Edição: sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Vida Patriótica

COLUNISTA

Vida Patriótica

ANIVERSARIANTES AMIRP Dia 11 - Dayse Orico Brand; dia 12 - Breno Xavier Fernandes; dia 13 - Maury Karl, Valéria Speranza; dia 14 - Hilda Maria Albernaz Carius; dia 15 - Adriane Barreto Pires; dia 16 - Célia Guimarães Lopes. A Coluna Vida Patriótica e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades.

Aniversariantes AMIRP

72º ANIVERSÁRIO DO DIÁRIO DE PETRÓPOLIS (Jorge da Rocha Santos) - Em setembro de 1954, o Dr. José Carneiro Dias, carinhosamente chamado de Carneirão pelos seus amigos e pela população de Petrópolis, fundou o Diário de Petrópolis iniciando uma jornada de labor, atualização e informação para os cidadãos da Cidade Imperial. Hoje, na vanguarda do Diário de Petrópolis encontra-se o Dr. Paulo Antônio Carneiro Dias, seu Diretor-Presidente que, com entusiasmo e dinamismo, dá continuidade à obra iniciada pelo Carneirão mantendo uma trajetória de luta e trabalho em prol do compromisso com a informação dos fatos. Parabéns Diário de Petrópolis pelo seu 72º aniversário, parabéns Dr. Paulo Carneiro e sua equipe de funcionários! Vida Patriótica orgulha-se de figurar entre os colaboradores desse importante informativo petropolitano!

(foto 3  72 anos)

PROGRAMA OLÍMPICO DA MARINHA DO BRASIL (Jorge da Rocha Santos; fonte:Agência Marinha de Notícias, Tenente Maria Letícia, 2 de setembro de 2026) - Atletas da Marinha fazem história na Alemanha com dois ouros inéditos no mundial de ginástica rítmica. A Ginástica Rítmica brasileira viveu um momento histórico no Campeonato Mundial da modalidade, realizado de 12 a 16 de agosto, em Frankfurt, na Alemanha. Com a participação de atletas do Programa Olímpico da Marinha (PROLIM), o Brasil conquistou dois ouros inéditos e uma medalha de bronze, além de garantir a classificação do conjunto para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Os resultados destacam a contribuição do Programa de Atletas de Alto Rendimento (PAAR) do Ministério da Defesa, que visa o desenvolvimento e a projeção do esporte brasileiro em grandes competições internacionais. As atletas da Seleção Brasileira de Conjunto que conquistaram as inéditas medalhas de ouro no Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica em Frankfurt, na Alemanha, em agosto de 2026, foram Maria Eduarda Arakaki (capitã), Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Julia Kurunczi, Sofia Madeira e Nicole Pírcio. As medalhas de ouro vieram nas duas provas do conjunto. Na apresentação de cinco bolas, o Brasil contou com Maria Eduarda Arakaki, Mariana Gonçalves e Sophia Madeira. Já na prova de três arcos e quatro pares de maças, Maria Eduarda, Nicole, Mariana e Sophia integraram a equipe que garantiu mais um título mundial inédito para o País. O conjunto brasileiro conquistou o bronze no All-Around (também chamado de Individual Geral ou Competição Geral é a categoria que premia a ginasta ou o conjunto mais completo e versátil da competição), resultado que contribuiu para uma participação histórica no Mundial e para a classificação aos Jogos de Los Angeles. Com a vaga assegurada, a Ginástica Rítmica tornou-se a primeira modalidade brasileira a garantir classificação para a próxima edição dos Jogos Olímpicos. Para a chefe da equipe de Ginástica Rítmica da Marinha, Capitão de Corveta (Temporária-Educação Física) Valéria Cristina de Faria, o Programa Olímpico da Marinha tem papel importante na trajetória das atletas ao oferecer suporte financeiro, estrutura física para treinamento, assistência à saúde e psicológica e apoio institucional. Esse suporte se soma ao trabalho desenvolvido pelos clubes e à estrutura da Confederação Brasileira de Ginástica na preparação da Seleção Brasileira. A capitã do conjunto brasileiro, a Terceiro-Sargento (Temporária - Educação Física) Maria Eduarda Arakaki destaca a emoção de subir ao pódio e prestar continência à Bandeira Nacional durante a execução do Hino Brasileiro. Para ela, o gesto representa um momento que vai além da conquista esportiva.

 (foto 4  ginástica rítmica)

HUMOR DE CASERNA “O NAVIO CERVEJARIA” (Jorge da Rocha Santos - Fonte: https// históriasdomar.com , “O Curioso Navio de Guerra Que Levava Cervejas Em Vez de Bombas”, Jorge de Souza, 11 de agosto de 2026) - Na Segunda Guerra Mundial, nem todos os navios militares tinham como único objetivo combater o inimigo. Em pelo menos um deles, o foco era outro: a diversão dos próprios marinheiros. O HMS Menestheus um ex-caça-minas da Marinha Inglesa, que atuou durante algum tempo nas águas da Islândia, implantando explosivos contra os submarinos alemães. Mas ao ser desativado acabou sendo recomissionado para algo bem menos bombástico: produzir e distribuir cerveja aos combatentes aliados.

Tudo começou quando a Marinha Real Inglesa detectou uma sensível queda no entusiasmo e na moral de seus comandados. Abalados com as frequentes perdas de companheiros nos combates, os marinheiros, especialmente aqueles que atuavam nos sangrentos combates contra os japoneses no Pacífico, começaram a entrar em um quase estado de depressão coletiva. Foi quando o chefe máximo do Almirantado inglês, Winston Churchill, teve a ideia de reviver uma antiga prática nas naus inglesas do passado: a distribuição de bebida alcoólica para elevar a moral das tropas, algo vital na situação em que os ingleses se encontravam. O navio escolhido foi o HMS Menestheus, que havia ficado sem nenhuma função na guerra. Por ordem do próprio Churchill, um admirador confesso de um bom copo, o HMS Menestheus foi levado para um estaleiro da costa oeste do Canadá, e ali passou por uma grande reforma. Sua artilharia foi praticamente removida e, nos espaços que restaram livres, foram instalados equipamentos inusitados em navios militares, como salões, balcões, mesas e cadeiras, como nos mais legítimos “pubs” ingleses. Mas o mais extraordinário foi a implantação, nos porões do HMS Menestheus, de uma grande caldeira feita de cobre, com seis fermentadores e depósitos apropriados para estocar lúpulo e extrato de malte. Ou seja, uma legítima cervejaria, capaz de produzir, em pleno mar e com água salgada destilada, barris e mais barris de bebida. Muito possivelmente, o HMS Menestheus foi o único navio militar da História que, além de um comandante, teve, também, um mestre cervejeiro.

(foto 5 - humor naval)


“Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas.” (Voltaire)

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