu flanco e sua logística. Barroso pertence a uma geração que se destacou pela competência e bom êxito alcançado em uma fase da história do Brasil que foi fundamental para que as gerações futuras herdassem este País de proporções quase continentais, com riquezas invejáveis e uma cultura única.

 
 Como Vice-Almirante em 1868, serviu no gabinete do Ministro da Marinha. Deixou o serviço ativo como Almirante e fixou residência em Montevidéu, no Uruguai onde faleceu, em 1882. Barroso era um homem do mar, o paradigma do comandante de navio veleiro do século XIX, que passara boa parte de sua vida pisando num convés. Era austero, objetivo e disciplinador. O Almirante Tamandaré o tinha como amigo e o manteve como seu Chefe-de-Estado-Maior das Forças Navais em Operações no Rio da Prata, de abril de 1865 a dezembro de 1866. (foto 6 – Marinha do Brasil ) (foto 7 – Almirante Barroso)

  

 FORTE COIMBRA SERÁ CANDIDATO A PATRIMÔNIO MUNDIAL PELA UNESCO - (Correio do Estado, Corumbá, MT -19 de maio de 2018,  Natália Yahn) - O Forte Coimbra será apresentado como candidato a Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Trata-se de uma realização é do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O Forte Coimbra é uma construção localizada às margens do Rio Paraguai, na fronteira com o Paraguai e a Bolívia. A edificação é tombada pelo IPHAN desde 1974.

A ocupação de seu sítio data do último quarto do século XVIII quando da fixação de limites entre Portugal e Espanha por meio dos tratados de Madrid (1750) e de Santo Ildefonso (1777). Em 28 de dezembro 1864 foi atacado e tomado pelos paraguaios, ao início da Guerra da Tríplice Aliança (Guerra do Paraguai). Foi retomado em 1868 e reconstruído a partir das ruínas da muralha que restaram, compondo a atual configuração edificada. O conjunto de edificações do Forte Coimbra reúne a capela, a casa de pólvora, um alojamento, pátios internos e a muralha com os baluartes. No local, há alguns canhões da Marinha. O Forte é administrado pelo Exército Brasileiro, mantido pela 3ª Companhia de Fronteira, unidade militar da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira/Comando Militar do Oeste. Além de eventos militares, o local é aberto à visitação turística. (foto 8 - Exército Brasileiro) (foto 9 – Forte Coimbra)

 

 

 
 DEZ DE JUNHO - DIA DA ARMA DE ARTILHARIA – MARECHAL ÉMILE LOUIS MALLET – PATRONO DA ARMA DE ARTILHARIA  - “Se é mister um esforço derradeiro, e fazer de seu corpo uma trincheira,  abraçado ao canhão morre o artilheiro, em defesa da pátria e da bandeira, o mais alto valor de uma nação, vibra n’alma do soldado, ruge n’alma do canhão!” (trecho da Canção da Artilharia). - Marechal Émile Louis Mallet - nasceu em 10 de junho de 1801, em Dunquerque, França. Veio para o Brasil com a família aos 17 anos de idade, fixando-se no Rio de Janeiro.  Em Tuiuti, 24 de maio de 1866, a maior batalha campal da América do Sul, suas bocas-de-fogo foram batizadas “artilharia revólver”, tal a precisão e a rapidez de seus fogos.

 

 Ainda naquela batalha, a previsão e a criatividade do chefe militar asseguraram a importante vitória do Exército Imperial. O profundo fosso que Mallet fez construir para a proteção de suas peças constituiu-se em eficiente obstáculo que impediu o avanço da tropa inimiga. Esse  fato passou para a História com a célebre frase do comandante da Artilharia brasileira: “Eles que venham. Por aqui não passam.” Faleceu em 2 de janeiro de 1886, na cidade do Rio de Janeiro, aos 84 anos. (foto  10 – Artilharia) (foto 11 – Marechal  Mallet)

            “Viver feliz não é mais do que viver com honestidade e retidão” (Cícero)

 



Edição anterior (1306):
sexta-feira, 08 de junho de 2018
Ed. 1306:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1306): sexta-feira, 08 de junho de 2018

Ed.1306:

Compartilhe:

Voltar:


Casando com Estilo








Rua Joaquim Moreira, 106
Centro – Petrópolis – RJ
Cep: 25600-000

ABRAJORI – Associação Brasileira dos Jornais do Interior