COLUNISTA
Dia 13 - Guilhermina Pinheiro Martins; dia 14 - Sonia Maria Gabrich Esteves; dia 15 - Antônio Vieira da Costa, Edison Caetano; dia 16 - Alcir de Lemos Calheiros, Marcia Cristina da Silva Justen Bach; dia 18 - Luci Kreischer Stumpf; dia 19 - Andressa Silva dos Santos. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades.
(fonte: Julia Braun, BBC News Brasil, 6 de fevereiro 2026) - Groenlândia, uma ilha em que uma camada de gelo com espessura média de 1.500 a 2.300 metros cobre mais de 80% do terreno. Durante a maior parte do ano, o gelo marinho se agarra à costa, tornando-a inacessível a embarcações e, onde, em 1991, foi registrada a temperatura mais fria da história no Hemisfério Norte: - 69,6 ºC. Essa ilha de 56 mil habitantes se tornou um importante personagem da geopolítica desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que "não há volta atrás" em sua disposição de assumir o controle do território. O Ártico é uma zona de muitas disputas.
Durante a Guerra Fria, o Polo Norte foi considerado uma potencial rota de mísseis e União Soviética e EUA expandiram suas operações militares naquelas plagas, que novamente se tornou relevante, em especial para as potências
ocidentais da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que agora se organizam para fazer frente ao crescimento militar da Rússia no Ártico. Moscou possui entre 30 a 40 bases na região e usa uma cidade no extremo
norte de seu território como sede da sua maior e mais poderosa força naval, a Frota do Norte. Mas como, e por que, essa ilha inóspita que atualmente faz parte da Dinamarca alcançou essa posição de protagonista da geopolítica mundial? A primeira resposta para essa pergunta está nos recursos naturais. Segundo estimativas, a ilha abriga grandes reservas de minérios muito cobiçados, como níquel, lítio, cobre e grafite. Como grande parte desse território é inexplorado e está sob gelo, ninguém sabe exatamente o que há ali. Mas estudos sugerem que a Groenlândia tem depósitos de 38 dos materiais considerados críticos por União Europeia e Estados Unidos. A ilha também teria potencial de abrigar até um quarto das reservas globais de terras-raras, minérios que são componentes essenciais para as indústrias modernas.
Trump nega qualquer interesse nos minerais da Groenlândia, todavia o acesso a esses componentes ajudaria os Estados Unidos a competir com a China, seu maior adversário comercial atual. Mas algo que Trump vem apontando com bastante clareza é o papel estratégico da Groenlândia do ponto de vista de segurança. A posição geográfica da ilha, entre Europa, América do Norte e Rússia, faz com que seja um excelente ponto para os Estados Unidos instalarem interceptadores de mísseis. Os americanos já possuem uma base militar ali, que serve de posto de observação. Um acordo assinado na década de 1950 estabelece que Washington pode construir instalações militares na ilha para proteger a região. Trump alega que a ilha é vital para o “Domo de Ouro”, um escudo antimísseis que ele quer construir até o fim do seu mandato. A ilha fica próxima à rota marítima de grande importância, conhecida como “Lacuna de GIUK”, passagem que fica entre a Groenlândia, a Islândia e o Reino Unido. Navios ou submarinos que viajam do Ártico para o Oceano Atlântico geralmente passam por ela. Durante a 2ª Guerra Mundial, sua importância foi um dos motivos que levaram os EUA a estabelecer uma base militar na Groenlândia para combater os submarinos nazistas. Na Guerra Fria e até os dias atuais, esse ponto estratégico é utilizado pela OTAN para instalação de sistemas de vigilância subaquática para monitorar submarinos. Moscou possui dezenas de instalações militares na sua costa leste, algo em torno de 30 a 40, segundo diversas fontes. Desde o início dos anos 2000, Vladimir Putin comanda uma espécie de revitalização militar e econômica dessa área. Em 2020, foi inaugurada a importante base “Trevo Ártico”, na ilha “Terra de Alexandra”, abrigando 150 militares, incluindo uma unidade de defesa aérea. O principal ativo militar da Rússia, a Frota do Norte, também está sediada na região, em Severomorsk, localizada na Península de Kola, no Círculo Polar Ártico, sendo uma de suas instalações militares mais estrategicamente sensíveis. A frota é considerada a maior e mais poderosa força naval russa, com navios convencionais e uma frota de submarinos estratégicos que transporta a maior parte das ogivas nucleares da Marinha Russa. Toda essa presença ajuda a explicar a corrida dos Estados Unidos e da OTAN por um plano mais robusto de defesa na Groenlândia.
(Jorge da Rocha Santos; fonte Wikipedia) - O número treze: a superstição foi relatada em diversas culturas datadas antes de Cristo. O número 13 tem sido mal interpretado desde há muito tempo. Em algumas culturas ele pode ter sido considerado número de sorte. Não há nenhuma evidência de que o 13 tenha sido considerado um número de azar pelas culturas antigas. Pelo contrário, muitos
povos o consideravam um número sagrado. Para os egípcios, a vida era composta por 12 diferentes estágios para que o ser humano alcance o 13º, que era a vida eterna.
Dessa forma, o número 13 foi assimilado com a morte, mas não com uma conotação negativa, mas como uma gloriosa transformação. Essa ligação com a morte permaneceu e foi distorcida por outras culturas que nutriam o medo da morte e não a viam como algo presente no destino de qualquer vida. A evidência de que as culturas primitivas reverenciavam o 13 pode ser constatada por meio de vários vestígios arqueológicos, como a Vênus de Laussel, uma estatueta com mais de 27 mil anos encontrada na França, que carrega em suas mãos um chifre em forma de crescente lunar com 13 chanfros. Na mitologia nórdica, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Com relação à sexta-feira 13, diversas culturas a consideram como dia de mau agouro: na tradição judaica o grande dilúvio aconteceu na sexta-feira. A morte de Cristo aconteceu numa sexta-feira conhecida como Sexta-Feira da Paixão. Marinheiros ingleses não gostam de zarpar seus navios à sexta-feira. Outra possibilidade para esta crença está presente na ideia de que Jesus Cristo foi morto numa sexta-feira 13, embora o dia provavelmente tenha sido 1º de abril. Uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, este tendo sido o dia da morte de Jesus Cristo de acordo com o calendário hebraico. Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes morreram em seguida, por mortes trágicas. Jesus executado no madeiro e Judas por suicídio. Note-se também que, no Tarô, a carta de número 13 representa a Morte.
“Dê ao homem um peixe e ele se alimentará por um dia. Ensine um homem a pescar e ele se alimentará por toda a vida.” (Confucio)
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