COLUNISTA
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) ganhou três novos desembargadores. Promovidos durante sessão do Órgão Especial na segunda-feira, 24 de agosto, as juízas Márcia Malvar Barambo, Roseli Nalin, e o juiz José Guilherme Vasi Werner tomaram posse como desembargadores em cerimônia realizada no Plenário Desembargador Estenio Cantarino Cardozo. Podemos destacar que a mais nova Desembargadora Márcia Malvar Barambo, promovida pelo critério de antiguidade à vaga decorrente da aposentadoria da desembargadora Maria Luiza de Freitas Carvalho, foi conduzida ao plenário para prestar o compromisso de posse pelos desembargadores Fernando Cerqueira Chagas, Andrea Pacha e Carlos Alberto Machado. Ela foi por muitos anos Juiza de Direito em nossa cidade onde teve uma excelente atuação como magistrada, respeitada e admirada. Após foi promovida para Comarca do Rio de Janeiro. Prestigiaram a cerimônia de posse o 3º vice-presidente do TJRJ, desembargador Heleno Ribeiro Pereira Nunes; o corregedor-geral da Justiça, desembargador Cláudio Brandão de Oliveira; a presidente da Amaerj, juíza Eunice Bitencourt Haddad; o embaixador do Brasil na Nigéria, Carlos José Areias Moreno Garcete; a procuradora de Justiça Ana Cristina Lesqueves Barras; o presidente do TJRJ no biênio 2003-2004, desembargador Miguel Pachá, o presidente do TJRJ no biênio 2007-2008, desembargador José Carlos Schmidt Murta Ribeiro; o presidente do TJRJ no biênio 2009-2010, desembargador Luiz Zveiter, o presidente do TJRJ no biênio 2011-2012, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos; e o presidente do TJRJ no biênio 2023-2024, desembargador Ricardo Cardozo, entre outras autoridades.
No clique o Presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto e Governador em exercicio; desembargadora Márcia Malvar Barambo; desembargadora Andréa Pachá; desembargador Carlos Alberto Machado e desembargador Fernando Cerqueira Chagas
Como faz falta este saudoso amigo-irmão Maurinho Branco, neste domingo, dia 30, completou tres anos de seu falecimento, foi uma grande e sentida perda, ele sempre de bem com a vida, um exemplo de ser humano, ótimo filho, pai, marido e irmão e amigo dos amigos. Se estivesse entre nós com certeza estava em plena agitação sempre fazendo bem ao lado de sua sempre querida mulher Janaina e de suas lindas filhas.
O Eterno Titular da nossa coluna se estivesse conosco ainda, neste sábado, dia 30 de agosto, estaria completando, 95 anos de idade. Ele sem dúvida alguma de errar foi um dos maiores jornalistas sociais de nossa Petrópolis e toda região e deixou muita saudade pela sua marcante atuação em toda a nossa sociedade. Saudades do Celio Thomaz !
Quem completou 98 anos de idade o renomado médico Dr. Jose Antonio Fragoso Borges um dos mais conceituados de nossa Petrópolis, diretor fundador da Clínica Dr. Fragoso Borges em nossa Petrópolis, que hoje é bem administrada por seus filhos . Ele é gente que gente gosta de gostar e era um dos grandes amigos de meu saudoso pai, eterno titular desta coluna Celio Thomaz. Os nossos parabéns ao prestigiado e querido médico.
"No Brasil, ninguém tem piedade dos animais. Eles, de parceria com as crianças, são as vítimas do mau humor dos homens." Olavo Bilac
Organizado pela Escola de Magistratura do Rio de Janeiro, acontece nesta segunda-feira, durante todo o dia na sede da EMERJ no Auditório Des. Antônio Carlos Amorim, na Rua Dom Manuel no centro do Rio de Janeiro o Congresso de Direito Eleitoral, que terá na abertura palestra do Ministro do STF Dias Toffoli, sob o tema Instituições Democráticas no Brasil .
A OAB RJ, faz acontecer no próximo dia 1º de setembro, terça-feira, as 10 horas, em sua sede na Rua Marechal Câmara, centro do Rio de Janeiro, importante debate com os candidatos ao Senado Federal pelo nosso Estado. Um relevante diálogo democrático e de apresentação das propostas dos candidatos a todos eleitores.
A 5ª turma do TRT da 1ª região condenou uma rede de farmácias a nível Brasil a pagar R$ 4 milhões por dano moral coletivo por práticas sistemáticas de assédio e discriminação. Aquela Turma julgadora entendeu que as provas revelaram uma cultura organizacional permissiva, com canais de denúncia ineficazes e falhas na prevenção de riscos psicossociais.
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