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  Geral

Aumenta a demanda de instalação de GNV no RJ

Estado tem maior procura por este tipo de combustível em relação aos outros

Wellington Daniel

 

A demanda por instalação de kits de gás natural veicular (GNV) aumentou 11% no primeiro trimestre de 2021, segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Em todo o Brasil, o aumento foi de 15%. Só em março, os dados preliminares apontam para uma alta de 19% em relação ao mesmo mês de 2019.

Além disso, o Rio de Janeiro é onde o combustível é mais procurado. Segundo a Firjan, o estado lidera com 75% do total de veículos que adotam o uso no país. Para vice-presidente da Firjan e presidente do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Rio de janeiro (Sindirepa), Celso Mattos, é um caso de sucesso.

“Eu sempre comento que o GNV no Rio de Janeiro é um caso de sucesso, porque não é somente a questão do desconto do IPVA, que faz com que seja mais atrativo. Você tem também uma questão de redução de níveis poluentes para a sociedade”, afirmou, apontando para os benefícios à saúde que a diminuição de poluição traz.

Além do desconto no IPVA, que passa de 70%, o combustível é mais barato que os demais. A Firjan também aponta que, em média, no Rio de Janeiro, para cada real gasto com o GNV, o motorista roda 2,5 vezes mais frente a gasolina comum e o etanol hidratado.

Os dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis também apontam para o benefício. Segundo a ANP, a média do GNV ficou em R$ 3,595 na semana passada em Petrópolis. Já a gasolina comum, foi vendida, em média, a R$ 6,195 e o etanol a R$ 5,245.

“Acredito que, em breve, teremos um reajuste do gás, para o início de maio. Só que este reajuste, se chegar no mercado, não será nenhum absurdo. Pelo menos, a metade do preço da gasolina e bem inferior ao preço do álcool”, apontou Mattos.

Além do preço, do desconto do IPVA e da redução de poluição, o GNV também não diminui a potência do veículo. “Quando você tinha o kit primeira geração, realmente tinha isso. Não está errado em afirmar que perdia a potência. No entanto, com a chegada de novas tecnologias. O kit de quinta geração já trouxe essa perda de potência a zero”, explicou o presidente da Sindirepa.

Com o aumento da demanda, Celso Mattos também observa um crescimento na geração de empregos. “Quando você tem uma maior demanda das instalações, acaba trazendo uma geração de empregos. E, quando gera empregos, gera receita para o Estado e renda. Ou seja, é um ciclo virtuoso”, concluiu.

 

Dicas importantes para quem quer instalar o kit GNV, segundo Mattos:

Ø  Procurar uma oficina homologada pelo Inmetro. É possível fazer a consulta no site do órgão.

Ø  Procurar um cilindro novo, com certificado de garantia do instalador.

Ø  Procurar informações da instaladora onde o serviço será feito.



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