Edição: sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Vida Patriótica

COLUNISTA

Vida Patriótica

Foto: Divulgação
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ANIVERSARIANTES AMIRP- Dia 23 - Lúcio Ricardo Mendonça Mario; dia 24 - Ana Paula Tesch Loureiro, Marcio Fernandes de Britto; dia 25 - Donária Maria Miranda de Toledo Bull; dia 25 - Paulo Roberto Bittencourt da Rocha; dia 28 - Ana Clara E. A. Gomes Bittencourt Gabrich, Eduardo de Souza Simões, João Pedro E. A. Gomes Bittencourt Gabrich, Julia Miranda de Toledo, Maria Eduarda Galuch Esteves  A. G.Bittencourt, Paulo Roberto Fernandes. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades.

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DITO POPULAR “AGORA A ONÇA VAI BEBER ÁGUA” - A expressão "agora a onça vai beber água" (ou "chegou a hora de a onça beber água") significa que um momento decisivo, tenso, perigoso ou de grande seriedade se aproximou. É o equivalente popular a dizer "agora é o momento da verdade", "a hora do vamos ver" ou "as coisas ficaram Sérias.

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ONÇA DO EXÉRCITO CONQUISTA RECORDE MUNDIAL DE LONGEVIDADE (Fonte: Exército Brasileiro, 24 de setembro de 2026) - A onça-pintada Guardião, felino que está aos cuidados do zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), instituição pertencente ao Exército Brasileiro, localizado na Av. São Jorge, 750 - São Jorge, Manaus, AM, conquistou o título mundial do “Guinness World Records” de onça-pintada mais velha em cativeiro. O recorde foi oficialmente verificado em 9 de junho de 2026, quando o animal atingiu 25 anos e 90 dias de idade. A longevidade de Guardião é considerada uma façanha para a espécie, uma vez que a expectativa de vida normal de uma onça-pintada é de algo entre 10 e 15 anos. A conquista transforma Guardião em um importante símbolo do Zoológico do CIGS e da fauna amazônica, além de evidenciar o compromisso do Exército Brasileiro com a preservação ambiental, com a proteção da biodiversidade e com a valorização do patrimônio natural da Amazônia. Macho de onça-pintada nascido em março de 2001 no município de Tabatinga (AM), o felino chegou ao zoológico do CIGS em 7 de agosto de 2007, e permanece sob os cuidados da equipe técnica da instituição desde então. A longevidade do Guardião está associada a uma rotina de manejo e cuidados individualizados, considerando as características próprias de um animal idoso. De acordo com a bióloga do CIGS, Primeiro-Tenente Eliane Carvalho, a manutenção da saúde e do bem-estar do felino envolve uma equipe multidisciplinar, composta por profissionais veterinários, bióloga e tratadores responsáveis pelo manejo, alimentação, cuidados, enriquecimento ambiental e acompanhamento diário do animal. O reconhecimento internacional de Guardião contribui para divulgar a importância da proteção da fauna amazônica, fortalecer as ações de educação ambiental desenvolvidas pelo Zoológico do CIGS e evidenciar o papel do Exército Brasileiro na conservação do meio ambiente.

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VINTE E TRÊS DE OUTUBRO - DIA DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA E DO AVIADOR (Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato) - No dia vinte e três de outubro lembramos mais uma vez do que os jornais da época chamaram de “minuto célebre na história da aviação”. Minuto no qual Alberto Santos Dumont, 120 anos atrás, no comando do 14-Bis, provou que o "Mais Pesado que o Ar" pode voar. Nosso mais ilustre aviador, num voo conduzido a poucos metros do chão, percorreu o Campo de Bagatelle, em Paris, levando consigo os olhares maravilhados de espectadores que, impulsionados por aquele feito, reforçaram suas esperanças no futuro que estaria por vir. Assim, naquele singelo minuto de glória, Santos Dumont concretizou um sonho que acompanhava a humanidade há séculos.

Sonho tão vigoroso e encantador que, desde a figura mítica de Ícaro, encontrou corajosos sonhadores que doaram suas próprias vidas em busca do dom dos pássaros. Sonho que, ainda hoje, permanece aceso e flamejante no nosso meio. Vivo e vibrante nos anseios de cada aviador. O feito de Santos Dumont não foi fruto da sorte ou do acaso. Esse valente brasileiro, amante do estudo, da persistência e da disciplina, conquistou os ares por consequência dessas e outras tantas virtudes. Teve a coragem de enfrentar, não só os perigos de uma dimensão ainda muito pouco conhecida, que tantas vidas já havia consumido, mas também teve a bravura de defrontar o lugar comum, a ordem natural reinante. Dedicação e coragem foram as virtudes que levaram o "Pai da Aviação" à sua invenção, porém, a simplicidade foi a virtude que fez de Santos Dumont o grande homem que ele é. Santos Dumont fez surgir o profissional que, assim como ele, ama o estudo, a persistência e a disciplina. São homens e mulheres que passam por longos e árduos treinamentos para garantir o voo seguro e preciso. Ademais, o aviador é convicto de que o produto do seu esforço é muito maior do que ele próprio. Suas asas levam a segurança e a defesa da Nação, levam o alívio do resgate e conduzem o suprimento para abastecer as mais diversas necessidades.

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“Quem não leva a sério a preparação de algo, está se preparando para o fracasso.”  (Benjamin Franklin)

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