COLUNISTA
ANIVERSARIANTES AMIRP fevereiro: dia 28 - José Geraldo Salles Cunha, Carina Maria Gabrich Martins. Março: dia 1º - Hanny Helena Masson Franck, dia 2 - Vera Regina Francelino Ribeiro, dia 4 - Tereza Cristina Cavalcante de Santana, Jorge Rodrigues de Mesquita; dia 6 - Helio Silva Correa. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades.
DITO POPULAR “ARROZ DE FESTA” - Em Portugal, o termo “arroz de festa” designa a sobremesa que no Brasil nós chamamos de “arroz doce”. Elaborada e trazida pelos árabes, essa iguaria composta por ovos, açúcar, arroz, leite e essência de flor de laranjeira, acabou tendo enorme receptividade nas festividades promovidas pelas famílias mais ricas de Portugal. Com o passar do tempo, o “arroz de festa” se tornou um quitute obrigatório em qualquer evento que se prezasse. Mediante a sua recorrência, acabou também determinando a fama das pessoas que não perdem nenhuma festinha ou que frequente todos os eventos.
AS ORIGENS RELIGIOSAS DO CARNAVAL (Jorge da Rocha Santos, fontes: Redação National Geografic Brasil, 16 de fevereiro de 2023; Wikipédia) - Apesar do Carnaval estar amplamente associado ao cristianismo, suas origens, na verdade, seriam bem anteriores a essa religião, como afirma uma publicação da revista do Instituto Smithsonian, dos Estados Unidos. A fonte afirma que segundo estudos, o Carnaval remonta aos festivais pagãos de séculos atrás. Porém, a forma como o Carnaval é celebrado no mundo moderno, está associada ao cristianismo, inclusive em como é calculada a data do feriado: a Páscoa é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre após o equinócio de primavera no hemisfério norte. De acordo com a Enciclopédia Britânica (plataforma de conhecimento do Reino Unido), a própria palavra “carnaval ” vem do latim “carnelevarium”, que significa tirar ou remover a carne. O Carnaval ocorre quarenta e sete dias antes da data da Páscoa, ou seja, quarenta dias antes do Domingo de Ramos.
Entre os antigos egípcios havia as festas de Ísis e do boi Ápis; entre os hebreus, a festa das sortes; entre os gregos antigos, as bacanais; na Roma Antiga: a “Lupercalia” era uma festa pastoral celebrada anualmente no dia 15 de fevereiro para purificar a cidade, promovendo a saúde e a fertilidade e a “Saturnália”, em honra de Saturno, realizada em meados de Dezembro, que tinha como principal ritual o sacrifício de animais (bodes) seguido de um banquete público e ocorriam numa atmosfera onde quase tudo era permitido, festins, músicas estridentes, danças, disfarces e licenciosidade formavam o fundo destes regozijos. A expressão “carne levare” do italiano é uma possível origem, que significa "remover a carne", uma vez que a carne é proibida durante a Quaresma, período de quarenta dias, subsequentes à Quarta-feira de Cinzas, em que os católicos e algumas outras comunidades cristãs se dedicam à penitência em preparação para a Páscoa. Do ponto de vista antropológico, o carnaval é um ritual de reversão, no qual os papéis sociais são invertidos e as normas de comportamento são suspensas. Na Antiguidade, os povos da Europa consideravam o inverno como um reino de espíritos que precisavam serem expulsos para que o verão voltasse. O Carnaval pode assim ser considerado como um rito de passagem da escuridão para a luz, do inverno ao verão: uma celebração de fertilidade, a primeira festa de primavera do ano novo. No Brasil, o primeiro registro de carnaval se relaciona ao “entrudo”, um antigo folguedo lusitano realizado nos três dias que antecedem a entrada da Quaresma, ocorreu no ano de 1533 com a chegada dos primeiros colonos portugueses à Capitania de Pernambuco, no Brasil Colônia. A festa da aclamação de D. João IV, em 1641, promovida pelo governador Martim Correia de Sá, no Rio de Janeiro, também é considerada uma precursora do carnaval brasileiro. No Rio de Janeiro, tanto as pessoas escravizadas quanto as famílias de origem europeia participavam do entrudo. Os "limões de cheiro", bolas de cera que levavam em seu interior água, eram arremessadas das janelas nos passantes.
1º GTT REALIZA POUSO EM PISTA CURTA COM VISÃO NOTURNA NO KC-390 PELA PRIMEIRA VEZ (Fonte: Agência Força Aérea Brasileira, 17/02/2025 , Cap Emília, 1º GTT, por Cap Salomão) - O Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1º GTT) realizou, na quarta-feira (12/02), o primeiro pouso em pista curta da aeronave KC-390 Millennium utilizando óculos de visão noturna (NVG - do inglês Night Vision Goggles) e empregando sensor eletro-óptico/infravermelho (EO/IR). A operação ocorreu durante a 1ª fase do Exercício Técnico Coruja Verde na Base Aérea de Anápolis. Os NVGs, capazes de amplificar a luminosidade ambiente em até 50 mil vezes, garantem operações seguras em condições de baixa iluminação. Já os sensores EO/IR garantem visibilidade sem iluminação a longas distâncias. Essa tecnologia amplia a versatilidade do KC-390 Millennium para missões noturnas, incluindo infiltração, resgate, ressuprimento e reabastecimento em voo. Segundo o Comandante do 1° GTT, Major Aviador Daniel Elias Souza, a missão teve como objetivo aumentar o universo de atuação da aeronave no ambiente noturno. "O pouso em pistas curtas, com a utilização desses equipamentos, representa um aprimoramento doutrinário considerável e um aumento na possibilidade de emprego do KC-390 em cenários complexos com baixa visibilidade, além de proporcionar uma visualização antecipada do cenário", pontuou o oficial. O treinamento foi conduzido com a aeronave de matrícula 2858, priorizando o pouso de assalto em pista curta, uma manobra que demanda alta precisão e habilidade dos pilotos. Essa conquista marca um avanço operacional significativo para a FAB, reforçando sua prontidão para atuar em cenários complexos, dia e noite.
“Um amigo não pode ser considerado um amigo até que seja testado em tempos de adversidades.” (Provérbio Judaico)
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