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  Colunistas
ARISTÓTELES DRUMMOND
COLUNISTA

 

 

VAMOS SALVAR O RIO

            Alguns temas têm ocupado as pessoas que se preocupam com a recuperação do Rio, cidade e Estado, acima de divergências políticas e até mesmo ideológicas. Talvez, fora deste quadro, só o grupo mais radical na condenação da livre empresa como fator complementar na prestação de serviços e fundamental na geração de empregos e renda. Mas estes estão cada vez mais isolados.

Como as questões mais importantes envolvem interesses, exige o uso do poder político para definir soluções com a celeridade que o tempo permite.

O caso do edital do leilão do Santos Dumont, por exemplo, e a questão dos voos internacionais poderia ser resolvida limitando a quatro por dia para a América do Sul, sendo apenas dois para Buenos Aires, outro para Mendonza, Montevideo, Assunção e Santiago, em dias alternados. O aeroporto é fator de grande importância em menter o Rio no eixo dos negócios com as ligações com São Paulo, Minas e Brasília.

Poderiam revigorar a malha ferroviária no acesso ao Porto do Rio e aproveitar o leito vindo de Minas com uma adaptação na bitola, mas apenas para alguns produtos para Angra e Rio, como o café, que já foi preponderante na exportação e na torrefação, esta liquidada pela gula fiscal, que levou quase todas as torrefadoras para Minas e Espírito Santo. E não perder de vista uma linha de passageiros, não necessariamente rápida em todo o percurso, ligando o Rio a Guarulhos, São Paulo e Campinas.

A agricultura, que representa menos 2% do PIB fluminense, poderia receber um apoio da Embrapa e do Banco do Brasil, na volta do café ao Vale do Paraíba e em aeroporto comercial para a região, em Volta Redonda. Polo turismo cultural que ganha importância.

No mais, alguma coisa na área do mercado financeiro, como o retorno do câmbio do BC para o Rio e algo no setor das contas em outras moedas, para importadores, exportadores e pessoas físicas, neste caso  até o limite de um milhão de dólares movimentados por ano, por medida de segurança.

Temos, hoje, harmonia do Estado com o Planalto e a Prefeitura precisa apenas conter as movimentações políticas do prefeito, que tem de ver que seu futuro passa por recuperar a cidade e que estamos distantes de uma eleição que possa interessá-lo.

E mobilizar a bancada, que conta, inclusive, com um senador filho do presidente da República. Não é possível não se vender a Cedae e não se arrumar as estradas de acesso à capital, cuja participação federal é total.

 ITAIPAVA RECLAMA - 

Falta bom senso na Prefeitura de Petrópolis autorizar duas horas ao mesmo tempo na União Indústria em Bonsucesso e Itaipava, congestionando o transito o dia inteiro. O comércio que já sofre, em desespero. Tem gente indo a Araras ou Pedro do Rio para fugir dos engarrafamentos. E falta fiscalização  aos "fura-fila" nos acessos da BR 040, em Bonsucesso e na saída do Centro General Airosa, com desrespeito aos que obedecem a fila. Um mínimo de ordem.

 



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