COLUNISTA
ANIVERSARIANTES AMIRP : dia 4 - Bianca Martins Esteves de A. Gomes Bittencourt, Sonia Maria Souza da Silva; dia 6 - Fernando Stockler; dia 7 - Elaine Kronemberger Caetano; dia 8 - Ana Nery Rosário Oliveira. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades.
PAIXÃO E MORTE CRISTO (Jorge da Rocha Santos; fontes: Bible Chat e www.drafilo.com.br/ - A palavra “paixão” vem do latim “passio”, que significa “sofrimento”. A Paixão de Cristo abrange os últimos momentos da vida de Jesus, desde a Última Ceia até Sua morte na cruz. Esse sofrimento não foi imposto a Ele contra Sua vontade, mas aceito com amor para a redenção da humanidade. Jesus nos ensina que o amor verdadeiro é capaz de se doar completamente pelo outro. Jesus foi levado ao Sinédrio, conselho de juízes que julgava e governava o povo judeu, depois a Pilatos, governador romano da Judéia, e a Herodes Antipas, rei da Galileia.
Mesmo inocente, foi condenado à morte por crucificação, mostrando que o justo pode sofrer injustamente. Jesus foi açoitado e em sua cabeça colocaram uma coroa de espinhos, zombando Dele como “Rei dos Judeus”. Esse sofrimento nos lembra que Cristo assumiu nossas dores e humilhações. Carregou sua cruz, nela foi crucificado e morto. Suas palavras, mensagens de amor ao próximo, atravessaram os séculos. A Paixão de Cristo também tem implicações éticas e morais. Ela desafia os cristãos a viverem o amor, a humildade e o sacrifício mostrados por Cristo. Em um mundo repleto de egoísmo e ódio, a mensagem da cruz chama a um padrão mais elevado de amorum que perdoa inimigos, estende graça e busca justiça.
PÁSCOA (Jorge da Rocha Santos; fontes: brasilescola.uol.com.br , www.cnbb.org.br , wikipedia ) - A Páscoa Cristã celebra a ressurreição de Jesus Cristo três dias após sua crucificação, simbolizando vitória sobre a morte, perdão e esperança. É a festividade mais importante do cristianismo, marcando a passagem da escravidão do pecado para a libertação espiritual. A celebração ocorre no domingo após a primeira lua cheia do equinócio de primavera (Hemisfério Norte), encerrando a Quaresma. O mundo cristão tem no martírio de Jesus Cristo, na sua morte por crucificação, os exemplos do seu desprendimento e do seu amor à humanidade.
Na ressurreição o testemunho da sua divindade. A Páscoa Judaica celebra a libertação dos judeus do Egito e reitera o laço do povo israelita com Deus. Para a Cristandade, a Páscoa é a confirmação da vida futura, da vida após a morte, da libertação da matéria.
SETE DE ABRIL, ABDICAÇÃO DE D. PEDRO I (fonte: www.multirio.rio.rj.gov.br ) - Nos primeiros dias de abril do ano de 1831, as ruas viviam momentos de grande inquietação: grupos exaltados passaram a defender a necessidade de um governo republicano. A imprensa pregava "o dever sagrado da resistência à tirania". A pressão continuava e, no dia 5 de abril, D. Pedro I constituiu um novo ministério o Ministério dos Marqueses , no dizer do historiador Werneck Sodré: "Todos notáveis pela sua impopularidade". No dia 6, desde o amanhecer, numerosos grupos concentraram-se no Campo da Aclamação (atual Campo de Santana no Centro do Rio de Janeiro) onde circulavam boatos de represálias do imperador à oposição. Exigia-se o retorno do gabinete formado por liberais brasileiros. O monarca teria respondido então: "Tudo farei para o povo, mas nada pelo povo".
Às 23 horas, juntou-se à população ali reunida os corpos de tropa sob o comando do brigadeiro Francisco de Lima e Silva. Na madrugada do dia 7 de abril de 1831, não conseguindo contornar a crise, D. Pedro I apresentou o ato de abdicação do trono. Naquela mesma madrugada, deixou o palácio sem se despedir do filho de 5 anos, seu herdeiro, mas enviando-lhe posteriormente uma correspondência na qual assinalava que "me retiro para a Europa (...) para que o Brasil sossegue, o que Deus permita, e possa para o futuro chegar àquele grau de prosperidade de que é capaz. Adeus, meu amado filho, receba a bênção de seu pai, que se retira saudoso e sem mais esperança de o ver". Entre a data da abdicação e a da partida para Portugal, D. Pedro I enviou algumas outras correspondências, como, por exemplo, a José Bonifácio, nomeado tutor do príncipe D. Pedro de Alcântara, em que dizia: "Eu delego em tão patriótico cidadão a tutoria do meu querido filho, e espero que educando-o naqueles sentimentos de honra e de patriotismo com que devem ser educados todos os soberanos (...), ele venha um dia a fazer a fortuna do Brasil de quem me retiro saudoso". No dia 8 de abril, D. Pedro I enviou uma mensagem à Assembleia em que comunica ter nomeado como tutor de seu filho segundo a Constituição, capítulo V, art. 130 José Bonifácio de Andrada e Silva e pede "à Augusta Assembleia Geral que se digne confirmar esta minha nomeação. Eu assim o espero, confiado nos serviços que de todo o meu coração fiz ao Brasil, e em que a Augusta Assembleia Geral não deixará de querer aliviar-me desta maneira um pouco as saudades, que me atormentam, motivadas pela separação de meus caros filhos e da Pátria que adoro".
“Sede alegres na esperança, pacientes no sofrimento, perseverantes na oração.” (Paulo de Tarso)
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