COLUNISTA
ANIVERSARIANTES AMIRP Dia 9 - Paulo Roberto Kronemberger; dia 10 - Elizabeth Lima Bragança; dia 13 - Manoel Américo Passos Martins, Marta Muniz Bastos. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades.
156º ANIVERSÁRIO DO 32º BATALHÃO DE INFANTARIA LEVE DE MONTANHA, “BATALHÃO D. PEDRO II” no dia 12 de agosto transcorrerá 156º aniversário do 32º Batalhão de Infantaria Leve. Oriundo de uma tropa do Batalhão do Imperador enviada à Província de Alagoas para a manutenção da ordem pública e que, em 12 de agosto de 1870, foi transformada na 4ª Companhia de Infantaria. Após sucessivas mudanças de localidades e denominações, em 1922, atendendo às solicitações dos petropolitanos, o então Ministro da Guerra, Dr. João Pandiá Calógeras, efetivou a compra da Fazenda Presidência da família Justen e iniciou a construção do aquartelamento, inaugurando as instalações do 1º Batalhão de Caçadores.
De 1º de janeiro de 1948 a maio de 1952, o 1º Batalhão de Caçadores passou a denominar-se III Batalhão do 3º Regimento de Infantaria. Em 17 de outubro de 1957, recebeu do Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira a denominação histórica de "Batalhão Dom Pedro II" e, a 12 de abril de 1958, a Família Imperial fez-lhe a entrega solene do seu Estandarte Histórico. Em 1975, passou a denominar-se 32º Batalhão de Infantaria Motorizado. A partir de 2014, mudou sua estruturação recebendo a denominação de 32° Batalhão de Infantaria Leve. Em 2019 passou a 32º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha. Seu atual Comandante é o Coronel de Infantaria QEMA Diogo Oliveira Genial. A instalação do Batalhão em Petrópolis foi um atendimento ao anseio dos cidadãos petropolitanos que, desde então, passaram a chama-lo de “Nosso Batalhão”. Parabéns Coronel Diogo Genial e comandados pelo aniversário do “Nosso Batalhão” ! Parabéns “nosso batalhão” 32º BIL Mth. pelo aniversário!
DEZESSETE DE JULHO: DIA DO SUBMARINISTA (fontes: militaresestrategia.com , Lucas Gonçalves, 17 de julho de 2026; Marinha do Brasil) Os três primeiros submarinos da Marinha do Brasil iniciaram suas jornadas, oficialmente, no dia 17 de julho de 1914. Em homenagem a esse episódio, a data foi escolhida como o Dia do Submarinista. Os submarinos são embarcações que possuem a capacidade de navegar de forma totalmente submersa em profundidades bem superiores às alcançadas por mergulhadores, podendo ficar abaixo do nível do mar por meses. Por navegarem de forma oculta, os submarinos representam muita vantagem e impõem respeito no cenário militar. Quanto à propulsão podem ser submarinos de propulsão diesel-elétrica, chamados de convencionais, e submarinos de propulsão nuclear, chamados de nucleares.
Os submarinos convencionais foram usados pela primeira vez em situação de conflito armado, na Primeira Guerra Mundial (1914/1918). Ao motor a diesel cabe o funcionamento da embarcação, visto que, quando na superfície, além de impulsioná-la, ele carrega as baterias elétricas responsáveis pela propulsão submersa e sistemas elétricos dentro do submarino. Os modernos submarinos convencionais possuem “snorkel”, um dispositivo constituído de um tubo retrátil que capta ar da superfície permitindo manter ligados os motores a diesel, recarregar as baterias e renovar o oxigênio interno sem que o submarino precise emergir por completo. Os submarinos de propulsão nuclear são verdadeiros avanços em relação aos submarinos convencionais. A primeira e principal vantagem é a geração de energia, já que, nesse caso, não é necessário a captação de ar para o funcionamento dos motores. Nos submarinos de propulsão nuclear, a energia é gerada por meio da fissão nuclear de urânio enriquecido dentro de um reator atômico no interior do submarino. A Marinha do Brasil iniciou o planejamento para ter seus próprios submarinos no final do século XIX, quando lançou o Programa de Construção Naval. O projeto foi criado e liderado pelo então Ministro da Marinha, o Almirante Alexandrino Faria de Alencar. No ano de 1910, a Força Naval brasileira encomendou três submarinos de propulsão diesel-elétrica à Itália. Os submarinos foram entregues entre os anos de 1913 e 1914, quando receberam seus nomes: F1, F2 e F3. Juntos, eles formavam a classe “Foca”. No presente, o Projeto de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) é um programa da Marinha do Brasil em parceria com a França. Ele visa o desenvolvimento e construção de submarinos convencionais e nucleares. O programa começou em 2008 e já conta com projetos concluídos e outros bem encaminhados. O primeiro a ser entregue foi o submarino “Riachuelo” (S40), seguido pelos “Humaitá” (S41), “Tonelero” (S42) e o “Almirante Karam” (S43). Todos convencionais. O “Álvaro Alberto”, primeiro submarino nuclear brasileiro, ainda está em fase de desenvolvimento. Seu nome homenageia o Almirante responsável pela implementação do programa nuclear brasileiro.
“Procure descobrir o seu caminho na vida. Ninguém é responsável por nosso destino, a não ser nós mesmos.” (Chico Xavier)
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