Com informações do G1
O julgamento do caso Henry Borel foi adiado para 25 de maio, após uma manobra da defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho. Com a postergação, a mãe do menino, Monique Medeiros, obteve o relaxamento da prisão e aguardará em liberdade. Já Jairinho permanecerá preso. Jairinho, que era vereador do Rio de Janeiro à época, e Monique estão presos desde abril de 2021, mês seguinte à morte de Henry.
“Assassinaram meu filho pela segunda vez”, declarou Leniel Borel, pai do garoto, após o encerramento da sessão.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro havia marcado o júri para a manhã desta segunda-feira (23). A juíza Elizabeth Machado Louro chegou a sortear o Conselho de Sentença. Nessa hora, porém, os advogados de Jairinho solicitaram o adiamento do processo, alegando que não tiveram acesso a todas as provas. A magistrada indeferiu o pedido e mandou seguir o processo.
Na sequência, os 5 defensores de Jairinho presentes no plenário manifestaram o desejo de abandonar o júri, o que, na prática, inviabilizaria o julgamento uma vez que um réu não pode ficar sem defesa.
Elizabeth, então, dispensou os jurados e encerrou a sessão.
O menino morreu há 5 anos com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio.
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