Edição: quinta-feira, 05 de fevereiro de 2026

Marise Simões

COLUNISTA

Marise Simões

Unidos pelo Lúpulo

A cultura da cerveja artesanal volta a borbulhar em Petrópolis no dia 7 de fevereiro, com a 3ª edição do Cervejal Unidos pelo Lúpulo, na Cervejaria Duas Torres. Promovido pela Confraria Coisa de Mulher, em parceria com a CCPP, o encontro mistura rótulos artesanais, gastronomia, música e aquele clima animado de pré-carnaval que já virou marca do evento. A trilha sonora fica por conta de Pedro Ribeiro e Jota Castilho, que comandam o som ao longo da tarde e da noite, embalando a confraternização. Com essa terceira edição, o Cervejal se firma como um espaço de encontro, celebração e valorização da produção local, além de reforçar o protagonismo feminino no cenário cervejeiro da cidade.

v Confraria Coisa de Mulher promove 3ª edição do Cervejal Unidos pelo Lúpulo na Cervejaria Duas Torres (Divulgação)

Verso premiado

Petrópolis volta a soar bonito no mapa da poesia. O escritor Denilson Cardoso de Araújo ficou entre os cinco melhores do Concurso Internacional Pena de Ouro 2025 com o poema Crises, em uma disputa que reuniu mais de seis mil autores de todos os países de língua portuguesa. Um reconhecimento que atravessa oceanos e idiomas, sem perder o sotaque da cidade. A láurea inclui premiação em dinheiro, certificado e a publicação do poema. O júri, composto por avaliadores de diferentes países, destacou a força expressiva e a densidade emocional do texto leitura ressaltada, em especial, por um jurado de Moçambique. O resultado se soma a um percurso já reconhecido. Em 2025, Denilson conquistou o Prêmio Livro do Ano da Academia Petropolitana de Letras e foi finalista do Prêmio Guerra-Peixe com A Saga de Mildred. Notícia dessas que aquecem a literatura e orgulham a cidade.

v Escritor petropolitano Denilson Cardoso entre os cinco melhores do Concurso Internacional Pena de Ouro 2025 (Divulgação)

Folia na Deguste

A Deguste Folia já tem data marcada e promete animar Petrópolis de 13 a 17 de fevereiro, na Praça Visconde de Mauá. Serão cinco dias de programação especial de Carnaval, reunindo cervejarias artesanais, gastronomia variada, shows ao vivo e área kids, em um ambiente pensado para toda a família. Tradicional no calendário da cidade, a feira ganha clima de folia e se consolida como uma alternativa para quem decide passar o Carnaval na serra. A programação completa será divulgada nos próximos dias, mas a expectativa é de casa cheia e muito movimento ao longo do feriado.

Preto & Branco

Petrópolis deu o tom do Carnaval com um evento que carrega história e tradição. No próximo sábado (7), o Clube Petropolitano recebe mais uma edição do Baile do Preto e Branco, encontro que atravessa gerações e marcou época ao se firmar, ainda no fim dos anos 1970, como o primeiro baile temático de cores do Carnaval brasileiro. Para celebrar a data, a noite contou com apresentação completa da Beija-Flor de Nilópolis, reunindo ritmistas, intérpretes, passistas, mestre-sala e porta-bandeira, em um espetáculo que antecipou o clima da folia na Região Serrana. Os ingressos seguem à venda pelo Guichê Web e na secretaria do clube. Corre que ainda dá tempo!

Tempo prorrogado

Se ainda não visitou a exposição Tempo Infinito, de Gardenia Lago, ainda dá tempo. A Casa de Petrópolis Instituto de Cultura prorrogou a mostra até o fim de fevereiro. Fotografias, objetos, instalações e uma obra criada especialmente para os salões históricos compõem o percurso, que revisita a ancestralidade da artista a partir da memória familiar e das experiências de mulheres de diferentes gerações. A montagem é de Isa Bandeira, em diálogo direto com a arquitetura do casarão. Produção de Natalia Azevedo, da Abstrata Produções. Vale a visita. A visitação é de sexta a domingo, das 10h às 16h, com entrada gratuita.

Jan Zach

A Casa Stefan Zweig, em Petrópolis, abriu exposição dedicada ao artista tcheco Jan Zach, em parceria com a Embaixada da República Tcheca. A mostra lança luz sobre a trajetória do artista, marcada pelo exílio após a ocupação nazista da Tchecoslováquia. Radicado no Brasil nos anos 1940, Zach circulou pelo meio artístico da então capital federal, produziu pinturas, obras gráficas e cenários e teve trabalho apresentado no Museu Nacional de Belas Artes. A exposição reúne reproduções de suas obras e dialoga diretamente com a vocação da Casa Stefan Zweig para histórias de deslocamento, criação e resistência cultural.

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