COLUNISTA
Estamos no Tempo do Advento (do latim Adventus: "chegada", Advenire: "chegar a").
É o primeiro tempo do Ano litúrgico que antecede o Natal.
Para nós cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde esperamos o Nascimento de Jesus Cristo. Tempo de perdão, caridade, de rever conceitos e eliminar os preconceitos, de arrependimento e promovermos a fraternidade e a Paz.
No ano que está a findar-se a Santa Igreja realizou inúmeras celebrações em reverência à Maria Santíssima, nossa mãe e Mãe de Deus.
Esse amor materno sustenta a fé e o desejo do povo brasileiro ao ensejo dos 308 anos do encontro da Sagrada Imagem aparecida no Rio Paraíba do Sul.
Decorridos mais de três séculos e a devoção mariana se propaga cada vez mais. Maria é o sustentáculo espiritual do oriente ao ocidente.
Entre todas foi a escolhida por Deus para ser a Mãe de Jesus. Quando Ela disse “eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” garantia para a humanidade a vida eterna através do Divino Filho.
Maria, cheia de graça e fonte inesgotável de nossa fé.
Assim que a Mãe de Nosso Senhor recebeu a notícia do Anjo Gabriel foi apressadamente visitar sua prima Isabel que estava grávida de João Batista.
E lá do alto da montanha proclamara a honra de receber a visita de Maria como “a Mãe de meu Senhor”.
Maria dos mais diversos títulos! Que o amor da doce mãe sensibilize, humanize e civilize a humanidade por vezes conturbada e sem rumo.
Que ela renove a esperança.
À mesma época, sobretudo, no dia l3 de maio, em Fátima vivemos o grande momento das cerimônias alusivas aos 108 anos da aparição da Virgem Santíssima aos três pastorzinhos Lúcia, Francisco e Jacinta.
Nesse período milhares de peregrinos povoam a Cova da Iria dessa vez com a Visita do Papa Francisco.
Em cada vela, pétala, prece e louvação façam espargir a santa luz ao mundo carente de misericórdia e conciliação.
E a Basílica de Aparecida do Norte continua em festa ao celebrar Maria Santíssima.
Que Ela continue a interceder por nosso País porque a crise moral que se vive vai muito além da econômica.
Supliquemos a Maria fonte de luz que continue a nos permitir seus raios a nos direcionarmos ao Divino Filho razão maior de nossas vidas.
Maria Porto Seguro, Estrela Guia e Ícone do Espírito Santo.
Maria acolheu a vontade Divina.
Maria foi peregrina, ao invés de guardar a alegria só para si, correu ao encontro do próximo porque ela é servidora.
Estava preocupada em servir. Maria solidária.
Se em nossos dias tantas moças interrompem a vida de inocentes e outras tantas enfrentam o preconceito de uma gravidez inesperada, façamos um retrospecto há dois mil e vinte e cinco anos!
Ela foi determinada e não temeu o risco de ser apedrejada.
Sua atitude em acolher a vontade Divina a fez magnífica por todos os séculos.
E nesse mesmo diapasão louvemos a conduta de José que não se importou em ver seu nome nos “tititis” dos botecos, becos, ruelas e dos bairros ao se unir a uma mulher grávida.
Silente e orante acolheu a orientação do Anjo. José foi um homem fiel.
Cumpriu o que o Senhor determinou e o privilégio celestial em ser pai adotivo do Messias.
Compreendeu a missão de Maria e pela fé aceitou o apelo que o amor do Senhor lhe fez.
Seja o poema a seguir, a expressão de meu amor filial e incondicional à Mãe do meu Senhor e Salvador Jesus Cristo:
MARIA, NOSSA SENHORA
Maria, fonte de luz
gerou Jesus, luz do mundo.
Maria, fonte de vida
porque nos deu Jesus,
o pão da vida.
Maria, Mãe de Misericórdia
porque é arrimo, pálio
e auxílio dos cristãos.
Maria, Mãe do consolo
e saúde dos enfermos
porque é presença viva
em todos os dias de nossa vida.
Maria, rainha da paz
e Mãe da divina Providência
porque é nossa intercessora junto ao Pai,
ao Filho e ao Espírito Santo.
Maria porta do céu,
porque somente da Senhora,
que é também Mãe nossa,
nasceu a salvação do mundo.
Viva a Sagrada Família e abençoada seja a família. Salve Maria! Proclamou que “todas as gerações agora me chamarão de feliz porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor.”
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