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SAMU recebe visita de técnicas da Saúde de Nova Friburgo

Ideia é implantar serviço no município parceiro em setembro

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) recebeu, nesta segunda-feira (20.08), a visita de três apoiadoras técnicas da Secretaria de Saúde de Nova Friburgo. Durante a visita, as friburguenses puderam entender melhor como funciona o atendimento na coordenação do Serviço na Região Serrana, que fica no mesmo prédio da base do SAMU de Petrópolis, na Avenida Barão do Rio Branco.O objetivo é levar o conhecimento para implantar uma base do Serviço por lá.

“Temos este projeto, que está parado desde 2011. Agora, vamos conseguir concretizar a instalação da nossa base do SAMU com três ambulâncias. Viemos conhecer o funcionamento da central e pensarmos as nossas estratégias para implantá-lo já no mês que vem em nossa cidade e esta visita é fundamental”, destacou a gerente de Regulação da Secretaria de Saúde de Nova Friburgo, Iandara Moura.

A Central do SAMU em Petrópolis atende chamados e regula saídas de ambulâncias das bases de outros seis municípios, além da cidade sede: Cachoeiras de Macacu, Cantagalo, Carmo, Guapimirim, São José do Vale do Rio Preto e Sumidouro. Em média, os atendentes recebem cerca de 2,4 mil ligações por mês.

“A Central de Petrópolis é responsável por receber os chamados destas sete cidades e regular a saída das ambulâncias de cada base. O trabalho que desenvolvemos já foi reconhecido nacionalmente, sendo fruto de muito esforço de toda a equipe. Agora, estamos compartilhando as nossas experiências e fluxos para que as técnicas possam levar o conteúdo e implementar o serviço em Nova Friburgo”, comentou o secretário de Saúde, Silmar Fortes.

Ao todo, 15 pessoas, entre técnicos e médicos, atuam diariamente na Central atendendo aos chamados. De todas as ligações feitas para o SAMU, cerca de 33% são de ocorrências de Petrópolis. A visita das três representantes de Nova Friburgo foi conduzida pelo coordenador do SAMU, Cláudio Lázaro.

“Aqui, conseguimos acompanhar e monitorar a saída das ambulâncias de todas as cidades. Temos contato permanente com as equipes das bases, que recebem os chamados e indicações do socorro para os celulares próprios e funcionais, além das ligações por telefone que fazemos. Garantimos que o solicitante tenha 100% da atenção”, explica Cláudio Lázaro.

Em média, o tempo de resposta é de menos de 30 segundos, entre a solicitação e a saída da ambulância. Entretanto, as chamadas falsas ainda são o maior problema. Cerca de 36% das ligações são trotes, segundo levantamento do SAMU. “Ainda é um problema que temos enfrentado. Gera obstrução de nossas linhas e, consequentemente, pode acabar atrapalhando o atendimento de alguém que realmente precisa. Por isso, trabalhamos frequentemente a conscientização da população para que isto diminua”, finaliza Silmar Fortes.



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