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  Colunistas
Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 

 

 ANIVERSARIANTES AMIRP  - Dia 6 -  Catharina Maria Santos de Souza César,  Sebastião Bueno Olinto; dia 9 -  Homero Passos Júnior,  José Edison Fofano; dia 10 - Milton Salles Edwards, Marta C. Balter de Freitas,  Renata Cristina da Rocha Silva Duque,  Manoel de Jesus Sant’Anna; dia 12 - Neyde Cherem Peixoto,  Leonardo Ribeiro da Silva,  Aydee Regina Fortuna Pereira. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades. (foto  -  aniversariantes)

  


 
 APRESENTAÇÃO ANUAL – OP/32º BIL – Os militares da reserva e pensionistas, aniversariantes no mês de julho, vinculados à OP/32BIL (ex SIP/32), não se esqueçam da obrigatória apresentação anual até o fim deste mês. (foto   –atenção)

 

 

NOSSA GENTE AMIRP – Sra Lúcia Dias, Cap. Aqilton Teixeira Paulo – Presidente da AMIRP, Sra. Neyde Peixoto durante o  almoço AMIRP em homenagem às mães realizado no Centro General Ernani Ayrosa em Itaipava. Foto Ernani de Oliveira. (foto    – Lucia, Ailton, Neyde.)

 

 

 COMANDO DA INTERVENÇÃO NO RIO ENTREGOU PLANO A TEMER (MSN notícias, 15 de junho de 2018) - Após quase quatro meses de atuação no Rio, o comando da intervenção federal na segurança do estado apresentou no dia 14 de junho o plano estratégico das ações ao Presidente Michel Temer. O governo federal decretou intervenção na segurança do Rio em 16 de fevereiro com prazo até 31 de dezembro.

Na ocasião, ficou claro que a decisão foi tomada de forma apressada. O general do Exército nomeado como interventor, Walter Braga Netto, levou cerca de duas semanas para escolher sua nova equipe. Segundo Braga Netto, as bases do plano estratégico já estavam definidas e em andamento antes da entrega do documento de 82 páginas ao presidente Temer. Os principais objetivos apresentados ao presidente já são conhecidos: redução dos índices de criminalidade, aumento da sensação de segurança e a retomada da capacidade operativa das polícias, que sofrem com equipamento obsoleto e falta de materiais. A intervenção obteve do governo um orçamento de R$ 1,2 bilhão. Os valores, no entanto, demoraram a chegar e agora, já no caixa do gabinete da intervenção, estão com dificuldade de serem empregados. O General Braga Netto tem dito que a demora na alocação de recursos ocorre em razão da necessidade de os gastos serem amparados pela lei de licitações. O interventor tenta obter autorização para fazer compras sem necessidade de licitação. Segundo Braga Netto, já foram apreendidos 137 fuzis pela PM neste ano. Cerca de 140 obstáculos e barricadas montadas por criminosos em acessos a favelas foram retirados, assim como três posições de tiro foram demolidas, uma delas na favela do Jacarezinho, zona norte da cidade. (foto  -  na constituição)  ( foto    - intervenção)

 

 


 OPERAÇÃO DE GUERRA (Revista do Clube Militar nº 469, junho de 2018,  Cel. Sérgio Paulo Muniz Costa) Os brasileiros  não têm ideia do quão perto estiveram de um desastre  nacional  nas semanas em que durou a paralisação dos transportadores  de cargas e o bloqueio das estradas. A capilaridade  do caos foi  muito maior do que os cancelamentos  de viagens aéreas ou as filas nos postos de combustível. Felizmente,  a ação politica do governo,  ainda que tardia, permitiu  que ficássemos  no estagio  do transtorno,  porem  o Brasil  poderia  estar  hoje  amargando  perdas  muito  maiores, ate de vidas humanas, se alguma coisa não tivesse funciona do muito bem.

Caminhões   de combustível  foram  escoltados  aos  aeroportos e aos postos  de distribuição  comerciais  que abasteceram veículos particulares  e oficiais, estes últimos os essenciais aos serviços  públicos. o acesso  a refinarias  e distribuidoras   foi desimpedido, portos foram liberados e impediu-se a paralisação do de Santos. Veículos com suprimentos  hospitalares foram resgatados e suas cargas vitais chegaram a tempo ao seu destino crucial, inclusive por aeronaves. Corredores  de circulação  nas grandes  vias do Sudeste foram mantidos  abertos.  Um patrulhamento  continuo  impediu a obstrução  de outros eixos, dispersou  bloqueios  violentos  e utilizou  centenas  de motoristas  - militares e policiais - para manobrar  veículos usados como obstáculos, o sistema  de telecomunicações   do  Pais continuou  funcionando,  garantida a manutenção  e os reparos aos atos de sabotagem  que começaram a surgir. Foi  garantida     a chegada    de  combustível      as  termelétricas de  Rondônia     e  Roraima,    evitando-se      um apagão literal nesses estados  da federação. Tudo  isso, trabalhando   ininterruptamente   desde  25  de maio,  sem  violência,  longe das  câmeras  e das declarações oficiais. Para quem  desejava  uma intervenção  militar, ela aconteceu. Pela via legal e constitucional. Foram o Estado Maior Conjunto  das Forcas Armadas e os Comandos  Militares  de Área, de norte a sul do Brasil, que, integrando  Forcas Armadas,  Policia Rodoviária  Federal e Policies Militares de alguns estados,  realizaram  as ações que salvaram o Pais. Uma operação  militar,  de fio a  pavio,  conduzida   pelos sistemas de comando  e controle,  inteligência,  logística c manobra, com ações de defesa territorial. Essas ações se orientaram  pelas informações  colhidas das empresas  pelas diversas  agencies  dos ministérios  que as levaram  ao Estado  Maior Conjunto,  onde foram  decididas  as prioridades  de atendimento  em função  das necessidades  da população. Tudo isso, conduzido  por um ministro militar  á paisana, não um ministro paisano  fantasiado  de militar. Que soube se manter no seu papel politico, sem interferir na cadeia de comando  militar. Com profissionalismo  e discrição,  sem caudilhagem  e voluntarismo. Como   tantas  realizadas    pelas  Forcas  Armadas,    uma  operação    de guerra   para   impedir   uma  guerra. A greve   dos  transportadores      de  carga, com   toda   perturbação   que  causou,  mostrou que não existe substituto para a iniciativa privada na distribuição  de produtos ao longo da cadeia comercial no Pais. Mas mostrou também que país algum prescinde do Estado como grande mediador de conflitos, sempre recorrentes em uma sociedade  democrática, algo que só acontece  pela garantia da lei e da ordem. (foto -  clube militar)  (foto  – comboio)

 

“Não desampares a sabedoria, e ela te guardará; ama-a, e ela te protegerá.” (Salomão)

 



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