COLUNISTA
ANIVERSARIANTES AMIRP Dia 5 - Silvana de Almeida Pacheco, Maria de Lourdes Karl Clemente; dia 6 - Regina Walter Silveira; dia 7 - Ataualpa A. P.Filho; dia 8 - Carmen Lúcia de Farias Thaiss, Valdir Machado Schwarc; dia 9 - Maria Amélia Guerra; dia 11 -Nathalia Portugal Rizzo Franco de Oliveira; dia 12 - Ilse Walter Silveira, José Ailton Teixeira Paulo, Lourival Eckhardt, Sergio Stanisck Reis Jr.; dia 13 - Flavia Rocha Bordeira; dia 14 - Orlando Oscar Couto Vieira; dia 15 - Carlos Francisco de Almada Rocha; dia 16 - Renata Rizzo Santos, Vera Regina da Silva; dia 17 - Felippe Cherem Peixoto da Silva; dia 18 - Haydée Maria C. da Silveira. A Coluna Vida Patriótica e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades.
NOTA DO REDATOR NOTA DO REDATOR por lapso, deste redator, não foi informado na coluna do dia 29 de maio que, devido ao feriado de Corpus Christi, no dia 4 e junho, quinta feira, a redação do Diário de Petrópolis não funcionaria e em consequência não circularia o Diário de Petrópolis na sexta feira, dia 5 de junho. Pela razão exposta, a coluna Vida Patriótica desculpa-se com os leitores AMIRP e publica hoje os aniversariantes de 5 a 18 de junho.
DEZ DE JUNHO - DIA DA ARMA DE ARTILHARIA - MARECHAL ÉMILE LOUIS MALLET (BARÃO DE ITAPEVY) (Jorge da Rocha Santos- fonte: www.eb.mil.br ) A Arma de Artilharia é uma Arma de Apoio ao Combate com os fogos de seus obuses, canhões, drones, foguetes e mísseis. Seu Patrono é o Marechal Mallet, nascido em 10 de junho de 1801, assentou praça como primeiro cadete em 13 de novembro de 1822, optando pela formação no curso de Artilharia. Em 1837, no decorrer da Revolução Farroupilha, por decisão de Caxias, veio a ser Chefe de Estado-Maior do General Bento Manuel Ribeiro. Em sua trajetória profissional deu inúmeras mostras de ser um soldado de sangue frio, astuto e valente.
Em todos os combates de que participou, fez-se respeitado pela tropa, pelos aliados e pelos inimigos. Ao curso da Guerra do Paraguai, em Tuiuti, no dia 24 de maio de 1866, travou-se a maior batalha campal da América do Sul. As vinte e quatro bocas-de-fogo do Primeiro Regimento de Artilhariaa Cavalo, comandado pelo Tenente-coronel Mallet, romperam sobre o inimigo um fogo incessante e medonho com os tiros sucedendo-se com tal rapidez e precisão que ficou conhecido, dali em diante, como “Artilharia Revólver”. Naquela batalha, a previsão e a criatividade do chefe militar asseguraram a importante vitória do Exército Imperial. Faleceu em 2 de janeiro de 1886, na cidade do Rio de Janeiro, aos 84 anos. Mallet é o Patrono da Arma de Artilharia do Exército Brasileiro.
BATALHA NAVAL DO RIACHUELO, 11 DE JUNHO DE 1865 (Jorge da Rocha Santos; fontes; https// pelalegitimadefesa.org.br ; Alocução CMG FN Gil Ferreira) - Em junho de 1865, Uruguaiana, RS, e Corumbá, MT, estava ocupadas pelos paraguaios com 10.000 e 2.000 homens, respectivamente. A Argentina perdera a Província de Corrientes. O Exército paraguaio tinha quase o dobro do efetivo das forças argentinas, brasileiras e uruguaias combinadas. A chave das operações para os dois lados estava no controle do uso dos rios Paraná e Paraguai, que eram as principais artérias de comunicação da região. A Marinha Imperial era a maior da região, a melhor equipada. Portanto, se o Paraguai pretendia dominar o sistema fluvial, era necessário destruí-la como força efetiva. A região escolhida para o confronto foi a confluência dos rios Paraná e Riachuelo, ao sul da cidade de Corrientes na Argentina.
A Força Naval do Brasil, sob o comando do Almirante Francisco Manuel Barroso, compunha-se: da 2ª Divisão de Esquadra com a fragata Amazonas, corveta Parnaíba e as canhoneiras, Mearim, Araguari e Iguatemi; e da 3ª Divisão de Esquadra com as Corvetas Jequitinhonha e Belmonte, canhoneiras Beberibe e Ipiranga. A esquadra paraguaia compunha-se: Corvetas Taquari e Paraguari; vapores Ygureí, Yporá, Pirabebé, Salto, Rangel e Marquês de Olinda. A margem esquerda (leste) do Paraná era ocupada pelos paraguaios, e em suas altas barrancas foram camuflados Batalhões de Infantaria e Baterias de Artilharia.
Dia onze de junho de 1865, após soarem na nau capitânia Amazonas as badaladas das nove horas seguiram-se baladas rápidas ininterruptas! “Preparar para o combate!” “Guarnecer canhões!” “Preparar para abordagem!” Iniciou-se a batalha. A força naval brasileira fora atraída para armadilha das baterias paraguaias em terra que a fustigavam vigorosamente. Às 12 horas o combate se encarniça. A Amazonas atingiu, e pôs a pique, três navios paraguaios: o Jejuy, o Salto. e o ex-Marquês de Olinda. Paraguary ficou desgovernado e encalhou. O Comodoro Meza, comandante da esquadra paraguaia, diante desta situação, e gravemente ferido, retirou-se com os quatro 4 navios que lhe restavam (Tacuary, Ygurey, Yporá e o Pirabebé) em direção ao Paraguai. Às 17:30 hs após mais de oito horas de combate, a Batalha Naval do Riachuelo estava terminada. Os aliados passaram a dominar totalmente a navegação fluvial fora do Paraguai, com grande liberdade de ação e logística.
EXCLUSÃO DIGITAL DOS IDODOS (Cláudio Sá e Guimarães) - Uma sociedade que obriga uma pessoa de noventa anos a usar um smartphone para acessar seus próprios direitos não é moderna: é uma sociedade que decidiu se livrar de seus idosos. Em 2026 tudo virou um aplicativo, um código, um portal. Mas quem construiu este país com as próprias mãos hoje se encontra analfabeto dentro da própria casa. Para marcar uma consulta ou pagar uma conta, é preciso um filho ou um neto - quando existe um. O sistema falhou. Isto não é inovação. É exclusão. A tecnologia deve ajudar, não selecionar quem tem direito à dignidade. Quando deixamos para trás aqueles que vieram antes de nós, não estamos evoluindo: estamos apenas nos tornando mais cômodos e mais egoístas. Foto “Instagran” charge Tom Cotrirm.
“Tudo pela Pátria! O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever!” (Almirante Barroso)
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