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  Saúde

Ala da UTI neonatal do Hospital Alcides Carneiro é isolada

Ação preventiva fechou parcialmente a unidade; não houve registro de morte

Daniela Curioni - Especial para o Diário


 Uma ação preventiva da Prefeitura fechou parcialmente a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal do Hospital Alcides Carneiro (HAC), por conta de uma bactéria. Segundo informações do governo municipal, uma ala foi isolada e um bebê foi colonizado, permanecendo no local em tratamento.

A direção do Hospital Alcides Carneiro destacou, por meio de nota, que não houve registro de morte por causa da bactéria. De acordo com a secretaria municipal de Saúde, os casos em que foram constatadas presença da bactéria foram devidamente tratados e todas as medidas foram acompanhadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Leitos transferidos para outros setores

Segundo a unidade, nenhum paciente da UTI Neonatal do HAC precisou ser transferido para outro hospital. A direção do hospital ressaltou que a reprodução destes microorganismos em ambiente hospitalar é comum e que todas as medidas foram adotadas para contê-la, como a transferência de alguns leitos para outro setor do Hospital Alcides Carneiro, mantendo o mesmo atendimento indicado.

De acordo com o hospital, todos os procedimentos foram informados aos órgãos competentes e  são preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A prefeitura informou ao estado e ao Ministério Público sobre as intervenções que seriam feitas na UTI Neonatal, para impedir a propagação da bactéria.

Vigilância estadual monitora unidade

A Secretaria de Estado de Saúde (SES), por sua vez, informou que o hospital  foi notificado e está sendo monitorado desde o mês de julho deste ano. A Subsecretaria de Vigilância em Saúde da SES disse que fez uma fiscalização na unidade, que passava por obras, no mês de julho. Durante a inspeção, o órgão afirmou que foram constatadas algumas inconformidades, mas insuficientes para acarretar na suspensão do funcionamento. Ainda de acordo com a secretaria, o HAC tem sido monitorado regularmente pela Superintendência de Vigilância em Saúde (Suvisa).

 



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