COLUNISTA
A educação superior esteve em debate em São Paulo nesta semana, durante o 28º Fórum Nacional do Ensino Superior Particular (FNESP). Entre os participantes esteve a reitora da UNIFASE, Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves, integrante do Conselho Consultivo do SEMESP, que participou do painel “A formação é um caminho sem fim”. A conversa trouxe ao centro temas que já começam a redesenhar a formação profissional, como microcertificações, trilhas flexíveis de aprendizagem e lifelong learning. Ao lado da reitora, representantes da Fundação Octacílio Gualberto, mantenedora da UNIFASE, também acompanharam as discussões. Um debate que interessa diretamente às instituições e, sobretudo, a quem terá de continuar aprendendo muito depois de receber o diploma.
Terra de Santa Cruz acaba de chegar ao Globoplay e recupera a peregrinação inédita realizada em 2025 com a Cruz da Primeira Missa, que percorreu mais de 20 cidades de Portugal e do Brasil, em uma jornada que uniu fé, memória, cultura e identidade. O documentário marca os 525 anos da celebração realizada em 26 de abril de 1500 e acompanha o percurso pelos olhares do padre Omar e da indígena Pataxó Wilza Neves. A produção tem também uma ligação especial com Petrópolis. Tatiana D’Angello, petropolitana, é uma das diretoras do documentário, ao lado de Leanna Scal, e atua como CMO da Federação de Convention & Visitors Bureaux do Estado do Rio de Janeiro (FC&VB-RJ), que apoiou o projeto e é presidida por Guilherme Abreu. Entre história e espiritualidade, o documentário Terra de Santa Cruz propõe um olhar contemporâneo para um episódio fundador da história brasileira.
Uma doação de sangue pode salvar vidas e, até 23 de setembro, também render desconto para quem pretende curtir o Rock The Mountain. O festival se uniu ao Banco de Sangue de Petrópolis, unidade Santa Teresa, em uma campanha que oferece 50% de desconto na compra de até dois ingressos para quem fizer a doação. Com o mote “Do lado de cá só pinta sangue bom”, a iniciativa busca reforçar os estoques da unidade e mobilizar moradores de Petrópolis e da Região Serrana. Depois da triagem e da doação, o participante recebe um voucher para utilizar o benefício. O atendimento é diário, das 7h às 18h, inclusive nos feriados. Uma parceria em que a solidariedade ganha, literalmente, um bom motivo para entrar em cena.
O turismo de bem-estar deixou de ser apenas um nicho para se tornar um dos segmentos mais promissores do mercado mundial. Segundo o Global Wellness Institute, movimentou US$ 893,9 bilhões em 2024 e deve alcançar US$ 1,38 trilhão em 2029. Petrópolis reúne muitos dos atributos que esse novo viajante procura: natureza, tranquilidade, gastronomia, clima ameno e experiências de cuidado. Na cidade, o conceito aparece em spas, hotéis boutique, atividades ao ar livre, trilhas, cicloturismo, produção orgânica e experiências gastronômicas. Mais do que um segmento específico, o wellness pode atravessar diferentes áreas do turismo e transformar aquilo que Petrópolis já tem de melhor em experiências voltadas ao descanso, à saúde e à reconexão. Afinal, em tempos de tanta pressa, saber desacelerar também virou destino.
Logo mais, às 14h30, o Museu Imperial recebe a 67ª edição do projeto Fale-me de Petrópolis, que desta vez coloca em pauta a história do Quilombo da Tapera. O encontro, que integra a programação da 20ª Primavera dos Museus, terá a participação de Jorge Casciano e Adão Casciano, representantes da comunidade quilombola. A conversa será dedicada à trajetória do quilombo, cuja origem remonta a 1847, e à resistência de seus moradores na preservação do território, dos saberes e das tradições transmitidos entre gerações. Realizado mensalmente, o Fale-me de Petrópolis transforma a memória da cidade em conversa e, nesta edição, dá voz a uma história que também faz parte da formação de Petrópolis.
Logo mais, às 15h30, a Casa de Petrópolis recebe o espetáculo Recital para a Adília Lopes, do Coletivo Três Marias, formado por estudantes de Letras da UERJ. A montagem parte da poesia da escritora portuguesa Adília Lopes, transformando seus versos em uma experiência cênica construída a partir de dramaturgia coletiva. Morta em 2024, Adília Lopes deixou uma obra marcada pelo humor, pelos jogos de linguagem e pela atenção ao cotidiano, transitando por temas como infância, casa, relações familiares, feminino e memória. A apresentação integra as atividades da Usina Três Marias, projeto de extensão da UERJ dedicado à experimentação literária e dramatúrgica. A entrada é aberta ao público.
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