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  Greve

Profissionais da educação continuam com manifestação no Centro

Yuri Lima yuri.lima@diariodepetropolis.com.br

A greve dos profissionais da educação teve continuidade ontem (20), quando os educadores se manifestaram no Centro da cidade. Os grevistas se encontraram às 15h na Praça Dom Pedro II e fizeram uma caminhada até a Praça da Inconfidência. Segundo Rose Silveira, presidente do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE), a categoria ainda aguarda um posicionamento da Prefeitura em relação às suas pautas.

- Ainda estamos aguardando um posicionamento da Prefeitura. Atualmente, não estamos com muitos profissionais indo para a rua, por uma questão financeira. Deste modo, as atividades foram reduzidas pela falta de passagem dos educadores – disse.

Para esta semana, a categoria organizou uma campanha de agasalho, que recolherá doações hoje (21) e amanhã (22), os pontos de coleta são nos calçadões do Colégio Estadual Dom Pedro II (Cenip), em frente as Lojas Americanas, e em frente as galerias do Conjunto Comercial Vicente Marchese e da galeria do Arabella. A assembleia que definirá o futuro da greve acontecerá na sexta-feira (24), às 10h, na Catedral de São Pedro de Alcântara.

Maior parte das escolas funcionou ontem

Ontem, a Prefeitura informou que está repassando informações sobre a paralisação dos professores para o Tribunal de Justiça do Estado, com relação ao quantitativo de escolas em funcionamento. A ação é em resposta à liminar concedida à ação impetrada pela Prefeitura que questiona a paralisação dos servidores da área. A liminar foi concedida na quinta-feira (16), estabelecendo que 70% de cada unidade escolar deve estar em funcionamento. Nesta segunda-feira (20), 61 escolas e Centros de Educação Infantil funcionaram normalmente, 103 de forma parcial durante o dia e 11 funcionaram parcialmente à noite. Dezenove escolas ficaram paralisadas durante o dia e duas à noite. Registraram ponto 1.187 servidores – do total de 2.571 que atuam nas escolas.

O levantamento do funcionamento das escolas ocorrerá durante toda a semana de forma presencial. Além disso, atendendo a um pedido da Secretaria de Educação, cada diretor está informando, por ofício, a quantidade de profissionais ausentes em cada turno de atendimento.

Vale salientar que o corte de ponto já soma 21 dias. O corte de ponto reflete no 13º salário e ainda no período de férias dos profissionais. A medida tem amparo legal do Supremo Tribunal Federal que proferiu decisão neste sentido em 2017.

O poder público reitera que o compromisso é o de manter em dia o salário dos servidores – ação que está sendo cumprida sem nenhum atraso: a atual gestão depositou R$ 39,4 milhões da folha de pagamento de julho do funcionalismo e R$ 8,7 milhões do 13º salário antes do início da greve.



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