COLUNISTA
ANIVERSARIANTES AMIRP Dia 10 - Henrique Bastos Stockler, Manoel de Jesus Sant'anna, Marcio José de Alcântara Gomes Bittencourt, Maria Fernanda Gabrich Esteves A. G. Bitton, Rafael Portugal Rizzo Franco de Oliveira; dia 12 - Leonardo Ribeiro da Silva, Neyde Cherem Peixoto, Maria das Grças Gonçalves Lima; dia 13 - Malvina Nunes da Silva; dia 14 - Ciro Roberto Justen Bach Junior, Dilza Masson Franck, Fernanda Joaquim Justen; dia 15 - Altino de Almeida Alves de Oliveira, Carlos Alberto José da Cunha; dia 16 - Mauricio de Souza Coutinho. A Coluna Vida Patriótica e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades.
DOIS DE JULHO DE 1944, EMBARQUE DO 1º ESCALÃO DA FEB PARA ITÁLIA (Fonte: Centro de Comunicação do Exército, 2 de julho de 2024) - O embarque do 1º Escalão da Força Expedicionária Brasileira (FEB) rumo à Itália ocorreu há 82 anos, no dia 2 de julho de 1944. Naquela ocasião, o navio norte-americano General Mann partiu do porto do Rio de Janeiro, com destino a Nápoles, onde atracou duas semanas depois. Foram os primeiros 5.075 militares brasileiros que rumaram a terras distantes para defender os ideais de liberdade, frente à ameaça nazifascista. Mais de 20 mil expedicionários seguiriam esse mesmo rumo nos meses seguintes, em outros quatro escalões. Nos últimos dias de maio de 1944, o Comandante da FEB, General Mascarenhas de Moraes, foi informado da possibilidade de embarque do primeiro escalão de combatentes para a Europa para a segunda quinzena de junho.
Durante a fase de preparação, foi montada uma aparelhagem na Vila Militar do Rio de Janeiro, simulando as operações exigidas em um embarque real: controle individual, exames das placas de identidade, verificação das fichas de saúde, conferência de relações e treinamento da passagem por escadas de acesso a bordo, com descida mediante redes de tombadilho. Havia uma grande preocupação em manter essa operação em completo sigilo. Os integrantes da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª DIE) estavam divididos em três Grupamentos Táticos. Na noite de 29 para 30 de junho de 1944, o primeiro e terceiro deles iniciaram deslocamento para os bairros cariocas de Santa Cruz e Recreio dos Bandeirantes, respectivamente. Já o Grupamento Tático nº 2, comandado pelo General Zenóbio da Costa, que inicialmente deveria ser deslocado para a região de Nova Iguaçu (RJ), partiu em sete composições férreas ao cais do porto do Rio, com destino ao Teatro de Operações da Itália. Os vagões permaneceram com as luzes apagadas e janelas fechadas até o final da viagem. A área de embarque no porto foi isolada com bastante antecedência. Precedendo a partida do General Mann, na noite de 30 de junho, o Presidente Getúlio Vargas e o Ministro da Guerra, General Eurico Gaspar Dutra, compareceram a bordo para apresentar as despedidas aos febianos e lhes desejar sorte na dura empreitada. Às 06:30 H da manhã de 2 de julho de 1944, o navio zarpava da Guanabara. Levava a bordo 5.075 integrantes da FEB, sendo 304 oficiais e alguns civis. A composição do 1º Escalão estava assim constituída: Escalão Avançado do Quartel-General da 1ª DIE; estado-maior da Infantaria Divisionária; 6º Regimento de Infantaria; 4ª Companhia e 1º Pelotão de Morteiros do 11º Regimento de Infantaria; II Grupo do 1º Regimento de Obuses Autorrebocados; 1ª Companhia do 9º Batalhão de Engenharia (9º BE); um terço das seções de suprimento e manutenção do 9º BE; 1º Pelotão do Esquadrão de Reconhecimento; Seção de Exploradores e elementos da Seção de Comando da 1ª Companhia de Transmissões; 1ª Companhia de Evacuação, Pelotão de Tratamento, e elementos da Seção de Comando do 1º Batalhão de Saúde; Companhia de Manutenção; Pelotão da Polícia Militar; um pelotão de viaturas, uma seção do Pelotão de Serviço e elementos da Seção de Comando da 1ª Companhia de Intendência; e elementos da FEB anexados à 1ª DIE, como o Correio Regulador, o Depósito de Intendência, a Pagadoria Fixa, correspondentes de guerra, elementos do Hospital Primário, Serviço de Justiça e Banco do Brasil. Foto CCOMSEX.
MUSEU AEROESPACIAL PAULISTA (Fonte: Força Aérea Brasileira, 3 de julho de 2026) - Um museu fora do comum que se traduz no maior projeto cultural da história da Força Aérea Brasileira (FAB). O Museu Aeroespacial Paulista (MAPA), construído nas imediações do Parque de Material Aeronáutico de São Paulo, no Campo de Marte, em São Paulo, SP, foi ativado na sexta-feira, dia 3 de julho, pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno, acompanhado de Oficiais-Generais do Alto-Comando da Aeronáutica; e demais autoridades civis e militares.
São 100 mil metros quadrados que reúnem história, cultura e um acervo de aeronaves total que pode chegar a 100 para serem contempladas pelos amantes da aviação. Dez hangares e uma só missão: preservar, valorizar e difundir a memória aeronáutica e aeroespacial brasileira. Reúne dezenas de aeronaves que marcaram a história da aviação civil e militar. Esse complexo aeroespacial se torna um dos cinco maiores museus de aviação militar do mundo. Além disso, é o maior projeto cultural da história da Força Aérea Brasileira. O Diretor do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Vincent Dang, comentou que o MAPA é mais do que apenas um museu com acervo aeroespacial. De acordo com o Diretor do MAPA, Major-Brigadeiro do Ar Rodrigo Fernandes Santos, o projeto é um sonho antigo do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar, Marcelo Kanitz Damasceno, e foi dividido em fases. A primeira delas contempla o Hangar 01 e parte do Hangar 05 o que corresponde a apenas 2% do projeto, segundo o Oficial-General. O MAPA nasce como um dos mais importantes museus aeroespaciais porque já conta com um acervo de aproximadamente 100 aeronaves, consolidando o que já tinha com o acervo cedido pelo “Museu Asas de Um Sonho”. Além disso, o MAPA também se destaca em termos de área pelos seus 100 mil metros quadrados. É importante ressaltar que ele não é um museu nem da Força Aérea e nem apenas da Aeronáutica brasileira: é um museu aeroespacial. Tem aeronaves de outros países, civis, históricas, que não fazem parte apenas da história da Força Aérea Brasileira.
“Dai-me, Senhor, coragem e força para que possa mostrar-me digno de haver sido criado à vossa imagem.” (Tenente Escragnolle Taunay)
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